sábado, 3 de dezembro de 2016

Review: Doutor Estranho - Shamballa (Editora Panini)



Sinopse:
O Doutor Estranho retorna ao lar do Ancião, no Himalaia, para prestar homenagem ao seu mestre, e descobre que seu antigo mentor lhe deixou um último – e extremamente desafiador – presente. Uma dádiva que coloca o Mago Supremo numa jornada de autoconhecimento e que pode significar o início de uma nova Era Dourada para toda a humanidade. Uma jornada pelos locais mais sagrados do planeta e pelos recônditos de sua própria alma! Mas será que o Dr. Estranho está preparado para pagar o terrível preço exigido para completá-la?

Análise:

Confesso que quando li essa história pela primeira vez em 1989, lançado pela Editora Abril na série Graphic Novel #17, não entendi muita coisa, devido a narrativa pouco convencional e poucos diálogos, limitando as informações serem passadas de forma mais visual. Mas hoje, relendo esta história lançada pela Panini, consegui apreciar mais essa obra prima. Stephen Strange precisa retornar ao santuário de seu mestre – o Ancião, já morto há alguns anos, para receber uma caixa que ele ganhou, porém, os segredos que ele deve desvendar podem significar a destruição do nosso universo. Essa caixa abre uma porta para outra dimensão chamada Shamballa.

No fim das contas, fiquei com a impressão que, mais do que enfrentar uma ameaça mística, o Dr. Estranho acaba realizando uma viagem de autoconhecimento. Uma história que mais parece um livro ilustrado e não uma HQ convencional, com poucos diálogos. Os desenhos são muito bons, uma arte em forma de pintura por Dan Green, mais famoso como arte finalista da Marvel e DC. Leia esta história com calma, sem pressa, apreciando as ilustrações e a narrativa, pois ajuda a apreciar melhor a história e esta belíssima arte pintada. Shamballa é um clássico que mereceu um lançamento em capa dura pela Panini. Leitura altamente recomendada.


Por Roger

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

2 ANOS DE BLOG - BLÁ BLÁ BLÁ


Blá blá blá... Cada um aqui colaborou de uma forma, Blá blá blá, portanto, nada mais justo Blá blá blá que encontre uma mínima referência a você Blá blá blá nessa imagem Blá blá blá que pretendo deixar por muito tempo aqui Blá blá blá, porque isso aqui... Cada imagem lembra Blá blá blá, um post ou Blá blá blá uma pessoa... Ah, você entendeu.

Ou pelo menos, o John Cena entendeu... 



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

DEFESA SICILIANA



Facilidade para conhecimento hoje em dia existe. Cabe a você ser mais a cada dia e usar a seu favor. Além de ocasionalmente, passar adiante. Para ler um pouco sobre a Defesa Siciliana, clique AQUI. O principio são as negras responderem o 1. e4 das brancas com 1. c5, como no primeiro diagrama. É como numa aula de matemática, começa com um conceito bem simples de número e letra, e daí, vai tomando o crescente.  Cada diagrama abaixo, pode ser clicado para ir mostrando as diversas posições. Primeiro são mostradas algumas variações, e em seguida, elas aplicadas em duelos entre GMs. Isso, é apenas um fragmento da não quantificável teoria enxadrística.  

Força e honra.

    







LINK DO ESTUDO: https://pt.lichess.org/study/tMZtvttT

REFERÊNCIAS:

https://www.chess.com/clubs/forum/view/um-breve-estudo-da-defesa-siciliana2

https://pt.wikipedia.org/wiki/Defesa_siciliana

https://www.youtube.com/watch?v=9-Qhphhci8w&feature=related



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

QUEBRA-CABEÇA #06 (chess puzzle)


Brancas jogam e dão mate em apenas 2 lances! Vá lá, não me decepcione assim, até eu acertei essa em segundos. A posição me lembrou um pouco uma grande partida de velho gladiador Viktor Korchnoi, desse vídeo abaixo:

      


Link do Puzzle: https://pt.lichess.org/training/61710

MEGA POST: Tie-ins de Guerras Secretas – Parte 2


Antes de qualquer coisa, é bom lembrar que na época do lançamento de Guerras Secretas, o editor Tom Breevort disse que todos os tie-ins, embora levassem os títulos de grandes sagas que marcaram a Marvel, os autores teriam total liberdade de escolhas e adaptação das histórias. Para acessar a parte 01, clique AQUI.

Vingadores 2 – Força-V, escrito por Marguerite Bennett e G. Willow Wilson e desenhos de Jorge Molina, lançado pela Panini.


Força-V não se trata de nenhuma saga Marvel publicada anteriormente. Jennifer Walters é a Baronesa da paradisíaca Ilha de Arcádia, que tem seus dias de paz perturbados por ataques misteriosos provocados por portais que dão acesso a outros domínios. Um a um, membros importantes de sua força tarefa formada originalmente por Capitã Marvel, Cristal, Nico Minoru, Loki, Medusa e Miss América são eliminadas de uma forma ou de outra. Mesmo contrariando a vontade suprema de Destino, a Força-V precisa investigar e descobrir quem está por trás de tudo isso. Uma história bem escrita, com uma narrativa fluente e bons desenhos. Não se trata de nenhuma leitura formidável, mas é cativante e torcemos pelos personagens centrais da trama, o que é um mérito da dupla de escritoras. Leitura recomendada.

Planeta Hulk, escrito por Sam Humphries e desenhos de Marc Laming, lançado pela Panini.


Em Planeta Hulk, vemos Steve Rogers enviado pelo deus Destino até o Gamamundo para matar o Rei Vermelho, em troca da liberdade, além de salvar seu melhor amigo Bucky. A trama nas primeiras quatro edições se limita a mostrar uma aventura numa terra selvagem, onde um guerreiro e seu companheiro dinossauro, acompanhados de um Hulk seguem viagem até seu alvo final. A diferença está no clímax, que em minha opinião tentou ser ambicioso, mas acabou falhando, talvez por falta de um desenvolvimento melhor. Acredito que, se a conclusão tivesse ocupado mais páginas, talvez umas duas edições, o impacto seria melhor. Uma leitura mediana.

O Comando Selvagem da Sra. Deadpool, escrito por Gerry Duggan e desenhos de Salva Espin, lançado pela Panini.


A Metrópole dos Monstros é um domínio regido pelo Conde Drácula. Depois de assassinar Deadpool, Drácula vira alvo de ódio de Shiklah, a Sra. Deadpool. Ela empreende uma viagem em busca da arma definitiva que irá acabar com o Conde e conta com a ajuda do inusitado e irreverente Comando Selvagem. Uma história de aventura e terror com muita, mas muita diversão. É possível dar boas gargalhadas com essa minissérie descompromissada, com uma boa narrativa e bons desenhos. Para quem deseja uma leitura apenas para se entreter, é altamente recomendada.

A Era de Ultron vs. Zumbis Marvel, que reúne a minissérie Zumbis Marvel escrito por Simon Spurrier e desenhos de Kev Walker e a minissérie Era de Ultron vs. Zumbis Marvel escritor James Robinson e desenhos de Steve Pugh, lançado pela Panini.


Zumbis Marvel se trata principalmente sobre a história de Elsa Bloodstone, comandante do Escudo, que protege as muralhas contra as invasões do zumbis das Terras Mortas. A aventura começa quando ela é jogada para fora da muralha, e precisa retornar, ou seguir no caminho contrário, na companhia de uma misteriosa e carismática criança. Uma história calcada na relação pai e filha, e em como essa relação afeta as ações de Elsa e seu jeito de ser hoje. Além disso, a trama segura os leitores para saber a identidade da criança e do misterioso vigia que as acompanha à distância. Apenas o final foi um pouco abaixo das expectativas criadas.

No mesmo encadernado encontramos a minissérie A Era de Ultron vs. Zumbis Marvel. As Terras Mortas são a região onde habitam os zumbis, enquanto que Ultron e sua horda de robôs se estabeleceram na Terra da Perfeição. Dentro dessa terra, Visão, Tocha Humana Jim Hammond e Magnum criaram uma cidade chamada Salvação, protegida por uma redoma de energia à prova dos ataques dos zumbis ou dos Ultrons. Porém, uma aliança inesperada entre os dois lados pode acabar com a paz de Salvação. A única esperança se encontra nas mãos de Hank Pym. Uma história completamente diferente do que eu esperava, até mesmo por causa do título. A narrativa é bem fluída, mas a trama em si deixou a desejar, no meu caso. Saldo total, leitura insatisfatória. 

Esquadrão Sinistro, escrito por Marc Guggenheim e desenhos de Carlos Pacheco, lançado pela Panini.


Esquadrão Sinistro é formado por Falcão Noturno, Mulher-Guerreira, Dr. Espectro, Tufão e Hipérion, que é o barão de Utópolis. Enquanto precisavam descobrir quem estava por trás da morte de um membro da Tropa Thor antes de despertar a ira de Destino, o Esquadrão tinha de lidar com rebeliões e sua constante busca por aumentar seu domínio, além de conflitos internos. Basicamente a história gira em torno de traições, conspirações, mistério, violência e conquistas. Mesmo que não seja uma grande surpresa os desfechos, observar como o escritor encerra essa história, não deixa dúvidas de que foi uma trama bem amarrada. Leitura recomendada.

Homem-Aranha 2 – Ilha das Aranhas, escrito por Christos Gage e desenhos de Paco Diaz, lançado pela Panini.


A Ilha das Aranhas é dominada pela Aranha-Rainha, e como normalmente acontece nesses domínios opressivos do Mundo Bélico, há uma resistência. Dessa vez, liderada por Venom, contando com a ajuda do Visão e da Mulher-Aranha. O objetivo é tentar livrar a cidade do controle mental dela, já que a transformação da população é irreversível. Algumas ideias interessantes como o uso de soros que criaram o Lagarto, Morbius, Lobisomen e até o Duende Verde a fim de libertar alguns heróis do domínio aracnídeo. A história também destaca a boa influência do Homem-Aranha na vida de Flash Thompson, que serviu como combustível para que o jovem e seu simbionte alienígena persistisse em seus objetivos de preservar a humanidade que ainda restava. Uma boa leitura.

X-Men 3 – E de Extinção, escrito por Chris Burnham e desenhos de Ramon Villalobos, lançado pela Panini.


Essa história mostra um distrito onde mutantes são a maioria e respeitados. Magneto lidera uma equipe de X-Men, mas mantém um segredo obscuro que necessita da intervenção dos antigos X-Men – Ciclope, Emma Frost e Wolverine. Basicamente, E de Extinção se utiliza de todos os principais elementos abordados por Grant Morrison em sua fase pelo título Novos X-Men. Até mesmo a maneira sarcástica que o autor retratou os personagens e as soluções megalomaníacas encontradas são emuladas nessa trama. Para quem acompanhou toda a fase de Morrison nos X-Men pode se identificar com essa série, mas mesmo assim, não sei se agradaria a todos. 

X-Men 4 – Programa de Extermínio, escrito por  e desenhos de , lançado pela Panini.


Essa história começa logo após o fim da saga Programa de Extermínio original, e apresenta duas cidades mutantes separadas – a Ilha de Genosha, liderada por Alex Summers (Destrutor) e Rahne Sinclair (Lupina) e X-Topia da Baronesa Rachel Grey e seus X-Men. Genosha vive um período negro com uma praga devastadora. Alex pede ajuda à Baronesa Grey. Quando a ajuda lhe é negada, não resta outra opção, a não ser, invadir X-Topia e sequestrar Triagem e Vampira, os mutantes X-Men que poderiam salvar os genoshanos. Porém, uma reviravolta nos acontecimentos requer uma união improvável. História simples e direta, sem muitos atrativos, porém com uma narrativa fluída. Não chega a surpreender, mas também não compromete. Leitura razoável.

Guardiões da Galáxia 2 – Desafio Infinito, escritor por Gerry Duggan e desenhos de Dustin Weaver, lançado pela Panini.


Desafio Infinito mostra um domínio completamente destruído pelo atraque dos insetos, e duas frentes em busca das Joias do Infinito. De um lado, Eve e sua família de Novas em busca das Joias com o objetivo de acabar com os insetos, salvar a pouca vida que resta e a esperança de reconstruir tudo. Do outro lado, Thanos, em sua eterna busca pelo poder supremo das Joias, arma um plano que considera infalível para obtê-las. A história ainda tem as participações especiais do Senhor das Estrelas, Gamora, Groot, Drax e Warlock. Uma trama que gira em torno de relacionamentos familiares acima de tudo, mas algumas soluções mal explicadas e um final que não agradou tanto. Leitura insatisfatória, embora com um bom início e um bom potencial.  

Inumanos, escrito por Charles Soule e desenhos de John Timms, lançado pela Panini.


Inumanos – O Despertar de Attilan não faz parte de nenhuma grande saga Marvel, mas é uma história que está diretamente ligada à Destino, que é o criador e senhor do Mundo Bélico. Medusa é a Rainha de Manhattan e tem uma missão dada pelo próprio Destino – acabar com a Voz Inaudível, uma facção rebelde liderada por Raio Negro. Porém, quando Raio Negro é capturado e interrogado, Medusa passa a questionar sobre as motivações de seu deus e soberano e da existência de Nova Attilan. O escritor Charles Soules é o atual “comandante” do universo inumano da Marvel, e nessa história procura trabalhar com personagens que seriam relevantes pós-Guerras Secretas nos vindouros títulos dos Inumanos, com exceção de Maximus e Cristalys. No mais, outra história envolvendo uma força de resistência contra o domínio opressivo no Mundo Bélico. O atrativo fica por conta do final, onde fica bem claro o poder que Destino tem sobre esse único e unificado universo Marvel que vigora durante a saga principal. Uma leitura boa, nada de excepcional, mas não compromete.

Futuro Imperfeito, escrito por Peter David e desenhos de Greg Land, lançado pela Panini.


Nessa história vemos Distopia, governada pelo Barão Maestro, que deseja destruir Destino e tomar seu lugar. Então, ele oferece Distopia para o Coisa, que lidera um grupo de revolucionários em troca de sua ajuda na longa viagem em busca da arma suprema que pode acabar com o deus Destino. Uma aliança frágil mas que funciona nas mãos competentes de Peter David, uma trama simples mas com um desfecho que pode surpreender, Leitura recomendada.

Por Roger

PACK 01:



PACK 02:

terça-feira, 29 de novembro de 2016

MEMÓRIA NERD (Animação): De Volta ao Planeta dos Macacos (Return to the Planet of the Apes)

Série completa neste canal


De Volta ao Planeta dos Macacos (Return to the Planet of the Apes) 
é um desenho animado, criado por Doug Wildey (Johnny Quest).nos estúdios DePatie-Freleng Enterprises. Este estúdio de animação, juntamente com a Hanna-Barbera Productions e a Filmation, foram responsáveis pela maioria dos desenhos animados exibidos nos EUA nos anos 1970; e na programação infantil televisiva de vários países, inclusive o Brasil. 

Esta animação especificamente, estreou nos EUA em 6 de setembro de 1975. Teve apenas uma temporada, com 13 episódios produzidos.


Esta versão animada do romance La planète des singes, de Pierre Boulle, e da série cinematográfica adaptada iniciada com "O Planeta dos Macacos", com Charlton Heston. Conta a história de três astronautas (Bill, Judy e Jeff) em missão espacial cuja nave acaba avançando no tempo e caindo na Terra no ano de 3.979 dC, quando ela, depois de um cataclisma atômico, foi dominada por símios evoluídos e onde os humanos não falam e são caçados pelos símios. A diferença do desenho para os filmes e da série live-action de 1974, é que esta concepção animada é mais próxima ao livro de Boulle que as outras adaptações. Agora os símios vivem em uma sociedade evoluída como a nossa, com carros, televisão, prédios e tudo mais.

SINOPSE:
O Astronauta Bill é capturado e faz amizade com Cornelius e Zira, dois macacos cientistas que acabam ajudando os humanos. O General Urko, um gorila, quer dizimar todo os humanos de vez, mas o Dr. Zaius, um orangotango, somente autorizaria essa medida se algum humano falasse, pois um humano falante pode levar à derrocada dos símios que, há milênios, haviam sido dominados pelos humanos, como diz a lenda. Estabelece-se, assim, o problema e a premissa do desenho que ainda conta com os mutantes que apareceram no segundo filme e com Nova dos dois primeiros filmes. Há também um mistério extra, em que Nova, ao encontrar-se com Bill e Jeff, está usando um colar de identificação de um astronauta americano chamado Brent, que nasceu um século depois de Bill e Jeff.

Lista de episódios:
nomes originais (em inglês)
1. Flames Of Doom
2. Escape From Ape City
3. The Unearthly Prophecy
4. Tunnel Of Fear
5. Lagoon Of Peril
6. Terror On Ice Mountain
7. River Of Flames
8. Screaming Wings
9. Trail To The Unknown
10. Attack From The Clouds
11. Mission Of Mercy
12. Invasion Of The Underdwellers
13. Battle Of The Titans

Ficha técnica:
• Distribuição: United Artists
• Direção: Doug Wildey
• Produção: David H. DePatie, Friz Freleng e Doug Wildey
• Animação de Tom Gerald, Jim Brummett, Ed Aardal, Joe Roman Jr., Lee Halpern, Jack Foster, Bob Kirk, Janice Stocks, Cullen Houghtaling
• Roteirista: Larry Spiegel.
• Data de estréia: 6 de setembro de 1975
• Colorido

Dubladores:
Estúdio de dublagem: Technisom- Rio de Janeiro
• Humanos:
• Bill "Olhos Azuis" Hudson - Márcio Seixas
• Jeff Carter - André Filho
• Judy Franklin - Juraciara Diácovo
• Nova - Anilza Leoni
• Macacos:
• Dr. Ceasar - Alfredo Martins/ Pádua Moreira
• Dra. Zira - Miriam Teresa
• General Urko - Jorgeh Ramos
• Dr. Zaius - Pietro Mário

Esta é uma contribuição de Alexandre Rolim
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TOP 5: FILMES COM PINK FLOYD EM SUA TRILHA SONORA




Pink Floyd, é antes de tudo, uma raridade. Não são tantas menções, em comparativos com outras bandas como Led Zepellin ou Iron Mainden que encontramos por ai. Há quem ame, há quem despreze, mas dificilmente é o tipo de material que lhe será esquecível. Por mim, posso dizer que é a melhor banda de rock de todos os tempos, e uma das poucas coisas que escutei a discografia completa, ou perto disso. A seguir, cinco filmes com músicas de Pink Floyd, infelizmente, nem sempre tocado por eles.

A Lula e a Baleia – (Hey You)

Excelente filme, pouco conhecido, com, entre outros no elenco, Jesse Eisenberg e Anne Panquin. Foi há vários anos atrás, no tempo que eu assistia filmes de madrugada na Globo. E eram em sua maioria ótimos. Na trama, um professor de meia-idade, enfrenta um divórcio. Ele e sua mulher tem dois filhos, uma criança, e um adolescente, vivido por Einserberg. Entra na história uma jovem aluna (Panquin) que acaba “seduzindo” o professor. E essa é apenas uma das engrenagens do enredo. É tocado “Hey You” pelo jovem, que assumi a falsa autoria para ganhar um concurso de música com ela...   
 



















Dr. Estranho - ( Interinstellar Overdrive)


Um choque. Foi isso que senti no cinema. E já tinha visto várias pessoas escrevendo sobre o filme do Dr. Estranho, até mesmo sobre como vários planos sequencias eram transcrições de ilustrações do Steve Ditko, mas nenhuma menção a isso. E de fato, é  faixa 7 do primeiro álbum de Pink Floyd, de 1967! Nunca, nem na minha mais otimista visão do mundo, eu imaginaria algo como Pink Floyd, tocando em um filme “pop”. Achei uma ótima escolha, e bem autoral para o filme, o qual pretendo falar dele em breve.





Os Infiltrados - (Comfortably Number)


Além desse ser um dos melhores filmes de Scorsese, é um dos com uma das melhores trilhas sonoras, infelizmente, devo confessar, muitas delas são jogadas em cena tão rápidas, que não para serem entendidas. Comfort Number toca em uma cena em que o personagem de Di Caprio, vai visitar sua psiquiatra vivida por Vera Farmiga. Vale dizer, que há um outro ótimo som que toca nesse mesmo filme, que foi imortalizada em Breaking Bad, a “Baby Blue”. 








The Wall - (obviamente)


O marco. O antes e depois da banda, não só relativo a álbuns, como a qualquer adaptação visual de suas composições. Já conheci muitas pessoas que detestaram, mas para mim, foi uma das mais ricas viagens sonoras / cinematográficas que fiz na vida. E definitivamente, é um material que só fica melhor, a cada vez que revejo com o passar dos anos. Mais sobre ele aqui em breve. Em Mega Posts, é claro.





MORE - (Um mito?)


Finalmente encontrei esse filme! E não agüentei assistir ele ao final, assisti exatos 61 minutos de projeção, e não agüentei mais. A trilha, é o álbum completo “More”, um dos melhores do universo Floydiano, embora nem ela consiga salvar esse arremedo de hippies, péssima edição de cenas, e história vaga que não serve nem como “diversão trash”. Ainda não acredita? Vou lhe descrever brevemente o que assisti em 1 hora: Um cara qualquer, acaba sua faculdade de matemática e pede carona para “conhecer o mundo”. Conhece um cara em um bar, bebe com ele até cair, e “viram amigos”. O cara o chama para fazer um “esquema para ganhar grana” e ele aceita. Isso consistem em irem a uma “festa” e ele distrair uma loira enquanto o amigo saqueia geral. O amigo dele chama, e ele pergunta a loira onde poderia vê-la. Ela diz um hotel e tal. No plano seguinte, ele reclama com o amigo do roubo, e pega a sua parte. Volta a falar com a loira, agora no apê dela. Devolve a ela o que roubou, e ela o chama para fumar maconha. Eles fazem sexo, e ela diz que vai viajar e chama ele. Ele diz que não pode ir agora, mas que iria depois, e ela diz “quando chegar lá, pergunte pelo Dr. Wolf”. A cena seguinte, é ele indo lá de navio, e conhecendo o referido Wolf, que aparentemente é um senhor de idade rico que parece controlar tudo e ter um caso com a jovem loira. Ele conversa com ela, e a convence a fugir (apesar dela negar não haver nada entre ela e Wolf). Viram uma espécie de “Adão e Eva” com direito há várias cenas nus o tempo todo. Depois, ele vê que ela tem um caso com uma amiga, pega de longe as duas na cama, e a loira, o convence a fazer amor com a amiga (????!!!). Ai desisti. Gosto bastante dos anos 60, mas um filme tão mal feito desse, completamente esquivo, é demais até pra mim. Clique aqui para acessar por sua conta e risco.


domingo, 27 de novembro de 2016

"NÃO ADIANTA ME EMPURRAREM PARA A DIREITA, QUE EU NÃO VOU"


  Disse Aécio Neves, acredito que em 2015, enquanto os descontentes (leia-se quase todo o país) procuravam nele um rosto oposicionista para todo um sistema. Em pleno 2014, o povo queria o impeachment. Tivemos um governo tão insustentável, que até depois "do lobo ter sido saciado" com a saída de Dilma, tudo ainda ainda permanece um tanto... Torto. Eu havia votado em Aécio em 2014, ciente de que, de tão absurda que estava a situação, ele sairia vencedor. E... Ele não conseguiu. E estava em, como dizem, "na cara do Gol". Fosse outro candidato, do PSDB de outrora, como Alkimin ( forte promessa para 2018 no segundo turno) ou Serra, teria sido a história bem diferente.

   O eleitorado descontente, achava que Aécio teria culhões para liderar vários movimentos, por novas eleições. O que não sabia ou ignorava é que Aécio Neves é um político no sentido bem amplo e praticável da palavra. Ou seja, ficou em cima do muro até perto dos 45, dando uma entrevista aqui, outra lá, sem se comprometer, até mesmo "conversava" com movimentos populares, ou se escondia debaixo da saia do FHC. Quando colocado como um representante de uma política direitista (que todo esquerdista acusa o PSDB de ser, apesar da porra do partido ser o PARTIDO SOCIALISTA DO BRASIL), Aécio soltou essa, que me fez ver que o meu voto nele foi um grave erro:

"NÃO ADIANTA ME EMPURRAREM PARA A DIREITA, QUE EU NÃO VOU."

   Bem, essa imagem, coloca um belo adendo em tudo:


 Prefiro mesmo, é o Gary Kasparov:

  "Não lamentem a morte de um ditador brutal. Fidel Castro foi um dos muitos monstros do século 20 e eu só lamento que ele tenha infligido miséria a Cuba por tanto tempo. Não racionalizem ou desculpem as décadas de brutal repressão, tortura e assassinato que ele causou. Ele não lutou pela liberdade; ele a destruiu. Não me contem, a mim de todas as pessoas, sobre um "paraíso Comunista" ou sobre "um bom sistema de saúde". Muitas prisões têm excelentes sistemas de saúde e nem por isso deixam de ser prisões. Não existe geometria moral que desculpe a ditadura. Um paraíso não precisaria de arame farpado para manter as pessoas dentro." 

 

Hmm

Passaram por aqui:

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