Retrospectiva melhores histórias do Flash (Era Geoff Johns_Anos 2000)



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Se Mark Waid foi responsável por definir o Wally West na década de 90, suas histórias nos anos 2000 foram definidas por ninguém menos que Geoff Johns. Independentemente de sua opinião sobre ele como uma pessoa atualmente, não há como negar que Johns é um fã dos personagens da DC, tendo sido responsável por revitalizar o interesse dos leitores em personagens, como a Sociedade da Justiça, Superman e, principalmente, Lanterna Verde.



Diferente dos autores que vieram antes, cujas histórias eram mais pessoais e focavam no crescimento do Wally, Johns focou mais no mundo do Flash, buscando resgatar e redefinir alguns elementos da Era de Prata/pré-crise.



Isso foi uma espada de dois gumes: Por um lado, pareceu que Johns estava desfazer o desenvolvimento que autores deram no Wally e torna-lo mais parecido com Barry Allen (que Johns claramente era mais fã). Essa suspeita ficou ainda mais forte quando Barry retornou na Crise Final e reassumiu o papel de Flash principal, com Wally sendo deixado de lado.



Mas, Johns trouxe um desenvolvimento para vários personagens das histórias do Flash, em particular vilões como o Flash Reverso e os integrantes da Galeria, com esses últimos tendo histórias e sub-tramas focadas em sua dinâmica e origens, tornando-os antagonistas que os leitores acabam se conectando em um nível emocional.



Para explicar isso detalhes, esse capitulo da minha retrospectiva irá falar de algumas das melhores histórias do Flash escritas pelo Johns e seu legado para a mitologia do velocista.

 

País das maravilhas



Leitura: Flash vol.2 nº164 a 169

Quando teve seu primeiro reboot na Crise das Infinitas Terras, a proposta da DC era fazer seu universo ter uma continuidade mais coerente, sem terras paralelas. No entanto futuros autores viriam aos poucos resgatar o conceito, através de meios distintos.

No caso de Geoff Johns, uma de suas tentativas de resgatar o multiverso foi seu primeiro arco no Flash, “País das maravilhas”, cuja trama envolve Wally despertando na cadeia, em um mundo onde ele não possui seus poderes, super heróis nunca existiram e a policia é corrupta e violenta. Eventualmente, o herói, é libertado de sua cela pelo Capitão Frio, que revela que eles, mais o Mestre dos Espelhos, estão presos em uma dimensão dos espelhos, onde a cidade é controlada por uma versão alternativa do Pensador.

A partir daí a história se torna um team up do Flash com seus dois inimigos, com o trio tendo que trabalhar juntos para sobrevirem, enquanto tentam encontrar uma forma de voltar para dimensão deles. Esse arco foi uma amostra do excelente trabalho que o Johns teria em sua representação dos vilões e sua dinâmica complexa com o Wally.

 

Direito de Nascença



Leitura: Flash vol.2 nº175 e 176

Um vilão do Flash que sempre falhou com seu potencial foi Mago do Tempo. Apesar de ser, tecnicamente, um membros mais poderosos da Galeria, o personagem do Mark Mardon nunca deixou de ser outra coisa senão um ladrão com um bastão de controle climático.

No entanto, “Direito de nascença” é um dos raros casos onde ele consegue seu momento de ser um vilão assustor. Nessa história de duas partes, o Mago confronta o Flash e seus aliados, quando estes estavam lidando com fato de uma ex-namorada do Wally ter aparecido com um bebê, que ela diz ser do herói.

Em uma reviravolta, é revelado não só que o Mago do Tempo é o pai da criança, mas que ele herdou os poderes climáticos do bastão do vilão. Por ainda ser um bebê, ele não tem controle desse poder, provocando catástrofes naturais.

Seria de imaginar que, com o filho nessa situação, o Mago estaria buscando ajudar a criança a não destruir Central e Keystone City, certo?

Errado, pois o interesse de Mark com seu filho, é captura-lo e disseca-lo para aprender como adquirir o poder do seu bastão para si. Isso torna o Mago um dos vilões mais cruéis do Flash, o que faz o momento em que o herói derrota bem mais satisfatório.

 

Zero Absoluto



Leitura: Flash vol.2 nº182

Sem sombra de dúvida, o melhor personagem nessa fase do Flash do Geoff Johns, foi Leonard Snart o Capitão Frio. Graças ao roteiro, o antagonista, que antes tinha como objetivo sequestrar mulheres, passou a ser mostrado como um criminoso astuto e com um código de honra.

Embora  “País das maravilhas” tenha demonstrado um pouco dessa evolução do Snart, “Zero Absoluto” foi o que oficializou como um dos vilões mais badasses do Flash.

Com uma narrativa bem estilo “Bravura indômita”, a história mostra Snart em uma caçada ao vilão Chillblaine, o assassino da  irmã de Snart, Lisa (a Patinadora Dourada). Ao saber que seu alvo está abrigado e protegido pelo chefe criminoso Candyman, Snart consegue entrar no covil e confrontar o Chilliblaine, tudo isso com apenas sua astúcia e imprevisibilidade, provando não ser um vilão que deva ser subestimado.

Além de destacar os aspectos fortes de Snart como um antagonista, Zero Absoluto também explora seu passado, com flashbacks revelando sua infância que ele teve, crescendo com um pai bebâdo e abusivo, o que o levou a fugir de casa e entrar em uma vida para o crime. Embora seja mostrado como um ladrão egoísta e que não se importa, tanto os flashbacks quanto a trama principal demonstram como, no fundo, Snart tem um lado sensível, que se recusa a demonstra para outros.

 

 

Blitz



Leitura: Flash vol.2 nº192 a 200

Como expliquei algumas retrospectivas atrás, Eobard Thawne não é o único Flash Reverso nos quadrinhos. Assim como existiram várias pessoas que usaram o manto do Flash, cada um deles teve sua própria versão de Flash Reverso.

No caso de Wally West, seu inimigo que pode ser considerado seu “Flash Reverso”, foi Hunter Zolomon, o Zoom. Curiosamente, o personagem já tinha sido introduzido na fase de Johns como um policial, um aliado do Flash que o ajudava a resolver os casos de meta-humanos em Keystone City. Os dois tinham uma relação similar a de Batman e Comissário Gordon.

Entretanto, sua parceira viria a sofrer um rompimento quando, enquanto lidavam com uma fuga da prisão de Iron Heighs, Zolomon foi atacado pelo Gorila Grodd, que o deixou paraplégico.

No hospital, Zolomon fica tão desesperado em recuperar o movimento de suas pernas, que ele implora para Wally voltar no tempo e impedir o incidente. Só que Wally explica para Hunter que não podia fazer isso, visto o risco de alterar a linha do tempo. Frustrado com a recusa de Wally, Hunter tenta usar a Esteira Cósmica do Flash, provocando um acidente que lhe dá poder de desacelerar o tempo ao seu redor.

Julgando que Wally se recusou a ajuda-lo por não ter sofrido tragédia como ele, Hunter assume a identidade de Zoom, se tornando o novo e poderoso inimigo do Flash, buscando torna-lo “um herói melhor”, atormentando o herói e seus entes queridos.

O confronto dos dois é uma das batalhas mais emocionantes das histórias do Flash, com Zoom sendo um dos vilões a conseguir deixar marcas profundas na vida do Wally.

 

Ignição



Leitura: Flash vol.2 nº201 a 206

Uma das consequências da luta contra Zoom, foi Wally reconhecer o perigo que seus entes queridos correm devido a sua identidade heroica ser conhecimento público. Querendo garantir a segurança deles, Wally, com ajuda do Espectro (Hal Jordan), consegue apagar essa informação da mente de todos. Infelizmente, o processo acaba afetando ele próprio, deixando Keystone City sem o Flash para o protege-lo.

Enquanto Wally começa, aos poucos, recuperar seus poderes e suas memórias, começa acontecer uns assassintos de policiais, com o principal suspeito sendo o Capitão Frio. No entanto, Snart é inocente, tendo sido incriminado por uma versão psicopata do Sr.Elemento.

Como um bom mistério noir, o arco mostra Wally e Snart usando seus próprios métodos para desvendar a identidade desse vilão e encerrar essa onda de assassinatos.

A melhor parte dessa história são as interações de Wally com Snart em uma lanchonete, onde os dois, não tendo conhecimento da identidade do outro, acabavam se abrindo, indicando que eles poderiam ter virado amigos, se não fossem os caminhos que escolheram seguir na vida.

 

Espelho, espelho meu



Leitura: Flash vol.2 nº212

Embora tenha elogiado o segundo Mestre dos Espelhos no capitulo anterior, algo que ele não tinha era uma origem. Mcculloch era simplesmente um mercenário que assumiu o traje e tecnologia do Mestre dos Espelhos original.

Ciente disso, Johns corrigiu esse detalhe nessa edição, onde o Mestre dos Espelhos está sendo caçado por agentes do FBI, trabalhando para James Jesse, o Trapaceiro. Enquanto ele vai se livrando de seus perseguidores (de formas bem criativas por sinal) Mcculloch vai tendo recordações de seu passado, como sua infância em um orfanato, o inicio de sua carreira como um criminoso e a tragédia de ter causado, acidentalmente, a morte de seus pais. Todos eventos dão ao leitor uma compressão do porque Mcculloch é um sujeito tão perturbado, com muito ódio por si próprio, com sua identidade criminosa sendo sua forma de escapar da realidade.

 

O segredo de Barry Allen



Leitura: Flash vol.2 nº214 a 217

Uma temática presente em histórias dos anos 2000 era o conflito de “segurança vs moralidade”, com os super heróis sendo usados como uma alegoria as ações do governo na Era Bush, realizando atos questionáveis son o pretexto de garantir a proteção da sociedade. Na DC esse tema foi explorado na “Crise de identidade”, um evento onde a investigação do assassinato de Sue Dibny (esposa do Homem Elástico) leva a revelação de que uns integrantes da Liga tinham alterado a mente de vilões. Durante essa história, Wally foi os olhos do público, o herói que descobre esse segredo sombrio, e pior, que seu tio Barry Allen fez parte disso.

Enquanto a série principal não desenvolveu o Wally além do papel de observador, os tie-in na revista teve ele vendo o quão profundo foram os pecados de Barry, pois ele aprende que seu tio, com a ajuda de Zatanna, tinha alterado a personalidade do Pião, fazendo-o com que o vilão se tornasse um aliado. No entanto, esse tratamento acabou levando o vilão a enlouquecer.

 Ao tentar reparar seus erros, Wally não só descobre que o Pião é mais poderoso do que imagina, como também que ele usou seu poder para mexer na mente de vários vilões, para que buscassem se redimir, fazendo Wally questionar a reabilitação de vários dos inimigos.

Em paralelo com isso, esse arco tem uma sub-trama da Galeria montando um funeral para o Capitão Bumerangue (que tinha sido morto durante a Crise de Identidade, com os vilões aceitando o filho do falecido em seu grupo, em um momento que captura a dinâmica de família da Galeria.

 

Onda de calor



Leitura: Flash vol.2 nº218

Depois de edições dedicadas a vilões como o Capitão Frio e o Mestre dos Espelhos, tinha chegado a vez do Onda Térmica.

Na maior parte dessa fase do Johns, Mick Rory tinha se reformado, trabalhando como um agente do FBI, auxiliando James Jesse a caçar vilões. Enquanto persegue o assassino Murmur, Mick se reencontra com seu rival, Capitão Frio, dando inicio a um confronto entre os dois.

No meio disso, o quadrinho apresenta lembranças do passado de Mick, revelando como ele era um jovem piromaníaco, que provocou a morte de sua família e entes queridos por causa de sua obsessão. Um fato que Rory carrega grande culpa, o que o leva a suas tentativas de redenção, mas sempre terminando em relapsos. 

Mais uma vez Johns consegue pegar um personagem sem muita complexidade como o Onda Térmica, e tornar uma figura bem mais trágica. É difícil não sentir pena do Mick, visto a sinceridade de seu desejo de se tornar uma pessoa melhor, apenas para ter seus esforços arruinados por causa de seu vício, mostrando a dificuldade que indivíduos tem de abrir mão de hábitos tóxicos.

 

Guerra da galeria



Leitura: Flash vol.2 nº220 a 225

Enquanto muita gente já conhece a Guerra Civil  da Marvel, é provável que muitos não saibam que os vilões do Flash também tiveram sua própria versão do evento. Isso foi a Guerra da galeria, o arco final da fase do Geoff Johns na hq principal do Wally West.

Conforme eu expliquei, uma sub-trama nas histórias tem sido a Galeria sendo caçada pelo FBI, representado pelo James Jesse (o antigo Trapaceiro). Quando agentes se mostram incapazes de fazer o trabalhado, Jesse decide caçar seus ex-colegas por si mesmo, criando uma força-tarefa composta por vilões que desejam se redimir, como o Onda Térmica, Magenta e o Flautista.

Após muita construção, os dois grupos colidem em um confronto com muita destruição várias participações especiais. No meio disso temos o Flash tentando encerrar essa Royal Battle, antes que os vilões destruam a cidade.

O envolvimento de vários vilões pode fazer a narrativa parecer lotada e sem foco, mas, quando se lê ao final, esse arco se torna uma divertida conclusão para a fase do Johns na revista do Flash, dando uma conclusão satisfatória para todos os personagens.

 

Crise Final: Vingança da galeria



Leitura: Final Crisis: Rogues Revenge nº01 a 03

Um motivo pelo qual Flash e a Galeria possuem uma relação de rivalidade/respeito se deve ao fato dos vilões evitarem matarem inocentes, em seus crimes (a menos que seja uma situação de matar/ser morto ou vingança). Até mesmo o Flash costuma ser poupado, para que possam continuar seu jogo.

Porém, essa regra acaba sendo quebrada quando, durante uma luta contra Flash (na época o Bart Allen), o vilão Inércia roubou velocidade do velocista, fazendo com que ele acabasse sendo morto pelos disparos da Galeria.

Com sangue do jovem velocista nas mãos, sendo caçados pela lei e também por outros vilões (que trabalharam para Sociedade Secreta do Libra), a Galeria consideram deixar a cidade  e se aposentar. Só que não antes deles saírem atrás do Inércia, para se vingar por ele os ter colocado nessa situação.

Essa busca leva a vários momentos de destaque para cada um dos vilões, com o maior de todos sendo o reencontro nada agradável do Capitão Frio com seu pai abusivo.

 

Flash: Renascimento



Leitura: Flash Rebirth nº01 a 06

Embora Geoff Johns não tenha sido responsável por trazer Barry Allen de volta (o crédito pertence a Grant Morrison), foi ele quem estabeleceu a direção que o personagem seguiria.

Tal como fez com o Hal Jordan, Johns começou esse trabalho com o personagem em na Flash Renascimento. Se passando pouco tempo depois da Crise Final, esse arco mostrava Barry tentando redescobrir seu lugar nesse universo DC, que ele sente que mudou de como ele conhecia.

Enquanto seus amigos estavam prestes comemorar seu retorno, Barry acaba, acidentalmente, matando o vilão Savitar, com contado físico. Esse incidente sendo sentido pelos outros velocistas. Descobrindo que esse toque fatal se deve a uma anomalia em seus poderes, Barry Allen (agora transformado no Flash Negro) entra na Força de Aceleração, para obter respostas.

Ao chegar lá, ele acaba caindo em uma cilada pelo Flash Reverso, que revela ter infectado a força de aceleração com seu poder (que ele se refere como a Força de Aceleração Negativa) para enganar o Barry a matar seus entes queridos.

Como uma história do Flash da Era de Prata, em um contexto moderno, a trama do arco culmina em uma batalha épica do Barry e seus aliados contra o Flash Reverso. No entanto, o vilão iria rir por último ao revelar para seu inimigo que ele foi responsável por alterações em seu passado, com a mais grave de todas tendo sido o assassinato da mãe de Barry, uma tragédia que seria importância para as futuras histórias do Johns no velocista escarlate.

 

As traiçoeiras mortes dos vilões



Leitura: Flash vol.3 nº01 a  06

Quando se fala no Flash do Geoff Johns, as únicas história que o publico comenta são o Flash Renascimento e Ponto de Ignição. Nisso, eles acabam ignoram “A traiçoeira morte dos vilões”.

Esse arco subestimado se trata de um drama de mistério, onde o Flash investiga a morte de um sujeito morto, que foi encontrado usando o uniforme do Mestre dos Espelhos. As coisas complicam quando o herói passa a ser caçado pelos Renegados, um grupo de policiais do século XXV, baseados na Galeria, que o acusam de ter sido responsável pela morte de seu colega, Monarca dos Espelhos.

Essa caça ao Flash logo evolui em completo caos quando a Galeria (incluindo o ressuscitado Capitão Bumerangue, com novas habilidades) se metem no conflito, nada satisfeitos em verem um grupo copiando a identidade. Os dois grupos travam um combate, enquanto Flash é pego no meio disso, tentando desvendar esse mistério e prova sua inocência.

Apesar de ter esses conceitos sci-fy,como viagem no tempo, “A traiçoeira morte dos vilões”, em sua essência, é um drama policial, que explora o lado de cientista forense do Barry Allen, além do conflito ideológico dos métodos de investigação dele vs a obediência cega dos Renegados aos seus superiores.

 

Ponto de Ignição



Leitura:  Flashpoint nº01 a 05

Como a ultima história citada nessa lista, provavelmente temos uma das sagas mais importantes do Flash e do universo DC: Ponto de Ignição (também conhecido como Flashpoint).

Para aqueles que não sabem, esse é o arco onde Barry viaja ao passado e impede o assassinato de sua mãe. Esse ato acaba gerando uma nova linha do tempo, onde Barry nunca foi o Flash, o foguete do Superman caiu em Metrópolis ao invés de Smallville, Thomas Wayne é o Batman e o mundo está sendo destruído por uma guerra entre as amazonas (lideradas pela Mulher Maravilha) e os atlantes (liderados pelo Aquaman).

Com a ajuda de Thomas Wayne, Barry consegue recuperar seus poderes. No entanto, ele logo percebe que a única forma de impedir a destruição do mundo é corrigir o erro que ele cometeu e restaurar a linha do tempo ao que era, ou seja, deixando sua mãe morrer. No entanto, tal como antes, suas ações trariam grandes mudanças para o universo DC que os fãs conhecem.

Como um reboot para os Novos 52, eu não acho que essa história funcione comparado com o que foi na Crise das Infinitas Terras. Dá pra notar que esse arco era pra ser algo isolado e que os editores DC mudaram seu propósito no meio, não dando aos seus heróis uma última grande aventuras antes de serem rebotados.

Mas, quando o arco foca no Barry Allen, a narrativa fica fantástica, não só mostrando ele aprendendo a aceitar a perda de sua mãe, como também a força de seu otimismo, com Barry tentando de tudo para salvar aquela realidade, mesmo com pessoas não acreditando que seja possível. Isso é demonstrado por sua relação com o Thomas Wayne, que começa como um vigilante cínico e solitário, mas que reencontra sua fé, ao saber que existe uma forma dele salvar seu filho Bruce.  Esse desenvolvimento representa perfeitamente como Flash consegue não só ser um herói cheio esperança, como também inspira-la em outras pessoas.

Então é isso! Qual a opinião de vocês quanto ao Flash do Geoff Johns? Quais são suas histórias favoritas? Sintam-se a vontade para colocar suas opiniões e ideias nos comentários abaixo.