Confiram também:
Retrospectiva Melhores histórias do Lanterna Verde (Era de Ouro)
Retrospectiva Melhores histórias do Lanterna Verde (Era de Prata)
Retrospectiva Melhores histórias do Lanterna Verde (Era de Bronze)
O período Pós-crise é conhecido por ser a época em que a DC se aproveitou de seu evento da Crise das Infinitas Terras para realizar um reboot em sua cronologia, recontando as histórias dos personagens sob abordagens novas e mais modernas. Foi nessa época que tiveram obras como o Homem de Aço de John Byrne e o Batman Ano Um de Frank Miller.
O Lanterna Verde foi
uma exceção, com grande parte da história do personagem permanecendo intacta,
com umas alterações em uns pequenos detalhes.
Uma mudança notável
aconteceu mesmo no tom das primeiras histórias, que ficaram mais deprimentes e
melancólicas, combinando com o estilo das hqs na década 90. No entanto essa
mudança radical acabou servindo para levar a momentos bem importantes na
mitologia do Lanterna Verde, além de decisões radicais que marcariam o
personagem nessa época.
Nesse capitulo da
retrospectiva irei citar as histórias que considero terem sido as melhores do
personagem nesse período e o que as tornou tão especiais.
Vamos começar!
Amanhecer
Esmeralda
- Leitura: Green Lantern Esmerald Dawn nº01 a 06
Assim como Superman e
Batman na pós-crise, Hal Jordan também recebeu uma nova origem, em formado de
uma minissérie.
Escrita por Jim Owsley,
Amanhecer Esmeralda reintroduz o Hal Jordan como um homem tentando se tornar um
piloto profissional como seu falecido pai, porém não obtendo sucesso. Um dia,
enquanto estava num simulador de vôo, ele transportado até o deserto, onde se
depara com Abin Sur, um lanterna verde moribundo, que lhe entrega seu anel,
tornando Hal seu sucessor.
A principio, Hal não
demonstra interesse em ser um super herói, estando ocupado com outros problemas
em sua vida. Mas, quando Coast City é atacada pelo robô Legião, Hal, sabendo
que o invasor está atrás dele, assume a responsabilidade de detê-lo.
Comparado com outras
reformulações da época, como o Batman Ano Um e a Mulher Maravilha do George
Perez, Amanhecer Esmeralda não chega a ser uma versão tão impressionante da
origem, mas consegue uma boa leitura, que resume a evolução do Hal Jordan de um
homem tendo dificuldade de lidar com seus erros para um herói responsável e
respeitado por seu colegas na Tropa.
Amanhecer
Esmeralda II
- Leitura: Green Lantern Esmerald Dawn II nº01 a 06
Enquanto Amanhecer
Esmeralda apresentou a nova origem do Hal Jordan e sua entrada na Tropa dos Lanternas
Verdes, sua sequência tem como foco Hal tendo seus primeiros dilemas envolvendo
sua vida heroica vs vida pessoal.
Se passando durante um período de tempo em que Hal estava cumprindo pena na prisão por ter causado um acidente de carro, ele recebe uma visita de um outro lanterna, Sinestro, que foi escolhido pelos guardiões para agir como no mentor de Hal. Embora esteja preso, Hal encontra formas de escapar sem ser percebido e se junta a Sinestro em suas missões.
Porém, um dia,
quando ele sai para mais um treino com o bigodinho, acontece uma rebelião na
prisão. Para complicar ainda mais as coisas, Sinestro leva Hal até o seu
planeta natal, Korugar, onde o terráqueo, ao testemunhar os habitantes de
Korugar se rebelando contra Sinestro, acaba entrando em contato com a Tropa, o
que deixa seu mentor apavorado. Toda essa confusão chega até a Terra, onde Hal
e Sinestro conseguem parar a rebelião (com a ajuda do guarda Guy Gardner), mas
são confrontados pelos robôs dos Guardiões, que vieram prende-los.
Sendo transportados
para OA, Sinestro é colocado em julgamento, sendo acusado pelos Lanternas de
ter abusado de seu poder e governado Korugar como um ditador. Após ouvirem os
testemunhos de Hal e a korugariana Katma Tui, os guardiões consideram Sinestro
culpado e decidem bani-lo para o universo de anti-matéria de Qward.
Essa atitude não só
marca o início da rivalidade de Sinestro com a Tropa mas causa um choque em Hal,
que claramente discorda da atitude radical dos guardiões.
Disputas/Memórias/Decisões
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº22 e 24
Com as hqs dos anos 90
se dedicando mais a violência gráfica e conteúdos pesados, alguns vilões do
Lanterna Verde foram caracterizados sendo bem mais sombrios do que antes. Um
deles foi a Safira Estrela, que passou a ser representada como uma assassina
psicopata, obcecada em arruinar a vida do Hal Jordan.
Um dos piores atos
dela, nessa época, foi matar a lanterna verde Katma Tui, amiga de Hal e esposa
de John Stewart.
Durante uma missão com
a Tropa, Hal descobre que Safira foi capturada por um grupo de aliens e está
sendo usada como uma arma, fazendo com que ele decida resgata-la. No entanto
essa decisão acaba criando um debate com seus colegas Lanternas, que julgam
Carol como uma causa perdida.
Para complicar ainda
mais as coisas, John descobre sobre isso e decide ir atrás da Safira para
vingar a morte de sua esposa, fazendo Hal ter que enfrentar não só a mulher que
ama como também seu melhor amigo.
Prêmio
de luta
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº25
A relação de Hal Jordan
e Guy Gardner é uma dinâmica marcada por vários momentos de instabilidade. Isso
se origina do contraste entre os dois, com Hal sendo admirado por sua coragem,
ousadia e senso de dever, enquanto Guy é muitas criticado por causa de sua
atitude arrogante e rude.
O “Prêmio de luta” é um
dos momentos altos dessa rivalidade, quando Hal, após passar bom tempo no
espaço, retornou a Terra, para retomar seu posto de protetor do setor 2814.
Guy, sendo o teimoso que ele é, se recusou. Ao invés disso, ele desafiou Hal a
um duelo, onde o perdedor entregaria seu anel.
Isso resulta em uma das
maiores brigas entre Hal e Guy, evoluindo de um choque de energia dos anéis
para um simples duelo de punhos entre os dois Lanternas, com nenhum dos dois
cedendo aos ataques do outro.
No final, Hal Jordan se
sai vitorioso, com Guy, embora chateado com a derrota, entregando anel para ele,
mas jurando retornar um dia.
Guy
Gardner Ano Um
- Leitura: Guy Gardner vol.1 nº11 a 15
Um dos Lanternas a
receber um grande destaque nesse período pós-crise foi Guy Gardner. Apesar de
ter entrado na Tropa como um rival para Hal e um cara bem antipático, aos
poucos roteiristas (o mais conhecido tendo sido Keith Giffen na hq da Liga da
Justiça Internacional) foram desenvolvendo o personagem, dando-lhe uma atitude
bem fanfarrona e carismática.
De suas histórias nessa
época, uma das melhores foi “Ano Um”, um arco em sua revista solo, onde Gardner
é capturado pelos Draal, uma raça de aliens invasores que planejavam substituir
os Lanternas de seus setores espaciais por clones.
Enquanto tenta
encontrar uma forma de escapar com outros lanternas capturados, Guy é submetido
a experimentos dos Draal, que extraem informações de sua mente. Isso resulta em
flashbacks focados na vida do Guy antes de se unir a Tropa, mostrando os abusos
que sofria de seu pai, sua relação complexa com seu irmão e seu desejo de
ganhar a atenção e respeito das pessoas.
Essa é uma leitura
importante para conhecer o Guy e entender quem ele é por trás de sua atitude
brigona e narcisista.
Crepúsculo
Esmeralda
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº48 a 50
Uma das maiores perdas que Hal Jordan sofreu foi de sua cidade Coast City, destruída pelos vilões Mongul e Superman Ciborgue durante os eventos do Retorno do Superman. A tragédia e culpa que sentia por ter falhado em salvar seu lar e as pessoas que conhecia foram tão grandes que Hal tentou usar a energia de seu anel para reconstruir Coast City, sendo habitada por seus construtos.
Infelizmente, não só seu anel
ficou sem energia, mas seu ato chamou a atenção dos Guardiões, que não
aprovaram ele usar o anel para ganho pessoal, e exigiram que ele viesse a OA
devolver-lhe o objeto.
Essa foi a gota d’agua
para Hal, que absorveu a energia da mensagem dos guardiões e vôou em direção a
OA, derrotando os Lanternas em seu caminho e roubando seus anéis. Depois de
matar Sinestro e Killowog, Hal entra na Grande Bateria Central, drenando toda
energia e, numa explosão de luz, ele elimina quase todos os guardiões, se
transformando no vilão Parallax.
Torna Hal Jordan em
Parallax foi uma decisão bem divisa na época, com alguns sentindo que isso foi
uma descaracterização de um personagem conhecido por seu senso de justiça e
dever. Embora eu entenda de onde venham essas críticas, acho que essa mudança é
bem compreensível considerando todas as dificuldades que Hal passava em tentar
balancear seu trabalho como Lanterna Verde no espaço e seus deveres na Terra,
combinado com seu argumentos com os guardiões, que demonstravam negligência aos
problemas pessoais de Hal, mesmo após tudo que ele passou pela Tropa. Faz
sentindo que, depois de uma perda que abalou seu estado emocional, sua raiva
seria projetada nos guardiões, que mais uma vez se recusam a deixar que ele
tenha a chance de conserta o que julga ser sua maior falha.
Embora isso tenha
marcado um fim trágico para a fase do Hal Jordan como Lanterna nesse período,
não seria o fim do Lanterna Verde como protagonista.
Novo
Amanhecer
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº51 a 55 e Green
Lantern vol.3 nº 0
Hal Jordan tinha se
tornado Parallax e matou os Guardiões e grande parte da Tropa dos Lanterna
Verdes. Contudo, Ganthet, um guardião sobrevivente, conseguiu chegar a Terra e
entregou o ultimo anel para o jovem artista Kyle Rayner, tornando-lhe o novo
Lanterna Verde.
Kyle, apesar de sua inexperiência, se mostra um jovem talentoso, demonstrando um potencial ao derrotando vilões como Mongul. Porém, sua confiança é abalada após a morte de sua namorada Alex DeWitt pelas mãos do vilão Major Força.
Cheio de tristeza e
luto, o jovem chega a considerar desistir, mas, com ajuda das palavras de Alan
Scott, ele decide ser o herói que sua namorada esperava que ele se tornasse, se
une aos heróis da DC num combate ao seu antecessor Hal Jordan, quando este
tenta alterar a história para restaurar Coast City.
Embora seja uma
continuação de onde Crepúsculo Esmeralda deixou, essas 6 edições agem como um reinicio
da franquia para novos fãs, introduzindo-os a um novo protagonista e sua
história.
Sob uma perspectiva
superficial, Kyle Rayne pode parecer uma cópia barata do Homem Aranha da Marvel
(um adolescente azarado, com dificuldade de conseguir emprego), mas o roteiro
lhe dá um charme próprio e uma jornada bem relacionável como um jovem
descontraído que vai aprendendo a aceitar seu papel como novo Lanterna e as
responsabilidades que vem com esse poder.
Visão
de Parallax: A ressurreição de Hal Jordan
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº63 e 64
Como dizem por aí “Todo
vilão bom sempre volta” e claro que isso se aplicaria também ao Hal Jordan.
Depois de um breve tempo, após sua derrota pelas mãos dos heróis da DC e de Kyle Rayner, Hal retornou a Terra, desejando recuperar seu anel e retomar seu papel como Lanterna Verde.
Naturalmente, Kyle não confia no seu antecessor insano e uma
nova batalha entre os dois tem início.
Conforme o conflito dos dois vai se desenvolvendo, o guardião Ganthet reúne heróis da DC que tinham conexão com Hal (Arqueiro Verde, Wally West, Superman, J’onn, Aquaman e Gavião Negro) para tentar parar mais uma vez o lanterna renegado.
Infelizmente, suas palavras e ações são em
vão, e Hal consegue derrotar todos. É apenas após Ganthet apontar as pessoas
que Hal feriu para obter seu anel, e Kyle demonstra coragem para enfrentá-lo
mesmo sem seu anel, que Hal devolve o objeto.
Tanto essa batalha
quanto a de “Amanhecer Esmeralda” são momentos-chave da história Kyle Rayner,
mostrando o garoto não só confrontando seu antecessor como também suas próprias
dúvidas sobre ele ser digno de continuar o legado dos Lanternas Verdes.
Tem também um aspecto
trágico com a presença do Hal Jordan, com suas motivações de querer restaurar
sua vida ao que era, embora obsessivas, são compreensivas, podendo serem vistas
como uma forma dos autores criticarem o comportamento de fãs que recusavam a
aceitar a direção das histórias e mostrarem o quão tóxico prejudicial ficar tão
preso ao passado pode ser para um indivíduo.
A
jornada do herói
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº71 a 75
Uma das qualidades que
torna Kyle Rayner um protagonista tão legal é seu crescimento como um herói.
Não tendo tido a Tropa dos Lanternas, ele não teve um mentor para auxilia-lo,
tendo que se virar já de cedo em ser um herói solo. Isso tornava seus encontros
com outros heróis da DC tão interessantes, visto que ele era um novo sendo
introduzido aos heróis mais experientes.
“Jornada do herói” é
quando essa dinâmica é levada a um novo nível. Acontecendo logo após ter se
separado de Donna Troy, quando essa e John Stewart se uniram aos Black Stars,
Kyle fez uma viagem pelo universo DC, se encontrando com outros heróis como
Alan Scott, Shazam e a Mulher Maravilha e aprendendo grandes lições com eles.
Esse treinamento logo é
posto a teste quando ele se reencontra com Donna, pedindo sua ajuda para salvar
o planeta Rann de uma invasão liderada por Grayven, o filho de Darkseid.
Esse arco é como
assistir um arco de anime, com o foco sendo no Kyle interagindo com os heróis
da DC, se tornando mais experiente e usando seu aprendizado na batalha contra
um vilão poderoso. No entanto, as lições não só servem para o Kyle se torna um
herói melhor, mas também para ajudá-lo em seu relacionamento com Donna,
fazendo-o se torna uma pessoa melhor e mais confiante em si mesma.
O
começo do fim
- Leitura: Green Lantern vol.3 nº150
Depois de absorver uma
energia no sol, deixada por Hal Jordan quando este se sacrificou para salvara
Terra, Kyle Rayner recebeu uma evolução em seus poderes. Passando a se chamar
Íon, Kyle tinha virado praticamente um deus, conseguindo manipular o tempo e
realidade a sua vontade. Mas, agora que ele tinha tanto poder, o que ele faria
com isso?
“O Começo do fim” explora
esse dilema, com Kyle questionando qual será seu destino, sabendo que esse
poder o torna incapaz de ignorar as quantidade responsabilidade que ele possui,
correndo um risco dele terminar como Hal Jordan quando este virou Parallax.
Depois de interagir com
o Hal (agora sendo hospedeiro do Espectro) e seu pai (com os dois tendo uma
interação bem tocante), Kyle decide não deixar esse poder fazê-lo sacrificar
sua humanidade. Assim, ele o usa para reenergizar a Grande Bateria Central de
OA, permitindo a criação de uma nova raça de guardiões.
De todas as histórias
do Kyle, essa é que melhor funciona como uma conclusão de seu arco no período,
indo de um jovem inexperiente para se tornar não só um grande lanterna mas
também aquele que dá uma chance dos guardiões e da Tropa poderem reviver.
Caem
as trevas
- Leitura: JSA nº07 a 09
O final dos anos 90
marcou uma época de virada para os membros da Sociedade da Justiça. Visto ao
sucesso da hq Starman de James Robison, a DC permitiu que ele trouxesse de
volta a equipe na hq SJA (1999), onde a formação do grupo eram composta tanto
por membros veteranos quanto por sucessores.
Entre seus integrantes,
não só Alan Scott (na época usava o nome Sentinela) era um deles mas teve seu
próprio arco envolvendo sua relação com seu filho Todd Rice, o herói Manto
Negro.
A primeira parte foi o
arco “Caem as trevas”, onde o vilão Ian Karkull, estando preso na Terra das
Sombras, de onde heróis capazes de manipular as trevas recebem seus poderes,
entra em contato com o filho do Lanterna. Se aproveitando dos traumas que o
jovem carregava dentro de si, assim como ressentimentos por seu pai, o vilão
conseguiu corromper Todd, tornando-o seu aliado em um esquema para se vingar da
Sociedade da Justiça.
Quando os heróis descobrem que o Manto Negro dominou uma cidade com um exercito de monstros sombras, eles tentam intervir porém são capturados por ele e Karkull. Entrentando o plano de Karkul acaba se voltando contra ele, visto que Todd tinha previsto sua traição e o elimina, usando seu poder para tentar corromper o mundo inteiro.
Para salvar a todos, Alan acaba não tendo escolha exceto atacar seu filho, forçando-o a fugir para a Terra das Sombras.
O mundo pode ter sido salvo, porém Alan teria que lidar com
o fato de que foi incapaz de salvar seu filho.
Príncipes
das trevas
- Leitura: JSA nº45
a 51
Apesar do que passou em
“Caem as trevas”, Alan teria sua chance de redenção quando Todd fizesse seu
retorno.
Dessa vez, o jovem corrompido formaria uma aliança com Mordru (que roubou os poderes do Senhor Destino) e Eclipso para bloquear a luz do sol e dominar o mundo com suas trevas e caos.
Os vilões iniciam um ataque devastador contra os heróis, ferindo vários
integrantes como o Sr Incrível e Jake Trovoada, transformando Sandy num monstro
de areia e, o pior de todos, roubando o Coração Estrela do Alan Scott, a fonte
de seu poder, deixando-o a beira da morte.
É apenas com a ajuda de
heróis como Alex Montez, Sideral, Shazam, e o vilão/anti-herói Sombra, que a
Sociedade da Justiça consegue virar o jogo, com Jade encontrando seu pai e
salvando sua vida.
Depois dos membros da
SJA conseguirem recuperar Coração Estelar, Alan retorna a ser o Lanterna Verde
e, finalmente, derrota seu filho, livrando-o da corrupção.
Embora esse arco seja mais uma história da SJA, com vários personagens tendo seus momentos, é uma excelente conclusão ao arco do Alan com Manto Negro, com a redenção do Lanterna se concretizando não só por ele resgatar Todd, como também por assumir as responsabilidades por não ter estado presente na vida do garoto.
Então é isso! O que acharam da lista? Para vocês quais são melhores histórias do Lanterna Verde da Era Pós-Crise? Sintam-se a vontade para colocar suas opiniões e ideias nos comentários abaixo.





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