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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Todo Castigo Pra Broxa é Pouco


No bucólico e campestre ambiente da reserva ecológica Monkey World Affenwelt, em Sondershausen (Alemanha), um assassinato brutal, com requintes de crueldade e levado a cabo por motivos torpes estarreceu a todos os seus funcionários e frequentadores.
Um assassinato, não. Um macaquicídio! Um justiçamento coletivo promovido por um bando de macacos contra um outro símio, o outrora líder do bando, o macaco Cornelius, de 18 anos de idade, que, com esse nome, nasceu mesmo destinado ao infausto.
Cornelius, há tempos, ficara com a pele enrugada, perdera quase todos os dentes e - sua perdição final - ficara broxa. Incapaz de ter uma paudurescência e satisfazer o calor na bacurinha de suas nove fêmeas.
Foi dado o alerta entre a macacada. Os tambores da floresta anunciaram aos quatro ventos : tem bucetinha sobrando na área. 
A notícia da paumolescência de Cornelius foi o que bastou para torná-lo em alvo dos machos mais jovens, mais viris, que, privados durante muito tempo das bucetinhas do bando pela hegemonia de Cornelius, tinham que bater três, quatro, cinco bronhas por dia.
Chegara a hora da desforra. A hora da onça beber água. A hora do macaco jovem perder o cabaço.
Os macacos de pau duro se reuniram e mataram Cornelius a dentadas, pauladas e pedradas.
O pau do rei está morto! Vida longa ao pau do novo rei! Gritava a macacada em uníssono!
"Quando um macho não pode mais produzir filhotes ele se torna inútil para o grupo. Até perder o vigor físico, Cornelius era dominante no terreno de 1,5 hectare no zoo. Uma vez impotente, ele era apenas tolerado, já não tinha mais respeito de nenhum outro. Sem as presas, ele não pôde se defender.", declarou o diretor do parque, Silvio Dietzel, ao jornal "Mirror", justificando o ato dos assassinos e se saindo como advogado de defesa do bando.
A ONG alemã de encostados Schlaffe Banane (banana flácida, vertido para o bom português) disse que casos de macaquicídio vêm aumentando exponencialmente nos últimos tempos, numa curva de inclinação inversamente proporcional à perdida ereção de Cornelius. Também disse que seus alertas vêm sendo sistematicamente ignorados pelas autoridades ambientais e zoológicas do mundo inteiro.
"O preconceito e a violência contra o idoso, contra o indivíduo símio com deficiência de irrigação sanguínea nos corpos cavernosos penianos, têm de acabar.", disse o presidente da ONG, Weich Schmidt.
E seguiu dizendo, o presidente da ONG  Schlaffe Banane :"Estes indivíduos precisam ter a sua autoestima trabalhada, precisam se sentir pertencentes ao bando em que nasceram, programas sociais de inclusão e de conscientização da população quanto à importância do idoso precisam ser implementados urgentemente, iniciativas de assistências médica e psicológica devem encabeçar as pautas da administração de todos os zoológicos, parques e reservas do mundo. E não é só de banana que vive o macaco idoso, suplementos alimentares à base de citrato de sildenafila devem ser adicionados sem tempo ao cardápio do símio avançado em anos. E o principal : o macaco da terceira idade deve ter lugar preferencial na fila do acasalamento" - concluiu, enfaticamente, Weich Schmidt.
Eis o broxa Cornelius, momentos antes de seu linchamento.
O novo dono do pedaço e das bucetinhas é o macaco Jonas, de 6 anos de idade, que, uma vez perguntado de como será o seu reinado, disse : "que seja eterno, enquanto de pau duro".
Pããããããta que o pariu!!!!

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