domingo, 19 de fevereiro de 2017

Opiniões sobre filmes "nerds" que eu não tenho entendido


Eu já havia comentado com meu amigo Ozymandias Realista que estava procurando reduzir o índice de tretas pra 2017. Mas como o Ryuk do Death Note já dizia, eu estava ficando entediado. Como primeira e última parte desnecessariamente sensível e explicativa desse post, como estamos na Internet vou deixar claro que eu sei muuuuuuuito bem que as pessoas podem ter opiniões diferentes da minha; não vou citar "opiniões que eu não gosto", são opiniões que eu não entendo por passarem a impressão que as pessoas leram e assistiram conteúdos completamente diferentes que os meus, ou falamos outra língua. Que os jogos comecem! 

É a miiiiiiiiiiiiiinha opiniãããããããão! 


Muahahahahahahaha!



10.Star Wars VII desenvolveu representatividade pela primeira vez colocando personagens negros e mulheres







???

Que tinha pouco beleza, você pode dizer que havia um tipo de "cota" só pra não deixar de ter alguns, mas não dá pra dizer que não tinha. Isso chegou ao ponto de eu ver uma lista de "filmes que marcaram a minha vida" em um site e em Star Wars VII a explicação dizia exatamente que havia sido indescritível ver um personagem negro e uma mulher chutando bundas no cinema.

???

Eu não lembro do Finn chutar a bunda de ninguém. Por outro lado quem era mais fanático por Star Wars sempre me dizia que Mace 'negro' Windu era o melhor espadachim da série. Bom lembrar como todos os problemas do Império iam acabar no Episódio III quando ele quase MATOU o Darth Sidious, o deixou implorando por piedade e com aquele visual todo disforme que nós o conhecemos.


O negro só quase matou o principal vilão da série inteira...


9.Descaracterizaram o Superman em "O Homem de Aço" porque ele matou o General Zod

Tá lendo aquilo lá? Escrito "by John Byrne"? Significa "por John Byrne".

Que tem uma maioria de pessoas que viram dois filmes do Superman e falam sobre o personagem como se fossem os maiores entendedores dele sem saberem nem quem é o Brainiac, isso a gente sabe. Como todo personagem de HQ com quase um século de existência, o Superman já passou por muitas mudanças, e haveriam alguns fãs clamando pela essência raiz do personagem. Ou não, né?

"Como a última representação de lei e justiça nesse mundo, cabe a mim agir como juiz, júri e executor."

Parece que o Superman matou o General Zod há uns trinta anos atrás e em uma história muito da clássica, pessoal! O mesmo acontece em um dos poucos filmes bons já feitos do Superman, o segundo com o Christopher Reeve. Sabe a diferença entre esses exemplos antigos e o mais recente "Man of Steel"? A diferença é que no "Man of Steel" o Superman se ajoelha no chão chorando em choque enquanto nos exemplos antigos ele o faz friamente sem demonstrar qualquer remorso pela trupe do Zod.

Mas o Super-Bizarro também sabe disso.


Por que a pessoa alega estar desapontada como fã se ela odeia o personagem acusando um momento impactante do filme de ir contra a essência dele???


???


8.O Batman mata a torto e direito nas HQs


Sempre tem alguém que no início parece zuera, mas depois você vê que a pessoa tá falando sério dizendo que o Batman do Frank Miller, ou das primeiras histórias, gostava de matar as pessoas pra justificar o Batman do Ben Affleck que atropela e mete tiro na cara dos outros. Primeiro, essas HQs que o Batman mata pra tornar seu trabalho mais prático são HQs que ninguém liga, então não sei qual é o sentido de falar isso. Sério mesmo, o personagem não ficou imortalizado por essas histórias. Em outras versões ele só mata em momentos que realmente se destacam, trazendo até um tom dramático pra essas escolhas, vide o final da "Piada Mortal". Não existe qualquer versão consagrada onde ele saia assassinando pra facilitar, se fosse assim não tinha nenhum vilão.


Há quem diga que na versão do Frank Miller ele mata. É, mas ele só mata quando há realmente muita pressão e falta de opções. Isso inclusive trás o tremendo drama nas lutas contra os vilões, ele não passar essa linha. Em nenhuma parte ele pega, "agora chega" e realmente tenta matar o Coringa, o líder Mutante, o Duas-Caras, ou o... Superman. Falando em "O Cavaleiro das Trevas"...


7.O Frank Miller escreve o Batman exageradamente invencível


É uma piada engraçada, visto como o Batman do Frank Miller é fodão, sempre se superando e surpreendendo. Mas caraca, tem gente que fala como se ele fosse mal-escrito de uma forma exagerada que consegue fazer qualquer coisa e sempre vencendo de maneira não convincente.

???

O Miller o escreveu extremamente vulnerável! Na primeira HQ ele já é visto por um criminoso e reclama que é por estar muito velho e já não subir a corda tão rápido quanto gostaria. Depois ele tem uma das derrotas mais marcantes de sua carreira quase sendo assassinado pelo líder da gangue mutante. Na batalha final contra o Coringa ele leva tanta facada que quase apaga, tem que fugir da polícia com vertigem, mais pra lá do que pra cá. Aí a pessoa diz que o Frank Miller escreve um Batman invencível.



???

Cara, será que a pessoa leu mesmo? A batalha contra o Super então. Dá até pra outro tópico, cara!


6.O Batman vence o Superman de maneira forçada



Quando eu noto críticas ou opiniões mais elaboradas em torno disso, eu começo a pensar "Pera aí, isso não pode ser sério". Antes da famosa batalha o Superman sobrevive a uma explosão nuclear. O Batman apanha pra cacete, e isso porque ainda tinha contado com uma armadura poderosíssima, converter a energia da cidade para ela, ajuda da Robin e do Arqueiro Verde que atira UMA FLECHA DE KRYPTONITA! Por fim, apesar de subjugar o Superman (que claramente está se segurando por se tratar de um amigo que ele está enfrentando) o Batman ainda cai com um ataque cardíaco e é carregado nos braços do Superman! Mano, não tem como a pessoa que diz isso ter lido o gibi, cara, é complicado de entender.


5.O Cavaleiro das Trevas Ressurge é uma referência de péssimo fechamento de trilogia






???


4.O Coringa do Jared Leto é como o do Frank Miller


Essa eu ouvi da própria produção. Pensei, "deve ficar legal, interessante". Mano, um Coringa completamente apaixonado pela Arlequina não tem como ser o Coringa do Frank Miller. O Coringa do Frank Miller é gAAAaaaAAaAaay, cara! Essa é uma das características mais marcantes que ele tem. Se refere ao Batman como "querido", vai enfrentá-lo dentro do túnel do amor, passa batom na boca e age de forma afeminada várias vezes.

???


Há quem diga que isso é burrice minha porque é o Coringa do All-Star, musculoso e com tatuagens. Aaaaaah, claro. Então o Miller escreveu dois Coringas. Um é em uma HQ que é considerada uma das melhores já escritas e o outro é de uma série que bem ou mal levou ao final da linha All-Star, de tanto que os editores tavam felizes com o que o Miller tinha pra apresentar. Tipo que... nem é uma boa referência, a gente nem ficou sabendo porque o personagem tava daquele jeito. E mesmo que fosse, tem nada ver. Uma tatuagem é um dragãozão estilo Yakuza, o do filme ficou parecendo um baladeiro topzão. Tem nada a ver, caaaaaara...


3.O Deadpool diz coisas horríveis nas HQs


O filme do Deadpool foi o que teve as opiniões mais dicotomizadas que eu já vi na minha vida. Ou você é fã do personagem e inevitavelmente vai gostar do filme porque ele é uma adaptação perfeita, ou você não gosta dele porque nunca gostou mesmo e nunca vai gostar. Tipo como falam dos filmes do Tarantino. Chegou na metade do filme eu já não suportava mais, Kick-Ass 2 tem uma proposta parecida e eu achei 1.000x mais divertido. Aí todo mundo diz "você não deve gostar da HQs então, porque ficou idêntico às HQs". Meu, eu já li tanta HQ do Deadpool... Na boa, se alguém me enviar print, scan ou foto de uma HQ em que o Wade...

A-Dê cocaína pra uma ex-dependente
B-Faça piada sobre estupro
C-Ou sobre pedofilia...

...eu escrevo um post simplesmente dizendo que não conheço o Deadpool direito. E cara, não pensa que eu tenho o "raciocínio" do editor da Veja e da minha avó de que você joga GTA vai virar bandido; ou dessas feministas que fala que ler revista de mulher pelada vai entrar em uma pirâmide de comportamentos que facilitarão que pessoas sejam estupradas, apesar de "50 Tons de Cinza", um filme que RO-MAN-TI-ZA uma relação com um cara que gosta de dar porrada na mina passa reto. Veja bem! Não é um drama. Não é desesperador quando a garota nota a armadilha psíquica que ela caiu com o maluco porque ele era um playboy ricão, não! É um romance (tem pessoas que morrem apanhando do "companheiro" e o filme é um puta sucesso no público feminino, aí não se aplica a teoriazinha da cultura, né? Mas que convenieeeeeente, tirem essas mulheres peitudas dos joguinhos que isso é um absurdo).


Eu não acredito em nada disso, pelo contrário, acredito que se alguém resolve virar bandido porque jogou GTA tem um problemão na formação dela, não no jogo. Eu só não vejo a mínima graça nessas coisas mesmo (tem graça???). Repito, se alguém me mandar imagem de uma HQ com piadinhas assim, eu faço o post dizendo que não conheço o Deadpool direito. O que eu posso fazer se não vejo a mínima graça? Vou fingir que vi graça? Eu não vejo graça nisso, mas vejo nos gibis! Vejo graça no Pandapool, ele é a espécie que ameaça você de extinção! o/



2.A DC é fundamentalmente séria e sombria







1.A Marvel é fundamentalmente despreocupada e descontraída







quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

MEU NOME NÃO É LOGAN, XARÁ... É WOLVERINE!!!


Daqui há pouco isso aqui tá virando o "7 Dias de Metal Wolverine".
Alguém deve ter visto minha postagem sobre o canal desse cara que tá dublando e animando esse mini do Velho Logan, tá como post mais acessado da semana, mas caso não tenha visto, clique AQUI.
Agora trago a continuação que ele fez, da edição #03 á #08, ficando faltando só a conclusão. ATUALIZADO, AGORA TEM CONCLUSÃO!!!
Além das vozes, vale dizer que o cara se superou nos efeitos sonoros, até mesmo deu uma maior imersão em determinadas partes, confiram:











Esse aqui é o DJ, após descobrir que não li os posts que ele publicou, mas li todos seus rascunhos...

O misterioso jogo Deadly Double


A tensão causada pela segunda guerra já estava se tornando tão palpável que quase podia ser cortada com uma faca. Bastava uma pequena faísca para tudo explodir de vez. Esse era o cenário em 1941, ano em que os Estados Unidos entraram na guerra pra valer. Mas enquanto nada de fato acontecia, dois anúncios estranhos apareceram em uma revista chamada "New Yorker".
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Os anúncios estranhos
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Aparentemente inofensivo, o primeiro anúncio que ficava na página 32 da revista tinha a palavra "atenção" em 3 línguas: uchtung (alemão), warning (inglês) e alerte (francês). Na parte inferior tinha uma figura de dois dados, um branco e outro preto, com os números 12, XX (seria 20 em algarismos romanos?), 24, 5, 0 e 7. O anúncio pedia para que o leitor visse um segundo anúncio na página 86. Por fim, havia a marca da empresa anunciante: Monarch Publishing Co. - Nova Iorque. Mesmo naquela época, o anúncio parecia ser bastante incomum e ter um design estranho.

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Então a pessoa ia até a tal página 86 e encontrava um anúncio muito maior e mais específico que tinha uma figura cuja parte superior retratava um ataque aéreo e a parte inferior retratava um grupo de pessoas aparentemente confinadas numa espécie de abrigo ou bunker e jogando dados. Em seguida as 3 traduções da palavra "alerta" apareciam novamente. O texto a seguir contava mais o que era tudo aquilo:

Maratona Novos 52 - Universo Lanterna Verde Parte 1

Análise de Lanterna Verde #1-6, do encadernado Green Lantern: Sinestro, com roteiro de Geoff Johns e desenhos de Dough Mahnke e Mike Choi, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Hal Jordan já não é mais um Lanterna Verde. Seu anel escolheu Sinestro para integrar a Tropa Verde novamente. Porém, depois de ver o que sua antiga Tropa de Lanternas Amarelos está fazendo com seu planeta natal Korugar, Sinestro precisa pedir ajuda à seu antigo inimigo.

Edição #2: Sua antiga tropa descobriu que Sinestro é um Lanterna Verde, mesmo contra sua vontade, e colocou sua cabeça à prêmio. Por isso, Sinestro constroi um anel verde para Hal Jordan e pede sua ajuda.

Edição #3: Os Guardiões do Universo decidem que, após a tentativa fracassada de criar os Caçadores Cósmicos, a Tropa dos Lanternas Verdes também falhou. É hora de outra mudança. Sinestro e Hal viajam até Korugar para acabar com a Tropa Amarela.

Edição #4: Hal e Sinestro são presos pela Tropa Sinestro. Mas seguindo um plano de Hal, Sinestro cria vários anéis para seu povo que também estava encarcerado com ele para ajuda-los a se libertarem.

Edição #5: Sinestro e Hal consegue derrotar a Tropa Sinestro e Hal é enviado de volta à Terra, onde se reconcilia com Carol Danvers. E os Guardiões do Universo planejam a criação do Terceiro Exército.

Edição #6: Sinestro vai atrás de sua antiga aliada Lyssa Drak e acaba descobrindo os planos secretos dos Guardiões de Oa. Na Terra, Hal Jordan terá pouco tempo para se acostumar com sua vida sem o anel energético e ao lado de Carol Ferris.

Estreia do Lanterna Verde em Os Novos 52, apesar da história ser consequência direta da longa trama que Geoff Johns vem desenvolvendo há anos. Mesmo não sendo exatamente um reboot do Lanterna Verde, é interessante notar que esse primeiro arco pelos Novos 52 traz justamente o Sinestro como Lanterna Verde, cargo que ele ocupou originalmente antes de trocar pelo anel amarelo. Leitura recomendada.

Análise de Tropa dos Lanternas Verdes #1-7, do encadernado Green Lantern Corps: Fearsome, com roteiro de Peter Tomasi e desenhos de Fernando Pasarin e Geraldo Borges, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Na Terra Guy Gardner e John Stewart tentam conciliar suas vidas civis com as de membro da Tropa dos Lanternas Verdes. Mas suas atenções se voltam para o espaço quando um ameaça misteriosa começa a chacinar lanternas verdes em toda parte.

Edição #2: Ao investigar a destruição de um planeta do setor 3599, os lanternas descobrem que os assassinos além de massacrar, também cortam os dedos dos lanternas com seus aneis. E a situação fica ainda pior quando são pegos de surpresa.

Edição #3: Guy, John e outros membros recebem a ajuda de um exército de lanternas verdes. Porém, nem todos conseguem ser transportados de volta a Oa.

Edição #4: Um exército de matadores que também usam a força de vontade como arma. Uma missão quase impossível para os lanternas verdes. Para conseguir mais informações, J’onn J’onnzz aparece em Oa no momento em que Guy interrogava um prisioneiro.

Edição #5: Reunindo um grupo de lanternas renegados, Guy e a Tropa estão prontos pro ataque. Porém, os antigos vigilantes das baterias energéticas também planejam a destruição de Oa, e para isso, tentam arrancar informações de seus prisioneiros torturados.

Edição #6: Conseguirá os lanternas prisioneiros resistirem à tortura? E conseguirá Guy Gardner e sua tropa chegar à tempo de salvar os lanternas cativos?

Edição #7: Após um momento de paz, é chegada a hora de levar o corpo do lanterna Kirrt de volta a seu planeta, e John Stewart faz questão de efetuar o transporte.

Boa história da Tropa dos Lanternas Verdes mostrando o lado heróico e corajoso de seus membros, que devem superar o medo com grande força de vontade. Tem todo um clima claustrofóbico girando em torno do novo inimigo. Leitura altamente recomendada.

Análise de Novos Guardiões #1-7, do encadernado Green Lantern – New Guardians: The Ring Bearer, com roteiro de Tony Bedard e desenhos de Tyler Kirkham, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Em um dos momentos mais negros dos Guardiões do Universo, Kyle Rayner foi escolhido para ser o Lanterna Verde do Setor 2814. Em mais um dia de trabalho, inesperadamente, Kyle se vê rodeado por anéis de todos os outros espectros, sem sequer saber o que está acontecendo.

Edição #2: Kyle Rayner é atacado pelos outros Lanternas, mas o lanterna azul Santo Andarilho intervém e os dois vão até Oa. Kyle deseja saber porque todos os anéis o escolheram, mas se depara com Ganthet lobotomizado pelos Guardiões.

Edição #3: Kyle é subjugado pelos Guardiões quando de repente os demais lanternas invadem a Cidadela de Oa, somente para também serem derrotados pelos poderosos Guardiões. Porém, antes que os protetores do universo pudessem fazer qualquer outra coisa, surge Larfleeze, o Agente Laranja.

Edição #4: Larfleeze é acusado de ser o responsável por atrair anéis de todas as outras Tropas até Kyle. Mas quando os lanternas são transportados até Okaara, Sayd, ex-Guardiã revela que outra ameaça está por trás desse plano insensato.

Edição #5: Os lanternas chegam até o gigantesco complexo chamado de Planetário e se dividem em três pares para investigar o local. Arkillo e Santo Andarilho vão parar em Tamaran. Fatalidade e Munk em Okaara e Kyle e Glomulus são surpreendidos por Invictus.

Edição #6: Os lanternas se reagrupam, mas são facilmente derrotados pelo arcanjo Invictus. Quando Santo Andarilho tenta usar seu poder de cura, percebe que Invictus não necessita dela pois é feito de pura luz.

Edição #7: Invictus conta sua história de como foi enganado por Larfleeze e que não teve nada a ver com o roubo dos anéis. Bleez junta-se ao grupo, mas o poder de Invictus é demais mesmo para todos os espectros reunidos.

Lanterna Verde – Novos Guardiões é um título interessante, pois reúne lanternas de todas as Tropas lidando com uma situação em comum, precisando deixar suas diferenças de lado. Leitura recomendada.

Análise de Lanternas Vermelhos #1-7, do encadernado Red Lanterns: Blood and Rage, com roteiro de Peter Milligan e desenhos de Ed Benes, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Os Lanternas Vermelhos se alimentam da raiva. Atrócitus, líder da tropa parece ter perdido a fonte de sua raiva após a morte de Krona, o ex-Guardião do Universo que destruiu seu planeta Ryult. Agora, ele precisa renovar suas motivações.

Edição #2: Atrócitus relembra de sua última missão em um pequeno planeta, atendendo ao grito de ódio por vingança de uma garota, cujos irmãos foram chacinados equivocadamente. Determinado, Atrócitus decide que precisa aumentar a consciência de um de seus Lanternas Vermelhos, mas quem?

Edição #3: Atrócitus escolheu Bleez para ser seu braço direito, dando a ela inteligência ao mergulhá-lha no Oceano de Sangue. Depois disso, ela tem a oportunidade de dar a devida retribuição aos responsáveis por seu sofrimento.


Edição #4: Temendo uma guerra civil em sua tropa e sem poder confiar em Bleez, Atrócitus decide dar expandir a consciência de mais três membros – Ratchet, Skallox e Zillius Zox – cada um com sua própria história trágica. E o corpo de Krona desaparece!

Edição #5: Blezz recupera os três membros que estavam mergulhados no Oceano de Sangue e já tem sua primeira missão como criaturas inteligentes – caçar Krona, que aparentemente retornou à vida. E o anel vermelho escolhe um lanterna da Terra.

Edição #6: Em Ysmault, lar dos lanternas vermelhos, um início de rebelião parece ter se instalado, colocando em xeque a liderança de Atrócitus. Na Terra, John Moore, recém escolhido como Lanterna Vermelho tenta se adaptar a sua nova condição e vai em busca de sua vingança pessoal, quando é abordado por Guy Gardner.

Edição #7: Guy Gardner versus Rankoor, o primeiro Lanterna Vermelho da Terra. Após usurpar a liderança da Tropa Vermelha, Bleez e sua equipe vão à caça da Tropa Sinestro. Em Yasmault, Atrócitus continua sua busca obsessiva por Krona, mas se depara com as aberrações descartadas de suas primeiras experiências e o verdadeiro destino de Krona.

Os Lanternas Vermelhos estréiam título próprio com um Atrócitus hesitante e obcecado. O primeiro arco ajuda a apresentar seus membros mais importantes, incluindo o primeiro lanterna vermelho da Terra. Leitura satisfatória.

Por Roger



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

O FIM DO WOLVERINE COMO MUITOS DE NÓS CONHECEMOS (ou ao menos, como eu conhecia)


Sei que deve estar pensando, esse blog só parece falar do Batman, xadrez e do Wolverine. Ás vezes até eu penso isso. Mas hoje, a coisa é um pouco mais séria. Fiquei tocado com um vídeo de menos de um minuto, no qual o dublador Isaac Bardavid, já em idade avançada, confessa ter dublado o último material do Wolverine, no caso, o filme “Logan”, que está para estrear próximo mês. Apesar de muitos verem o Hugh Jackman como Wolverine definitivo, muito antes dele, eu já via esse senhor como sendo o Logan definitivo, tanto que até nos dias de hoje, quando leio quadrinhos com o Wolverine, eu leio com a voz dele na minha mente, “dublando” o personagem.

Existem diversos outros dubladores, que ficam no nosso imaginário desde a infância (ou não), como o Brigs fazendo o Super-Homem, ou o Seixas fazendo o Batman. Mas poucos, são os que conseguem gostar do próprio trabalho como um fã. Digo isso, porque ainda guardo certo rancor do Marcos Seixas, quando ele veio com uma desculpa esfarrapada para não dublar o Batman de BvS. “Ah pessoal, eu estou velho, e o Ben é muito jovem, o último desenho que eu tinha dublado, “era um lá” que o Batman tava velho...”. Eu até entendo ele não ter dublado o Bale, já que esse tinha uma aparência mais jovem, de 30, mas acho que não preciso citar o diferencial de BvS. Sem falar da forma que ele se referiu ao TDK, como apenas “mais uma coisa”. Pegue em exemplo o Kevin Conroy e o Mark Hamill, que fazem a dublagem americana, notem a emoção deles em fazer Piada Mortal (que ficou aquém das expectativa, mas não por culpa das vozes...), é palpável o lado conhecedor do que se faz. Não que o Seixas não seja... Acho que me entendeu.
Nunca fui tanto admirador do “velho carcaju” em aventuras solos, e sendo sincero, minha leitura dele é pouca, mas não poderia deixar de colocar esse vídeo. Obrigado Sr. Isaac. Obrigado. Resta em uma tarde chuvosa, pegar aqueles formatinhos avulsos de Super-Aventuras Marvel, aliás, alguém sabe o nome dessa história dessa página? É uma daquelas “O que Aconteceria se...”, onde o Logan tem um duelo até a morte contra o Wilson Fisk, no Japão por causa da Mariko! E é lá que eu conheci o Solaris.




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