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terça-feira, 29 de novembro de 2016

TOP 5: FILMES COM PINK FLOYD EM SUA TRILHA SONORA



<VEJA TAMBÉM O MEGA POST SOBRE OS ÁLBUNS DA BANDA!>



Pink Floyd, é antes de tudo, uma raridade. Não são tantas menções, em comparativos com outras bandas como Led Zepellin ou Iron Mainden que encontramos por ai. Há quem ame, há quem despreze, mas dificilmente é o tipo de material que lhe será esquecível. Por mim, posso dizer que é a melhor banda de rock de todos os tempos, e uma das poucas coisas que escutei a discografia completa, ou perto disso. A seguir, cinco filmes com músicas de Pink Floyd, infelizmente, nem sempre tocado por eles.

A Lula e a Baleia – (Hey You)

Excelente filme, pouco conhecido, com, entre outros no elenco, Jesse Eisenberg e Anne Panquin. Foi há vários anos atrás, no tempo que eu assistia filmes de madrugada na Globo. E eram em sua maioria ótimos. Na trama, um professor de meia-idade, enfrenta um divórcio. Ele e sua mulher tem dois filhos, uma criança, e um adolescente, vivido por Einserberg. Entra na história uma jovem aluna (Panquin) que acaba “seduzindo” o professor. E essa é apenas uma das engrenagens do enredo. É tocado “Hey You” pelo jovem, que assumi a falsa autoria para ganhar um concurso de música com ela...   









Dr. Estranho - ( Interinstellar Overdrive)


Um choque. Foi isso que senti no cinema. E já tinha visto várias pessoas escrevendo sobre o filme do Dr. Estranho, até mesmo sobre como vários planos sequencias eram transcrições de ilustrações do Steve Ditko, mas nenhuma menção a isso. E de fato, é  faixa 7 do primeiro álbum de Pink Floyd, de 1967! Nunca, nem na minha mais otimista visão do mundo, eu imaginaria algo como Pink Floyd, tocando em um filme “pop”. Achei uma ótima escolha, e bem autoral para o filme, o qual pretendo falar dele em breve.










Os Infiltrados - (Comfortably Number)


Além desse ser um dos melhores filmes de Scorsese, é um dos com uma das melhores trilhas sonoras, infelizmente, devo confessar, muitas delas são jogadas em cena tão rápidas, que não para serem entendidas. Comfort Number toca em uma cena em que o personagem de Di Caprio, vai visitar sua psiquiatra vivida por Vera Farmiga. Vale dizer, que há um outro ótimo som que toca nesse mesmo filme, que foi imortalizada em Breaking Bad, a “Baby Blue”. 








The Wall - (obviamente)


O marco. O antes e depois da banda, não só relativo a álbuns, como a qualquer adaptação visual de suas composições. Já conheci muitas pessoas que detestaram, mas para mim, foi uma das mais ricas viagens sonoras / cinematográficas que fiz na vida. E definitivamente, é um material que só fica melhor, a cada vez que revejo com o passar dos anos. Mais sobre ele aqui em breve. Em Mega Posts, é claro.





MORE - (Um mito?)


Finalmente encontrei esse filme! E não agüentei assistir ele ao final, assisti exatos 61 minutos de projeção, e não agüentei mais. A trilha, é o álbum completo “More”, um dos melhores do universo Floydiano, embora nem ela consiga salvar esse arremedo de hippies, péssima edição de cenas, e história vaga que não serve nem como “diversão trash”. Ainda não acredita? Vou lhe descrever brevemente o que assisti em 1 hora: Um cara qualquer, acaba sua faculdade de matemática e pede carona para “conhecer o mundo”. Conhece um cara em um bar, bebe com ele até cair, e “viram amigos”. O cara o chama para fazer um “esquema para ganhar grana” e ele aceita. Isso consistem em irem a uma “festa” e ele distrair uma loira enquanto o amigo saqueia geral. O amigo dele chama, e ele pergunta a loira onde poderia vê-la. Ela diz um hotel e tal. No plano seguinte, ele reclama com o amigo do roubo, e pega a sua parte. Volta a falar com a loira, agora no apê dela. Devolve a ela o que roubou, e ela o chama para fumar maconha. Eles fazem sexo, e ela diz que vai viajar e chama ele. Ele diz que não pode ir agora, mas que iria depois, e ela diz “quando chegar lá, pergunte pelo Dr. Wolf”. A cena seguinte, é ele indo lá de navio, e conhecendo o referido Wolf, que aparentemente é um senhor de idade rico que parece controlar tudo e ter um caso com a jovem loira. Ele conversa com ela, e a convence a fugir (apesar dela negar não haver nada entre ela e Wolf). Viram uma espécie de “Adão e Eva” com direito há várias cenas nus o tempo todo. Depois, ele vê que ela tem um caso com uma amiga, pega de longe as duas na cama, e a loira, o convence a fazer amor com a amiga (????!!!). Ai desisti. Gosto bastante dos anos 60, mas um filme tão mal feito desse, completamente esquivo, é demais até pra mim. Clique aqui para acessar por sua conta e risco.


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