Essa pedrada que o Moicano mandou por si só já motivaria esse post. A parte anterior ter entrado no top 10 da semana é um Plus. Sem mais delongas, vamos hoje a um breve e variado top 5.
![]() |
| Realmente tô tentando ficar abaixo das 1000 palavras por texto. Nem sempre é possível. |
Renato Money Moicano abre a sessão. Achei esse vídeo partilhado em um grupo do Telegram e o abri
sem nenhuma expectativa, pela thumb eu imaginava que era mais uma zoação em
cima do Poatan que age como uma criança birrenta com qualquer crítica que sofreu
depois da sua última derrota, mas a thumb engraçadinha era só uma isca pro
Moicano discutir sobre a vida do jovem br médio, o quanto tudo é apático e
desesperançoso no que tange a Brasil e futuro. Moicano faz uma autocrítica
profunda sobre burrice (e acho que todo mundo se identificou de certa forma,
porque em vários níveis, cometemos o mesmo tipo de arrogância, independente da
faixa etária, o ego de “quero ganhar um discursão” fala mais alto do que o “o que
eu posso aprender aqui?”. Moicano, que sempre é mais conhecido pelo humor, tem
o tipo de conversa com a audiência que muitas vezes não teve um diálogo aberto assim sobre a vida com os pais, seja por causa de barreiras geracionais ou má
vontade. O vídeo entrou, merecidamente, entre os hypados (ou em alta, ou como
se chame hoje em dia) da semana do Youtube BR.
![]() |
| KOF tá diferente |
Análise honesta do Zangado sobre o game do Wolverine, sem entrar em
detalhes chaves da história por causa do embargo. Provavelmente a Sony tem nas
mãos algo pior do que foi o Spider-Man 2, a questão é o quanto esse provável
fracasso possa condenar jogos futuros que teriam dos X-Men. Sim, Wolverine nunca teve grandes jogos nos games, existia até uma régua bem baixa no que
tange isso, fosse um Far Cry 3 do Wolverine bem básico e eu acho que teria dado
certo. Imagino que a maioria das pessoas queria um game do personagem pra se
divertir, ter algo como foi por exemplo o Uncharted 2 e 3 lá no PS3, uma “aventura
pra toda família”, sem palestrinha, apenas um jogo de aventura bem feito, como
foi por exemplo o game do 007 que saiu esse ano. Mas, fica mais claro, que a
diversão do jogador, ou mesmo o fã reconhecer o personagem que ele gosta em
outra mídia é o último dos objetivos da Insomaniac. Tirando o Sonysta que fica
de quatro pra empresa e pede mais, acho que vai ficar difícil achar um público
pra esse game. Talvez ele hype mais lá pra dezembro se o Wolverine ficar bom no
filme dos Vingadores e as pessoas queiram mais do personagem...
Ótimo vídeo pra conhecer mais sobre o interprete de um dos melhores
vilões (se não o melhor) das séries de TV. Quando eu tinha uns 21, escrevi um
texto nos primórdios do blog no dia do meu aniversário desabafando sobre o
quanto eu não tinha conseguido nada na vida, que nessa idade, caras como o
Garth Ennis, por exemplo, já se tornava uma lenda escrevendo Hellblazer. Acho
que o Douglas Joker deixou nos comentários que muitos caras de sucesso, só
tiveram sucesso bem depois dos 40, citando na época o Jack Kirby (que antes do nosso especial do Quarteto Fantástico, confesso que eu não conhecia
tanto). O nosso Gus na vida real seguiu essa “regra”, após longas décadas de
atuação surgiu esse papel da sua vida em Breaking Bad no alto dos seus 51 anos,
e desde então tentaram manter ele na caixinha de vilão, colocando o cara em
papeis abaixo das capacidades dele como no Far Cry 6 ou no Capitão América 4
(valeria a pena fazer um post com um enorme ranking de atores e atrizes classe
A que foram desperdiçados no MCU, o que acham?).
Ótimo vídeo do Jiraya pra lista não ficar pesada demais. Essas
curiosidade de games nunca perdem a graça, e o mano Jiraya sempre tem um
roteiro ágil e engraçado, o final com os caras tendo bolas de fazer “um personagem
se desviver num game da Big N” me deu uma crise de riso durante essa semana.
Pra encerrar, por mais que seja algo nichado, e que eu tenha tentado
entrar e sempre desistido, um amigo meu que não posta aqui há meses, O Comediante, me passou esse vídeo e eu fiquei impressionado com a
didática desse cara. Já nos primeiros minutos ele conseguiu colocar em palavras
o que eu não conseguia explicar em meses, mesmo tendo tentado aprender a “codar”
fazendo o Coddy por 50 dias seguidos. Se esse cara não te convencer, ninguém vai.
Cheguei até aqui, mas todo o método predatório de propagandas e preço
elevado do Plus, bem como eu ter perdido a minha ofensiva, me fizeram parar. E
também porque amigos que aprenderam de fato a codar (em vez de ficarem como eu esfregando a lâmpada do Gemini pra ganhar soluções) me disseram que aprender por esse site
/ app é inócuo. Que o que vai me fazer aprender mesmo é fazer um desses cursos
gigantes do Youtube e ir batendo cabeça e me frustrando até algo funcionar. Até
me inscrevi pra ganhar um curso de três meses, vamos ver se eu vou ser
aprovado... Se eu for, pode ser o empurrão (ou voadora) que faltava pra eu
aprender algo que vai me fazer eu me sentir o próprio Kyle Rayner.
















