quinta-feira, 25 de agosto de 2016

POR TRÁS DOS QUADRINHOS: CAPITÃO AMÉRICA vs CAPITÃO AMÉRICA


Capitão América número 26... Apesar de conhecer o Capitão pelos desenhos animados (não tão animados assim) de 1966 que eram reprisados nos anos 80, foi Capitão América numero 26 publicada em 1981 pela Abril Jovem, a primeira revista em Quadrinhos do Sentinela da Liberdade que eu ganhei da minha Mãe (todo mundo nos anos 80 tinha o hábito de freqüentar bancas de revista). A capa era muito impactante "o duelo do século”, Capitão contra Capitão e ao fundo os olhares atônitos de Falcão e Buck. Escrita por Steve Engleharth e desenhada por Sal Bucema "A origem do outro Capitão América" conta a historia de um jovem que viveu obcecado pelo Capitão e depois de pesquisar por anos tentou duplicar o soro do Super soldado nele mesmo, passando por cirurgias plásticas ficou parecido com Rogers e assumiu o lugar do Capitão no período que o verdadeiro estava congelado. Com a volta do verdadeiro Capitão a ativa e o falso tomado pela loucura provocada pelo novo soro, o confronto entre os dois era inevitável. Fantástica historia e um dos grandes momentos Marvel.

Contribuição do amigo: Giovanni Giugni da CASA DAS IDÉIAS NERD



Capitão América é o nome de vários super-heróis apresentados pela Marvel, desde a década de 40. O personagem foi criado por Joe Simon e Jack Kirby, o primeiro personagem apareceu em Captain America Comics # 1 (março de 1941) pela Timely, antecessora da Marvel. O Capitão América foi concebido como um super-herói patriótico que lutou contra na Segunda Guerra Mundial e foi o personagem mais popular da Timely durante o período da guerra. A popularidade dos super-heróis diminuiu após a guerra e os quadrinhos Capitão América foram interrompidos em 1950, com uma volta de curta duração em 1953. Em 1964, o personagem foi reintroduzido como participante do Universo Marvel.
Os Capitães Américas vestem trajes inspirados na Bandeira dos Estados Unidos e estão armados com um escudo quase indestrutível (feito de uma liga de adamantanium-vibranium). O Capitão América mais famoso e popular e também o personagem original é o alter-ego de Steve Rogers, um jovem franzino que atinge o pico da perfeição humana após receber um soro experimental com o intuito de ajudar os Estados Unidos contra as potências do Eixo. Perto do fim da guerra, ficou preso no gelo e sobreviveu em animação suspensa até ser revivido.
Contudo, dentro da cronologia do personagem e como artifício para arrumar anos de roteiros desencontrados, a Marvel considera que o primeiro Capitão América foi o soldado negro Isaiah Bradley, cujo neto mais tarde se tornaria o Patriota, líder dos Jovens Vingadores. Então Steve Rogers foi o Segundo Capitão. Porém, o seu desaparecimento motivou a convocação de um terceiro Capitão, sendo este o herói da época, William Naslund, o Independente, também chamado de "O Espírito de 76", para trocar de uniforme, assim como um novo Bucky, um jovem ex-jogador de baseball chamado Fred Davis (James Buchanan Barnes, como se sabe, foi o Primeiro Bucky). Esse novo Capitão América continuou atuando mesmo depois do final da guerra, tendo morrido ao salvar o então pequeno e inexpressivo político local John Fitzgerald Kennedy de uma tentativa de assassinato (isso bem antes dele se tornar presidente) nas mãos de um androide chamado "Adam II" - que era, por sinal, a segunda tentativa do Prof. Phineas T. Horton de criar um androide perfeito (a primeira foi o Tocha Humana androide). Com a morte do terceiro imediatamente surgiu Jeff Mace que, na época, era o herói conhecido como Patriota e este assumiu o uniforme até se aposentar.
Mais tarde, na virada dos anos 1950 para 60 surgiu o quarto Capitão América, William Burnside, um professor que sintetizou a fórmula para o "soro do super-soldado", injetou em si mesmo e se tornou o Capitão. Ele também tinha um parceiro chamado Bucky, Jack Monroe que mais tarde assumiu a identidade do vigilante conhecido como Nômade.

Na era moderna o Capitão América dos anos 1950 ou então o Capitão América IV apareceu completamente insano, tendo ficado prisioneiro do FBI durante a década de 1960, foi um dos mais perigosos inimigos do Capitão América original e tornou-se o vilão: "Grande Diretor". Acabou por cometer suicídio.
Ney Bellas
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TRASH MOVIE: A Coisa (The Stuff) - 1985


A Coisa (The Stuff) - 1985

É um filme de terror despretensioso, com uma produção de baixo orçamento e com elementos de humor negro. De modo bem conciso é sim a melhor forma de descrever este clássico filme TRASH. Com direção e roteiro de Larry Cohen, um nome bem conhecido no cinema B, sendo o criador das séries de filmes com um bebê assassino, iniciada com Nasce um Monstro (It´s Alive, 74), e com um policial psicopata, Maniac Cop (88). Além também de escrever as histórias de filmes mais comerciais como Por Um Fio (Phone Booth, 2002), com Colin Farrell, Forest Whitaker e Kiefer Sutherland, e Celular – Um Grito de Socorro (Cellular, 2004), com Kim Basinger.
Na história, há um tipo de iogurte com marshmallow sendo comercializado e que vicia todos que o consomem. Em dado momento os protagonistas descobrem que a coisa é uma curiosa substância gosmenta encontrada por mineradores e que por possuir um sabor agradável ao paladar humano, passa a ser comercializada em larga escala. Não bastasse saberem isso, logo ficam sabendo que “A Coisa” é um parasita alienígena que engana suas vítimas, tomando o controle de suas mentes e depois consumindo seus corpos por dentro, se alimentando das entranhas e transformando as pessoas em cascas vazias, enquanto se prepara para conquistar a terra.
O interessante é que o filme tem aquele estilo nostálgico que lembra as produções dos anos 50, onde a coisa seria considerada uma espécie de metáfora da paranoia dos americanos contra uma invasão comunista, algo que era bem típico nos argumentos dos filmes de ficção científica daquele conturbado período da guerra fria. Outras mensagens presentes na história dão ênfase a sociedade descontrolada e consumista, vitimas do poder da propaganda, pois a coisa é largamente divulgada em comerciais de televisão chamando a atenção dos consumidores famintos por experimentar seu sabor.
Tem também o alerta para a selvagem concorrência dentro do mercado, com espiões industriais espalhados para todos os lados e conspirações para segurar o interesse dos clientes, além da facilidade de propagação do tráfico ilegal de um produto proibido, como sugere o desfecho da história.
Contribuição do amigo: Márcio Simão



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terça-feira, 23 de agosto de 2016

MEMÓRIA NERD: O SOMBRA


Hoje gostaria de relembrar O SOMBRA (THE SHADOW) que é lembrado por muitos pelo filme nos anos 90 e que eu curti bastante. Pra falar a verdade, ainda gosto muito! O interessante é que pouca gente sabe que também é uma adaptação, de certo modo de quadrinhos, mas o personagem em si tem uma origem ainda mais remota e interessante. Curioso? Vamos lá...

O Sombra é um filme de 1994 baseado no personagem de mesmo nome criado por Walter B. Gibson em 1931.
O filme lembra o universo do Batman dos anos 90: Um herói atormentado, um vilão esquisito, algumas cenas exageradas, aquele clima policial dos anos 30 típico em filmes dos anos 90 e um humor que funcionava melhor na época. Adicione uma bela mocinha (Penelope Ann Miller ) e umas cenas de ação legais. Os (de)efeitos especiais não são o ponto forte, mas ajudaram bastante. Um típico filme B. A atuação de Alec Baldwin (O Sombra) é modesta, mas convincente. Particularmente, acho que ele ficou bem no personagem. A História é bem simples: Temos um herói, sua “origem”, uma mocinha que tem um pai cientista que acaba sequestrado pelo vilão, que obviamente tem um plano de dominar o mundo. Ainda assim o filme dá conta do recado e diverte muito.
Neste filme temos a mocinha sedutora Margo Lane (Penelope Ann Miller). Seu pai é Ian McKellen (Magneto, Gandalf). O papai cientista é feito refém pelo vilão Shiwan Khan (John Lone), um suposto descendente do conquistador Mongol Gengis Khan. Já Lamont Cranston (The Shadow) obteve seus poderes e habilidades sobrenaturais de um clã místico tibetano. A direção de Russell Mulcahy (primeiros Highlander e o 3º Resident Evil) é esforçada e mesmo com dificuldades comuns daquela época, ainda assim dá conta do recado.  Em resumo é um bom filme com certo tempero de nostálgia e, sem dúvida,  é um representante das primeiras tentativas de fazer bons filmes de super heróis. Um filme que diverte com momentos engraçados (trash movie), bem produzido e com uma boa trilha sonora. Os tons sombrios e a ação completam com chave de ouro essa pérola nerd.
Link para o filme: O Sombra
Mas não vamos ficar apenas por aqui, vamos além...

O Sombra é um personagem criado de uma maneira diferente em 1931. Walter B. Gibson era então o narrador de um programa de rádio sobre histórias de detetives que estava fazendo muito sucesso. Essa fama deu a ideia aos donos da editora Street & Smith de criar uma revista pulp (papel jornal, preço baixo e alta tiragem) com um personagem chamado: The Shadow.
 Já no programa de rádio, The Shadow era um impiedoso vingador mascarado que é, na realidade, o milionário Lamont Cranston. Na transmissão pelo rádio, vários atores emprestaram sua voz ao Sombra, entre eles Orson Welles. A noiva do Sombra, Margo Lane, era dublada por Agnes Moorehead.
Era descrito aos ouvintes como um homem dono de um característico nariz aquilino e ameaçadores olhos negros, sempre de chapéu, casaco e capa pretos, com a boca coberta por um lenço vermelho e um anel com um rubi enorme chamado Girassol. Usava duas pistolas calibre 45 e pontaria perfeita. Também dominava o controle da mente humana através da hipnose, podendo até desaparecer diante de seus inimigos.
O Sombra salvou diversas pessoas as quais recebiam o seguinte recado: "A sua vida agora me pertence", então as fazia suas agentes. O Sombra exigia de seus subordinados submissão total e não gostava de ser questionado.
Esta achando interessante? Então tem mais...

No Brasil, a estréia do seriado foi precedida da publicação das novelas originais pelo Suplemento Policial em Revista e das histórias em quadrinhos por O Lobinho. Isto, ainda, no início da década de 40. O seriado começou a ser transmitido pela Nacional no dia 16 de novembro de 1943.
Não recomendado para menores de 14 anos 
Uma gargalhada aterradora, por contraditório que pareça, fazia a alegria das tardes infanto-juvenis nos anos 40 em algumas cidades do Brasil. A voz cavernosa de Saint-Clair Lopes ecoava nos receptores, perguntando:
– Quem sabe o mal que se esconde nos corações humanos?Para ele mesmo responder: – O Sombra sabe... ha,ha,ha!
Ao estilo do que já ocorria nos Estados Unidos, O Sombra associa-se a outros produtos culturais, como as histórias em quadrinhos. Irradiado pela Farroupilha para todo o Sul do país, o seriado constituía-se em uma vantagem competitiva proporcionada pela então recente ligação da PRH-2 com os Diários e Emissoras Associados, de Assis Chateaubriand.
Patrocinado pela Gillete, O Sombra estréia, na capital gaúcha, às 19h do dia 6 de julho de 1944, precedido de algumas reportagens publicadas no Diário de Notícias. O seriado já fazia sucesso há seis anos nas rádios dos Estados Unidos. No Brasil, era transmitido pela Tupi, de São Paulo, e pela Nacional, do Rio de Janeiro. Junto com a Farroupilha, também a Rádio Clube de Pernambuco, de Recife, começou a irradiar as aventuras do assustador herói. O jornal dos Associados faz ampla publicidade de O Sombra:

“Esse personagem tão temido, entretanto, é um homem de carne e osso como todos nós, mas como nenhum de nós possui um poder sobrenatural: há muitos anos na Índia, ele conquistou, através do ocultismo, a invejável faculdade de se tornar invisível – prendendo os inimigos no mais flagrante delito, não raro empenhando-se em brigas perigosíssimas para si e para quem conhece sua noiva, a linda Margot Lane, a única aliás que conhece o segredo de o Sombra. Esse homem de carne e osso não é outro senão Lamont Craston, jovem rico e elegante, possuidor de excelente ilustração e praticante de esportes como todo bom americano”. Além da frase inicial, o alter ego de Craston recorria a outros bordões como “O crime não compensa” e “As sementes do crime produzem frutos amargos”.

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Ney Bellas

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

POR TRÁS DOS QUADRINHOS: THE FLASH

The Flash é um personagem que foi criado pela DC Comics e que tem como poder Super Velocidade que permite correr a super velocidades que vão de quase perto da velocidade da luz, na velocidade da luz e até mesmo superior a luz. Este manto já foi usado por diversos personagens em diversas eras dos quadrinhos, mas foram três que se destacaram, que foram:

Jay Garrick (era de ouro dos quadrinhos)
Barry Allen (era de prata) 
Wally West (era moderna dos quadrinhos).
Além da super velocidade, o herói possuía outros poderes derivados da super velocidade, como super reflexos, capacidade de regenerativa e de cura acelerada, guardar grandes quantidade de conhecimento e fazer uso deles por uma quantidade de tempo, passar por objetos sólidos e uma aura de proteção que o protege dos efeitos do atrito da sua alta velocidade e de quedas, também pode aplicar golpes como soco da massa infinita e disparar os relâmpagos que ficam entorno de seu corpo. Além disso, ele pode se locomover tão rápido, que ele pode viajar no tempo ou entre dimensões. Na realidade seus poderes contrariam as leis da física.
Após a entrada do Flash Wally West em 1985, após o evento Crise nas infinitas terras, foi trabalhado um novo conceito que explicava os poderes de todos os Flashs que era a Força de Aceleração, que é uma campo de energia vivo é consciente que dá todos os poderes que o herói possui. Na realidade esta é a origem de seus poderes. E graças a este campo de energia que o Flash pode fazer tudo isso.
A força de aceleração foi retratada muito nos quadrinhos e foi ela que permitiu que o Barry Allen retornasse, pois ele havia morrido no evento crise nas infinitas terras, já que ele correu em alta velocidade ao entorno da maquina do antimonitor, com isso começou a se tornar energia pura e voltar no tempo, até o momento em que ele foi atingido pelo raio, na realidade ele se tornou o próprio raio que o atingiu. Mas ao atingir ele mesmo, ele foi tragado para a força de aceleração. Depois de muito tempo ele conseguiu sair da força de aceleração voltando a ser o Flash.
Como já disse anteriormente, foram 3 personagens que carregaram o manto do Flash.
O primeiro foi em 1940 e o nome do personagem era Jay Garrick que foi criado pelo escrito Gardner Fox e pelo artista Harry Lampert. Jay era um estudante de física que ao inalar gases oriundos de água pesada, adquiriu super velocidade, podendo correr próximo a velocidade da luz. Jay usava uma calça azul e camisa longa vermelha com um relâmpago amarelo em seu peito e tinha um elmo com asas igual ao do personagem da mitologia grega Hermes. Além disso não usava mascara ocultando sua identidade vibrando seu rosto para que ele ficasse borrado. (igual ao Flash da serie da Warner, que fazia isso para que as pessoas próximas não o reconhecesse). Ele combatia o crime na cidade de Keystone City. Ele foi fundador da Sociedade da Justiça. Na realidade depois passamos a saber que ele era de uma Terra Alternativa, que era conhecida como Terra 2. No Brasil ele ficou conhecido como Joel Ciclone. Como a crise nas infinitas terras, toada a noção de terras paralelas foi extinta, ficando apenas uma unica terra e as realidade foram unidas, sendo que Keystone e Central City se tornaram cidades uma ao lado da outra. E o Jay agora e lembrado como um combatente do crime da década de 40 nesta unica terra. Após o evento Flashpoint, novamente a Terra 2 e criada e o Jay agora um jovem numa terra que havia enfrentado uma guerra contra Apokolipse, se recuperava, eis que o Jay presencia a queda de um meteoro, mas na realidade não era um e sim o Deus Grego Hermes que estava moribundo e avisava sobre uma invasão e que os Deuses Gregos não foram páreos para o que estava por vir e que antes dele morrer iria passar seus poderes para o Jay. Hermes passa seus poderes e dessa forma Jay que agora se chama Flash. Seu uniforme e bem diferente do anterior, uma roupa bem parecida com a do Jay Garrick do seriado.
Com o desuso do Jay Garrick, a DC resolve recriar o personagem, Em 1956, era de prata dos quadrinhos o novo Flash é criado pelas mãos de Gardner Fox e Carmine Infantino. Este novo Flash tem uma origem bem diferente. O cientista Forense Barry Allen estava trabalhando numa noite chuva em seu laboratório, quando um raio entra pela parabólica e acerta Barry e o joga num armário de produtos químicos, ele cai inconsciente e quando acorda ele esta diferente, agora tem uma supervelocidade. Ele decide usar sua velocidade para ajudar as pessoas e combater o crime. Ele cria um uniforme todo vermelho com uma mascara com asas e com um simbolo de um relâmpago no peito. Ele é muito mais rapido, pode correr na velocidade da luz. Ele com o tempo cria um anel para guardar seu uniforme, quando precisa aperta um botão e o uniforme aparece (mais a frente com o poder da força da aceleração, ele não precisa mais disso, podendo criar o uniforme quando deseja apenas construindo ele usando a energia da força da aceleração). Ele se junta a Liga da Justiça e junto de grandes icones da DC (Superman, Mulher Maravilha, Batman, Lanterna verde, Aguaman e Caçador de Marte). Em 1959 o sobrinho da Iris West, Wally West (futuro Flash) e introduzido nas aventuras do Flash como seu parceiro, recebendo o nome de Kid Flash, que temos mais tarde seria membro da Tropa Titã e depois dos Novos Titãs. O engraçado e que o mesmo acidente que deu os poderes do Flash aconteceu com o Wally, quando o Flash examinava uma maquina estranha. Com o tempo, Flash e Kid Flash atuaram juntos. Em 1985 com o advento Crise nas infinitas Terras, o Fash ao investigar uma ameaça cósmica ao viajar pelo tempo e pelas diversas dimensões e capturado pelo Antimonitor. Ele é preso e quando consegue se soltar percebe o plano do vilão que ameaça destruir toda a realidade usando um canhão de antimatéria. Determinado a deter seus planos, corre a altíssima velocidade ao redor da maquina, fazendo a antimatéria retornar para a maquina. No processo ele vai viajando no tempo e se tornando energia, que o faz voltar até o exato instante e que ele mesmo e atingido pelo raio. Na realidade o Barry se tornou o próprio raio que o atingiu.
Com o evento das infinitas Terras, o segundo Flash Barry Allen Morre e seu sobrinho Wally West assume o manto de Flash, isso em 1985. Diferente dos anteriores, Wally opta por não esconder sua identidade secreta, e também com sua velocidade limitada a no máximo a velocidade do som (devido a uma doença que teve que o estava matando toda as vezes que usava seu poder e ter sido atingido pelo raio do antimonitor o curando). Ele se torna um ds Flashs mais diferentes, tento que lidar com sua limitação de velocidade em comparação com os anteriores. Na saga invasão, quando uma raça de 4 raças tenta invadir a Terra, por causa da quantidade de meta humanos que o planeta gera, ele querem conquistar ela para usar os humanos como arma. Um cientista a raça Dominions detona uma bomba genética que afeta todos os meta humanos e com isso tira os poderes do Flash West que para recupera-lo se submete os mesmo processo que deu os poderes ao Barry e a ele. O experimento dá certo e aumenta bastante o poder do Wally. Nesse período e que começa a surgir a noção da Força de Aceleração, sendo responsável pelos poderes de todos os Flash. O Flash Wally, ficou sendo um dos flashs mais famosos e também o mais rapido, podendo correr muitas vezes mais rapido do que a luz. Certa vez o Wally conseguiu salvar a população inteira de uma cidade de uma explosão nuclear, pegando cada pessoa de uma vez, salvando a todos. Em 2009 Geoff Johns e Ethan Vansciver iniciam a saga Flash Rebirth, onde trouxeram Barry Allen de volta a vida. Mesmo com o a volta do Barry, Wally continuou como Flash. Wally era casado com a repórter Linda e tinha dois gêmeos que tinha poderes.
Em 2011, a DC iniciou Flashpoint que mostrava o Barry voltando no tempo e trazendo sua mãe de volta a vida. Como esta atitude do Barry, o tempo foi alterado e o mundo ficou presso numa guerra entre os Atlantes liderados por Aquaman e as amazonas lideras pela mulher Maravilha. Com o final desta saga o universo dos quadrinhos da DC foi modificado, criando os Novos 52. Nesta saga nunca existiu o Wally West que substituiria o Barry. Aquele Wally sumiu entre as dimensões com sua esposa e filhos. Nesta nova realidade novamente as terras paralelas voltaram a existir e muitos eventos que ocorreram antes foram reescritos. Posteriormente veio a existência de um novo Wally West negro que viria a se tornar Kid Flash.
Como evento convergência e depois Renascimento Wally West volta a vida, trazido de volta pelo Barry que se lembra de toda a sua vida anterior antes de Flashpoint.
Existiu várias animações onde o Flash Barry Allen e retratado, na década de 70 e 80 tivemos os superamigos nos anos 2000, tivemos a liga da Justiça e depois liga da justiça sem limites onde o Wally West e retratado como Flash. Alem disso tivemos a animação Justiça Jovem onde tivemos o Flash e o Kid Flash. Tivemos varias animações especiais onde Barry e retratado.
Ex: 
Liga da Justiça - A Nova Fronteira
Liga da Justiça: Crise em Duas Terras
Liga da Justiça: A Legião do Mal
Liga da Justiça: Ponto de Ignição
Liga da Justiça: Guerra
Liga da Justiça: Trono de Atlântida
Batman Sem Limites: Instinto Animal
Batman Sem Limites: Caos Monstruoso
Liga da Justiça vs Jovens Titãs
Além disso tivemos na década de 90 um filme da liga da justiça onde aparece o Flash. O Filme e horrível é apresenta o Flash como um carteiro.
Em 1991 ainda tivemos um seriado do Flash que foi feita pela Warne, que valeu pelos efeitos especiais. A série teve 21 episódios. John Wesley Shipp viveu o Barry Allen/Flash, onde era ajuda pela Christina "Tina" McGee que foi vivida pela atriz Amanda Pays.
Em 2014, surge uma nova serie The Flash, dessa vez vivido pelo ator Grant Gustin. Esta serie, tem muitas referencias dos quadrinhos e traz também dois atores que já participaram da serie anterior o John Wesley Shipp que foi o Barry/ Flash na serie anterior e que nesta vive o pai do herói e a atriz Amanda Pays que vive sua mesma personagem da serie anterior Tina McGee.
Uma curiosidade, o Flash que aparece na serie Reino do Amanhã e o Wally West.
Este texto é uma colaboração do amigo: Marcello Paulino (Diário de Bordo)
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MEMÓRIA NERD: UFO, A SÉRIE (1970)

UFO - A SÉRIE (1970)



UFO foi uma série de TV britânica de ficção científica, criada por Gerry Anderson e Sylvia Anderson, produzido pelas companhias Century21 Production e Incorporated Television Company (ITC) e apresentado originalmente pela ITV, na Inglaterra, entre 16 de setembro de 1970 até 24 de julho de 1971, num total de 26 episódios de aproximadamente 50 minutos cada.
A premissa da série era bastante simples: num futuro distante, 1980 (temos que lembrar que a série foi produzida no início dos anos 70) a terra sofre um grande ataque por parte de uma desconhecida raça de alienígenas, cujos objetivos nunca ficaram bem claros.
Somente alguns episódios nos dão uma vaga idéia, de que o plano dos alienígenas era raptar os humanos e utilizar "alguns órgãos humanos" para fazer transplantes nos seres mais envelhecidos de sua raça e dessa maneira prolongarem suas vidas.
A principal arma  que os alienígenas tinham eram os seus discos voadores, mas também tendiam a fazer uma espécie de "guerra psicológica", criando alucinações nos seres humanos, criando dubles, manejando mentes, entre outras coisas do gênero.
Para impedir estes ataques, o governo terrestre decide criar uma poderosa organização militar, para repelir estes ataques e assim é criado a SHADO (Supreme Headquarters Alien Defence Organisation), algo como um Quartel General Supremo da Organização de Defesa Alienígena.
Esta organização contava com várias pessoas para combater os extraterrestres, bem como uma base na Lua, uma rede de satélites, submarinos e os famosos interceptadores que eram naves de combate bastante parecidas com os Vipers, da série Galáctica, que carregavam um míssil somente, mas muito eficiente.
Elenco:
• 1.1 Comandante Ed Straker (Ed Bishop)
• 1.2 Coronel Paul Foster (Michael Billington)
• 1.3 Tenente Gay Ellis (Gabrielle Drake)
• 1.4 Coronel Alec Freeman (George Sewell)
• 1.5 General James Henderson (Grant Taylor)
• 1.6 Coronel Virginia Lake (Wanda Ventham)
• 1.7 Capitão Peter Carlin (Peter Gordeno)
• 1.8 Tenente Nina Barry (Dolores Mantez)
• 1.9 Capitão Lew Waterman (Gary Myers)
• 1.10 Tenente Keith Ford (Keith Alexander)
• 1.11 Tenente Ayshea Johnson (Ayshea Brough)
• 1.12 Dr. Doug Jackson (Vladek Sheybal)
• 1.13 Tenente Joan Harrington (Antonia Ellis)
• 1.14 Senhorita Ealand (Norma Ronald)


O conteúdo desta postagem é uma contribuição do amigo: Alexandre Rolim

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UFO 1970 - T1E01 - Identified - Identificado (Legendado em Português BR) exibido em 16 de setembro de 1970
SINOPSE:
Após 10 anos de planejamento, a SHADO entra oficialmente em operação e intercepta o seu primeiro OVNI. Um piloto alienígena é capturado e se descobre nele órgãos humanos transplantados.

Atores convidados:
Shane Rimmer e Michael Mundell


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Ney Bellas


domingo, 21 de agosto de 2016

Review: Marvels (Editora Salvat)

Leia o review sobre Graphic Novels Marvel #13 – Marvels, que reúne a minissérie Marvels, escrito por Kurt Busiek e desenhos de Alex Ross, lançado pela Editora Salvat.


Análise:
Tudo começou quando o fotógrafo Phil Sheldon teve seu primeiro contato com um estranho e poderoso ser que foi chamado de Tocha Humana, um sintozoide criado pelo cientista Phineas Horton no fim da década de 1930. Em seguida, das profundezas soa oceanos surge Namor, o Príncipe Submarino. Phil Sheldon acabou se envolvendo a tal ponto que se tornou um dos principais fotógrafos das “maravilhas” e até escreveu um best-seller. Os vários anos testemunhando através de seus olhos (e suas lentes) os vários acontecimentos do universo Marvel trouxeram a sua cota de realizações e frustrações.

Uma obra-prima lançada pela Marvel Comics sob a tutela de um profundo conhecedor desse universo – Kurt Buseik. É interessante notar que, apesar de presenciar grandes e pequenos eventos registrados nas HQs Marvel, alguns deles forma decisivos em sua vida, tanto profissional, quanto pessoal – a primeira vinda de Galactus quando a Terra esteve para ser consumida, não fosse a intervenção de Reed Richards e o sacrifício do Surfista Prateado, e a morte de Gwen Stacy. Sem mencionar seu primeiro contato com os X-Men.

À medida em que testemunhava não somente esses acontecimentos, mas principalmente a reação das pessoas, Phil se deparava com a intolerância, ingratidão, ignorância e o egoísmo. Apesar de tudo, no final das contas, é perceptível que Busiek deseja retratar o fotógrafo jornalista como ele, de fato é – apenas um ser humano, no meio de seus semelhantes. Os desenhos de Alex Ross são praticamente uma unanimidade no meio dos quadrinhos e está acima de qualquer análise. Uma leitura obrigatória de uma das mais sublimes homenagens ao “maravilhoso” universo Marvel, uma verdadeira prova de amor. Não deixe de ler.

“Não éramos mais os protagonistas, éramos espectadores”.


Por Roger

sábado, 20 de agosto de 2016

Review: Homens-Aranha (Editora Panini)

Leia o review de Homens-Aranha, encadernado que reúne as edições #1-5 da minissérie Spider-Men, escrito por Brian Michael Bendis e desenhos de Sara Pichelli, lançado em agosto de 2013 pela Editora Panini.


Sinopse:
Ao perseguir um vilão, Peter Parker, o Espetacular Homem-Aranha, vai parar em uma outra realidade muito parecida com a sua, mas com pequenas e marcantes diferenças. Para a sua surpresa, nesse mundo ele morreu! E o Homem-Aranha é o jovem Miles Morales! Uma aventura inédita, reunindo os heróis aracnídeos do Universo Marvel e de Ultimate Marvel. Juntos pela primeira vez, enfrentando vilões dos dois mundos para salvar as duas realidades!

Review:
Enquanto fazia sua ronda noturna, o Homem-Aranha se depara com Mystério. Durante um breve confronto, ele é sugado por um estranho aparelho e vai parar no universo Ultimate, onde Peter Parker está morto e Miles Morales assumiu o manto. Além de precisar voltar para casa, Peter do universo 616 conhece a tia May e Gwen Stacy versão Ultimate.

Uma ideia bem interessante, afinal, inserir o Homem-Aranha 616 no universo Ultimate pós-morte de Peter Parker poderia render bons momentos de interatividade entre os dois Homens-Aranha, além da tia May, Gwen e MJ. E isso até aconteceu, mas acredito que, se a minissérie fosse mais longa, essa interação seria melhor desenvolvida. A presença de Peter 616 deve ter uma profunda influência na vida de May, Gwen, MJ e Miles, pelo menos, deu essa impressão. De qualquer forma, acho que poderia ter sido melhor.


Por Roger

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

40 casos bizarros de histeria coletiva - parte 4

https://www.youtube.com/watch?v=3Eox1ogr3SE.
Por fim a última parte do especial de casos de histeria coletiva. Apreciem:
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Objetos infectados – em 1630, Milão ainda tentava se recuperar de um surto de peste bubônica (a famosa “peste negra”) que tinha dizimado cerca de um milhão de pessoas. Acreditando que tudo tinha começado com a água contaminada dos poços públicos, o uso dessa água foi proibido e os poços foram lacrados, sendo pintado sobre os tampões de madeira e pedra a imagem de uma caveira. Os objetos como baldes, copos e cordas usados pra tirar a água também foram destruídos para evitar mais contaminações. Porém, de repente a peste voltou e as pessoas temeram que outros objetos também estivessem contaminados, onde bastava tocá-los para sentenciar a si próprio à morte. O pânico foi tão intenso que um feirante que limpava e lustrava algumas frutas foi preso e arrastado até um juiz que o fez comer o pano para provar que estava limpo. Assustado, ele se engasgou com o pano e morreu, o que fez com que o juiz entendesse que o pano estava infectado. E a coisa só piorou: um barbeiro foi acusado de carregar a praga na tesoura depois que um de seus clientes contraiu a peste, a dona de uma pensão foi acusada de infectar um grupo de viajantes com a sopa de seu caldeirão e um comerciante foi acusado de infectar um soldado depois de lhe dar água em uma caneca. As conclusões dos agentes sanitários eram ainda mais bizarras, sendo que alguns descreviam que sopas e sabões eram misturados com amostras de saliva de cadáveres infectados para disseminar a peste. Todos os mais de 200 acusados foram torturados para confessarem o pacto com o demônio, que tornou os objetos mortais, e depois foram executados. Os objetos passaram por um ritual de exorcismo para purificação. A verdade é que as pulgas dos ratos eram a causa da peste e tudo foi resolvido quando começaram a manter as cidades limpas, principalmente as casas, se livrando dos ratos.
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Cortem-lhe a cabeça! – eis uma ideia que a Rainha de Copas de Alice no País das Maravilhas iria adorar! No interiorzão da Malásia, onde até o vento faz curva, surgiu um boato no começo do século passado de que o governo estava contratando caçadores de cabeças afim de obter material suficiente para construir pilares de novos edifícios e pontes. As pessoas acreditaram tão piamente nisso que se escondiam em casa quase o dia todo e a cada nova construção, o pânico aumentava. Mas a coisa piorou mesmo em 1979, quando os moradores da ilha de Bornéu ouviram boatos de que o governo estava raptando pessoas afim de fortalecer uma ponte. As escolas não abriram por um bom tempo e grupos de pessoas vigiavam a área. Mas não seria mais fácil construir com concreto ao invés de ossos? É uma ideia de fato estranha, mas não para eles que vem de tribos seculares ou milenares e tem uma cultura essencialmente ligada ao misticismo e brutalidade.
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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Top 20 Vendas (EUA) – Julho de 2016

A Diamond publicou a lista das HQs mais vendidas em julho de 2016 nos EUA. Confira o top 20:

01) Justice League #1 (DC)

02) Justice League Rebirth #1 (DC)

03) Batman #2 (DC)

04) Civil War II #3 (Marvel)

05) Batman #3 (DC)

06) Nightwing Rebirth #1 (DC)

07) Civil War II #4 (Marvel)

08) New Super Man #1 (DC)

09) Nightwing #1 (DC)

10) Hal Jordan and the Green Lantern Corps Rebirth #1 (DC)

11) Hal Jordan and the Green Lantern Corps #1 (DC)

12) Wonder Woman #2 (DC)

13) Flash #2 (DC)

14) Titans #1 (DC)

15) Superman #2 (DC)

16) Detective Comics #936 (DC)

17) Batgirl and the Birds of Prey Rebirth #1 (DC)

18) Superman #3 (DC)

19) Flash #3 (DC)


20) Batgirl #1 (DC)

Hmm

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