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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Você Não Confia na Cloroquina? Espere Só Até Você Ver a Vacina!



O bilionário Bill Gates, desde do início do mês de abril, por meio da fundação Bill and Melinda Gates, está financiando fábricas para que produzam e testem, ao menos, sete vacinas contra o coronavírus e a doença por ele causada, a covid-19.

A equipe de Bill Gates recebeu diversas propostas e está a bancar os custos de sete projetos de vacinas tidos como os mais promissores, e também a construir estruturas e aparatos para fabricar os que se mostrarem mais eficazes. "Embora a gente vá terminar escolhendo no máximo duas [vacinas], vamos financiar fábricas para todas as sete, para que a gente não perca tempo dizendo ‘ok, qual vacina funciona’ e só então construir a fábrica”, disse o criador da Microsoft.

Apesar dos esforços, disse ainda Gates, uma vacina deve demorar, pelo menos, na mais otimista das previsões, 18 meses para estar pronta para o mercado.

Mais um ano e meio e todos estaremos salvos e imunizados, certo?

Porra nenhuma!

Nesta semana, porém, em um pronunciamento ao CNBC, canal da NBC Universal dedicado a comércio e negócios, Gates admitiu que a "sua" vacina poderá causar mal ou mesmo matar cerca de 700 mil pessoas.

Para que a vacina funcione nas faixas etárias mais avançadas, que são o maior grupo de risco da covid-19, as doses das vacinas precisarão estar, de certa forma, sobrecarregadas, explicou Gates, com uma alta carga viral, a ponto de sensibilizar o sistema imunológico menos sensível e reativo dos idosos. Fazendo isso, amplificando a carga viral para que ela funcione, muitas pessoas serão prejudicadas, podendo até morrer pela inoculação da vacina.

Considerando a população mundial de 7 bilhões de pessoas e fazendo as contas que qualquer um pode fazer, desde que não seja formado em Pedagogia ou qualquer outra "ciência" humana, Bill Gates afirmou que, se ocorrer um efeito colateral danoso em uma de cada 10.000 pessoas vacinadas - um número não só plausível como até otimista - , 700 mil pessoas poderão morrer pela vacina.

Ou seja, morrerá mais gente pela "cura" que pela doença, que pelo contágio do vírus em si. Pelas contas de Gates, se uma vacinação global fosse promovida hoje, ela poderia causar mais que o dobro das mortes registradas até então por coronavírus em todo o planeta, cuja marca está em torno de 335 mil óbitos.

E a vacina, quando estiver pronta e produzida, certamente será utilizada.

Aí, tenho certeza, virão os inteligentinhos de plantão, os esquerda caviar defensores do lockdown, os vermelhinhos diplomados pela USP e outras que tais, que, independente de suas formações, são todos, hoje em dia, médicos com PhD em imunologia, dizendo lamentar as perdas pessoais envolvidas no processo, mas que a vacinação é necessária para imunizar a maioria da população.

Agora, se for para matar uns poucos e imunizar a maioria, Bill Gates nem precisa continuar a gastar o seu suado dinheirão. Já existe uma vacina pronta que atende às mesmas especificações e apresenta resultados muito semelhantes, uma vacina que também mata um pequeno percentual da população e imuniza a maioria, uma vacina sem nenhum custo, investimento ou fila de espera : o contágio natural pelo coronavírus.

Se for para esperar por  uma vacina que provavelmente matará um em cada 10.000 inoculados, e isso nas palavras de seu patrocinador, por que simplesmente não acabar com a patifaria do tal isolamento e deixar as pessoas voltarem aos seus trabalhos e às suas rotineiras ocupações? Moro em uma cidade em que, segundo dados colhidos nesta semana por uma pesquisa feita pela Associação de Comércio, 60% dos estabelecimentos estarão quebrados caso o isolamento perdure por mais dois meses. Teremos muito mais falidos do que falecidos.

Se a vacina contaminará, ao invés de imunizar, tanto quanto o vírus em si, ou um pouco mais, ou um pouco menos, por que não deixar as pessoas - resguardados, é claro, os grupos de risco - retornarem às suas vidas e saírem por aí, a conviver e a interagir? A se autovacinarem? A adquirirem, naturalmente, a imunidade do rebanho?

Por que, uma vez que todos nós, seja via vacina ou contágio natural, teremos de ser expostos ao coronavírus, não realizar estudos sérios que estabeleçam padrões internacionais de segurança para as mais diversas ocupações laboriais? Estudos que preconizem novos e seguros hábitos de trabalho, que instruam as pessoas a esta nova realidade, ao invés de querer prendê-las em casa e privá-las de seu meio de sustento? A vida é mais importante? Digamos que sim. Mas por quanto tempo a vida se mantém sem seus meios de vida?

Por que, por exemplo, além do indispensável uso de máscaras, não limitar o número de pessoas em um estabelecimento de acordo com a sua metragem, em lugar de proibir o seu total funcionamento? Tantos metros quadrados de área, tantas pessoas podem entrar por vez. Os supermercados aqui da região estão trabalhando assim, as padarias também, as lojas de conveniência de postos de combustíveis.

Por que não também, da mesma forma, a papelaria, a óptica, a loja de cosméticos, a perfumaria, os salões de beleza? Aliás, alguns desses estabelecimentos aqui do bairro estão a funcionar desta maneira, meio que clandestinamente, com portas semiabaixadas, como se algo de ilegal ou vergonhoso estivessem a fazer.

Por que rebaixar a contraventor o sujeito que sempre trabalhou e pagou seus impostos?

Decididamente, existe coisa muito maior por trás deste isolamento do que tão-somente o coronavírus. Não nego a existência da pandemia nem muito menos a gravidade da situação, mas que existem interesses outros usando o isolamento como fachada e dele se beneficiando, isso há. Interesses maiores, poderosos e inconfessáveis.

Fonte : Natural News

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