Sobre A Purga Do Coronavírus Nas Palavras De Um Autor Desconhecido

Die Toddestundhe (The Hour Of Death ) - 1900 - Alfred Kubin

O autor deste texto pediu-me que mantivesse sua identidade como anônima. Atendendo-lhe o pedido, por uma questão ética e de honestidade, publico-o aqui como parte de uma visão da qual eu também compartilho. Uma opinião pessoal, mas que tem um fundo de verdade que poucos no momento estão conseguindo alcançar. 


O sistema da cabala escura esta ruindo e muitos que acreditam na ilusão estão indo junto.

A Terra está dando as caras e o que não está em ressonância com sua nova frequência inevitavelmente vai ruir.

No aparente caos ou mesmo em situações diárias podemos nos aborrecer com facilidade e também ficarmos felizes com alguma coisa e isso acaba definindo nossa qualidade de vida e visão de mundo.

Quem nunca ouviu alguém dizer logo pela manhã “tal coisa já acabou com meu dia!”? Agora imagine que tal pessoa se diga um buscador consciente ou similar. Fico perguntando: onde está o domínio sobre si mesmo? Onde está esse tal Poder que qualquer um, seja o lixo que for, pode simplesmente "acabar com seu dia"?

É claro que não faz sentido algum a pessoa permitir ser tão miseravelmente influenciada por qualquer acontecimento externo, obviamente não possui controle algum para ignorar essa "tal coisa", passar por aquilo e enfrentar o dia. Analisar "tal coisa" é ver que seja lá o que for é pequena demais para lhe afetar, destruir e vencer, seja essa "tal coisa" um imprevisto, algum acontecimento, notícia ou pessoa desagradável.

Grande parte das pessoas, ainda sustenta o maldito hábito de doar o poder próprio pro externo através dos pensamento, das emoções e sensações da baixa frequência. A pessoa escolhe ser quebrada como um graveto e espetada de perto sem reação alguma. Inconsciente, às vezes, focamos numa frequência destrutiva que nos drena pouco a pouco. A Lucidez hoje já me salva dessa "desgracencia".

De todas as alternativas que poderiam ser tomadas como alguém que segura basicamente as rédeas da própria vida, é: sentir a sua própria dor e aprender sobre a mesma. Não tentar mascará-la para você mesmo. O aprendizado sobre seu verdadeiro EU, ou que Jung popularizou como “A Sombra”, é o primeiro passo e um ponto crucial não para eliminar seus atributos “ruins”, mas para enxergar que existem e que não são um problema, e sim, seus aliados.

Conhecendo nossos limites: analisando os pensamentos mais sombrios e não temer as vontades, pois conhecendo e se familiarizando com sentimentos macabros e vontades passageiras é que você terá não somente o conhecimento, mas o controle dos mesmos e, quando menos esperar, estará em harmonização com esse suposto “lado de trevas”.

Quando senti que estava sob o efeito de alguma “onda” de sentimentos ruins, aprendi a analisar e entender aquilo que estava sentindo. Quando algo me desagrada, eu digo a mim e trago a consciência, pois ser submisso é ser escravo e não Senhor de si mesmo.

Compreendendo tais estados, será possível produzir Artes mais inspiradas e entender mais sobre si mesmo e consequentemente mais sobre elementos externos. O ponto principal será como sua própria visão e sua própria resistência aumentarão em tais estados emocionais e, com o tempo, do conhecimento e sabedoria, surgirá um certo controle, que não será o mesmo que abafar tais sentimentos de forma a corroê-lo durante os dias, mas sim, de poder transformá-los em algo que lhe seja útil.

Aos poucos, a capacidade de transformar um sentimento em outro estará mais próxima, como por exemplo mudar seus próprios estados de consciência de acordo com a necessidade. 

Seja para uma situação de conflito ou para outra em que deseja se sentir melhor. Seja para produzir ou escrever, criar ou reproduzir, ler ou sentir, enfim, caminhar consciente pela vida… as possibilidades são inúmeras. 

Minha filosofia nesse quesito. 

21/03/2020 

Dolmen - c. 1900-1902 - Alfred Kubin

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