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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DAQUI À 2 DIAS!


O trabalho na vida civil é péssimo por ter que lidar com incompetentes gananciosos? Afundando numa leitura compulsiva do Quarteto para escrever um texto que não se encaixa com um ultrafoda mega post? Sem inspiração pro xadrez? Sem tempo pra responder os amigos no g+? Escrevendo qualquer porcaria pra não deixar o blog parado? Bem, todos esses problemas acabaram! Já que daqui há 48 horas liberam Defensores na Netflix, e vou parar tudo pra assistir. E vindo de mim, um cara que assiste não mais que três séries por ano, é uma conquista; Fiquem com esse vídeo de quase 3 minutos comentado pelos atores acerca de seus trabalhos:



Embora ainda acho esse uniforme do Demolidor um pouco estranho, mesmo estando mais que justificável nas temporadas da série:

GTA: Defender Mode.


Quando teremos isso?! 


domingo, 13 de agosto de 2017

O MELHOR PAI DOS QUADRINHOS


Particularmente, nunca tive um pai (embora a vida me tenha me proporcionado alguns de criação), mas os gibis sempre me foram como uma uma família, e nesse incluso. Em vez de listar vários melhores pais dos quadrinhos, gostaria de listar aqui abaixo o melhor de todos para mim: O TIO BEN. Não desmerecendo a origem do Aranha na Amazing Fantasy, no universo ultimate, tivemos uma explanação maior do universo do Parker antes da picada da Aranha, e um vislumbre ainda maior do velho Ben. "Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades" talvez seja a maior e mais atemporal frase que qualquer pai possa dizer a um filho, ousaria dizer que a síntese de como se levar uma vida limpa e honrada resumida em seis palavras. Batman, Super-Homem, Mulher-Maravilha (aqui a mãe fazendo ambos papeis) também tiveram grandes predecessores, há até os que com a ausência, como Hulk ou Justiceiro, que tornou mais duros, porém ambiciosos e serem pais melhores que os que tiveram. Os deixo com alguns trechos do Tio Ben em ação, e para os que tem o velho vivo, se lembrem, claro, que "dia dos pais" é todo dia. E vou ali pro QF...



"Saia dessa, você consegue."


quinta-feira, 10 de agosto de 2017

THE PULSE (JESSICA JONES?) #01 - #14


Eletrificado pelo sucesso contra todas as apostas de Ultimate Spiderman, Brian M. Bendis “desenterrou e atualizou” vários dos personagens que hoje brilham ao “público civil”, sendo dois deles Jessica Jones e Luke Cage. Logo o careca estaria pondo as pesadas mãos nos Vingadores e o resto é história, estando ele até hoje na Marvel, como o fiel “faz tudo” da editora há quase 20 anos, mesmo que com histórias por vezes lhe prestem um desserviço a sua reputação, o deixando afamado de ser “o cara que só sabe escrever diálogos em excesso, prometer um grande final e entregar só alarde”.

Mas seu casal particular, os “Cages”, perduram como uma das poucas escritas que permaneceu sólida até hoje vindo dele, talvez até a única, visto que nem o Peter Parker do universo ultimate restou. Com um “Q” de Marvels, essa relação que culmina em um bebê é a força motora maior desses 14 números, por mais que aja excessos e tropeços com sagas megalomaníacas, tire a fumaça e o incêndio em volta, e tudo o que teremos será um conto puramente Marvel, onde por de trás das “máscaras” encontraremos seres humanos que se preocupam, sofrem, nada ficando superiores a nós.

#01 - #05: AR LEVE

Roteiro: Brian Michael Bendis
Desenhos: Mark Bagley

“Meu nome é Terri Kidder. Eu vou ser despedida.”

Um cadáver abandonado jaz em um reservatório de água, exposto ao público do Central Park, tal qual uma bolha prestes a estourar, ele fará muitos “podres” do universo Marvel serem remexidos, atendendo a principio pelo nome de: Norman Osborn. Em duas outras narrativas, um desacreditado, -- e por quê não desesperado com seu trabalho – Ben Urich, amarga uma possível demissão e esquecimento, enquanto Jessica Jones pensa em uma vaga no Clarim Diário um tanto peculiar. É dessa premissa alternante, que BMB tentar dar alguns passos já ousados dentro do universo tradicional da editora, seu pecado, entretanto, é inicialmente escrever de forma que os personagens parecem ser do "ultiverso", a escolha do próprio Bagley fica em parte desconfortável, por algumas representações suas seguirem essa “falha” do Bendis. Vale mencionar também, que na busca por “quebrar tabus”, algumas resoluções do arco, apesar de engraçadas, podem soar um pouco... “forçadas” demais, embora, essencialmente, podemos classificar essa leitura como a introdução de Jessica Jones e Luke Cage como casal nesse universo, ideia usada antes na famosa série “ALIAS” da Marvel Max. Destaque positivo para Bem Urich, e negativo para Norman Osborn, que apesar do protagonismo, age de forma excessivamente aleatória, mesmo se tratando do “Duende Verde”. Esse primeiro arco será reimpresso em encadernado da Salvat, capa vermelha, como mostra esse post do Roger.



Nota: 6.0

#06 - #09: GUERRA SECRETA

Roteiro: BMB
Desenhos: Brent Anderson, Michael Lark.

“Ele é meu irmão. Eu não te conheço. Como nos conhecemos? Num jantar? Sabe como nossas vidas são perigosas? Em quão poucas pessoas podemos confiar?”




Um magoado e nervoso Wolverine ameaça fatiar Jessica Jones já nas primeiras páginas. O que levou a isso é uma das propostas desse arco, que aqui já comete o equivoco de deixar de ser um título da Jessica Jones, para ser mais um “derivado” das Mega Sagas. Tudo é uma conseqüência da “Guerra Secreta”, escrita também por BMB, cujo fruto mais duradouro cronológico, foi tirar Nick Fury do cargo de diretor da SHIELD. Aqui, os “fantasmas do passado” voltam a assombrar alguns dos heróis que nem suspeitavam da traição cometida por Fury na época. Com Luke Cage hospitalizado por um desses ataques, Jessica Jones luta para preservar tanto sua criança no ventre, quanto a própria sanidade tentando solucionar esse caso. A enfermeira Claire das séries Marvel / Netflix (suspeito que seja) tem uma participação especial aqui, bem como Punho de Ferro. Em dado momento, uma ótima trama se perde com uma entrada desnecessária da Hydra, e finaliza-se tudo com a célebre de sensação de “muito barulho por nada!”.



Nota: 5.6


#10: DINASTIA M

Roteiro: BMB
Desenhos: Michael Lark

“Eu pensei que tivesse morrido como um herói, com todas as glórias... Mas parece que morri como um idiota, sem nem saber quem puxou meu tapete. O que, sem dúvidas, é um saco, mas ai, eu acordei aqui!”


Um conto breve, com o Gavião-Arqueiro voltando da morte após “Vingadores: A Queda” (e pensar que Bendis se vangloriou por meses de “ser o cara que matou o Arqueiro!), se encontrando na utopia de “Dinastia M”. particularmente, nunca li esse “evento”, mas a breve explanação do Clint Barton me deixou instigado para conferir, embora NADA dessa saga deva ter perdurado até hoje, até ai, o calcanhar de Aquiles de todos esses “blockbusters anuais dos gibis”. Ponto para o escritor, que consegue “vender bem seu produto” em pouco mais que 20 páginas.

Nota: 7.0









#11 - #14: MEDOS

Roteiro: BMB
Desenhos: Michael Gaydos, Matt Rolingsworth, Vc´s Cory Petit



“Podem acrescentar ao rótulo “herói caído”, “herói fracassado”, mas ainda assim, herói. Mas e quanto ao indivíduo por dentro? E quanto a pessoa por de trás da máscara, que pode precisar da nossa ajuda em troca? A pessoa que precisa de ajuda, amigos e amor como qualquer um de nós? Quem vai ajudá-las quando as coisas não saem como deveriam? Quando a tragédia ataca?”


Novamente, a narrativa se divide em dois contos alternantes, embora o maior foco seja o de Jessica finalmente ser mãe, o que foca em Ben Urich e o “falso Demolidor” rouba facilmente a cena. Aqui, Bendis larga o desejo de “chocar” e fecha com chave de ouro em uma narrativa bastante sensível. Primeiramente por mostrar até certo ponto a apreensão que uma mulher pode sentir em ser mãe, ainda mais se tratando de uma com superpoderes, exposta a todo tipo de ameaça, isso enquanto pode ser taxada futuramente de”vagabunda” por “ter um filho fora do casamento”, mesmo no século XXI. E na outra, o roteirista parodiando o estilo de reportagem de massa “Por onde anda tal artista”, revela “por onde anda” um antigo personagem da editora chamado “Demolição”. É doloroso acompanhar o fundo do poço que um herói pode chegar, mesmo algum “de escalão Z”, ao tempo que dispara na cara do leitor uma pontual crítica sobre como só sabemos adorar nossos ídolos, quando eles estão no auge, sempre os cobrando sem nunca parar para ter real preocupação.




Nota: 8.0



A ESQUERDA ATUAL RESUMIDA EM UMA TIRINHA:


Vi na Liuka, do blog UMAD, que pode ser acessado AQUI.


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Review: Batman do Futuro (2011)



Review de Batman do Futuro, do encadernado Batman Beyond: Industrial Revolution, com roteiro de Adam Beechen e desenhos de Ryan Benjamin. Originalmente em Batman Beyond (Vol.4) #1-8.


Comentários:

Edição #1: Carson Jatts lidou durante muito tempo com seres metahumaons e seu corpo tem absorvido muita radiação. Agora, com pouco tempo de vida, Jatts adquire os poderes do antigo vilão, Dr. Alquimia, e ameaça reféns dentro do mesmo shopping em que se encontra a mãe e o irmão mais novo de Terry McGinnis, o Batman do Futuro.

Edição #2: Terry está com pressa para salvar sua mãe, seu irmão e os demais reféns, mas antes, precisa lidar com a Liga da Justiça do Futuro. Dentro do shopping, o poder transmutador de Jatts está descontrolado.

Edição #3: Diante da ameaça de Jatts, que agora consegue controlar seus poderes de transmutação, o Batman do Futuro deve unir forças à Liga da Justiça. É claro que isso não deixou Bruce Wayne totalmente satisfeito.

Edição #4: A identidade de Dick Grayson como o antigo Asa Noturna foi revelada. Para ajudar o ex-vigilante, Terry Faz-se passar pelo Asa Noturna enquanto Dick é visto em púbico. Max Gibson, a melhor amiga e braço-direito de Terry/Batman foi hackeada e recebe uma proposta tentadora.

Edição #5: Eventos misteriosos acabam afetando a credibilidade das Indústrais Wayne e suas filiais. Apesar de contar com a ajuda de Terry, Bruce também resolve fazer suas investigações pessoalmente. E a vida de Dana, namorada de Terry, dá uma reviravolta com a súbita aparição de Doug, seu irmão que estava na prisão.

Edição #6: Sem saber que seu pai está por trás dos atentados contra a Wayne/Powers, o recém-libertado da prisão, Paxton Powers é pego em uma explosão junto com o Batman do Futuro. Terry fica sabendo que Dana tem u irmão e que acabou de sair da prisão e voltou pra casa.

Edição #7: O Batman do Futuro é quase derrotado por Derek Powers. Doug, ex-membro da gangue Coringaz tenta reconquistar a confiança de sua irmã Dana, ainda desconfiada. E Max reluta pela oferta tentadora em fazer parte de um conglomerado mundial de terroristas cibernéticos.

Edição #8: O passado trágico e sonhos de infância destruídos pelos horrores da guerra e da ganância parecem não ter época, nem lugar específicos.

Análise:
Este volume de Batman do Futuro possui oito edições e conseguiu desenvolver um pouco mais sobre a vida pessoal de Terry McGinnis, além de suas atuações como o Batman. Houve também a participação da nova Liga da Justiça de forma breve, porém, interessante. Apesar de tudo, muitas questões ficaram sem resolução, abrindo possibilidades para uma continuação. Leitura satisfatória.










Por Roger