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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ARKHAM WAR -->


Em cinco separações – extremas e convenientes – eu poderia classificar, independente do formato ou autor, todas as minhas leituras:

-- Arte
-- Reflexivo
-- Regular / aceitável
-- Ruim
-- Desprezível.

É claro que sempre haverá um longo – por vezes, inconclusivo –percusso cerebral entre a proposta de quem escreve para os indivíduos que leem. Haverá também, sempre o argumento de que se o sujeito não gostou do que viu, é devido á aquilo não ser destinado a ela, por ele não se encaixar no “público alvo”. “Individualidade” e “descontentamento” são sentenças cada vez mais perigosas, por isso, todo cuidado é pouco ao detonar um quadrinho / filme – incluindo título desse texto-- que esteja “fora do radar” de chacotas.
“O radar” é minha maneira particular em descrever alguns bodes expiatórios à determinados assuntos. Comecemos com Rob Liefeld. Se “Arkham War” tivesse algum roteiro, desenho ou mesmo uma capa desse cara, boa parte dos leitores viriam com a motivação de perguntar em voz alta “O que esse palhaço fez agora?!”. É o “radar”, a predisposição em ser risível e não ter chance de reverter as engrenagens.
Puxando um pouco para a política, eu cito a atual “presidente”. Estou longe de defender corrupção, bandidagem e demais toneladas de injurias que cabem em duas consoantes partidárias, entretanto, milhares – se não, milhões – salvam-se de crimes enquanto nutre-se a imagem de Dilma ser o único obstáculo ao restabelecimento utópico moral / político / econômico da nação. Logo, não existe um sistema intricado, secularmente apodrecido, há apenas Dilma. Não existem centenas de profissionais ruins nos quadrinhos, ou vivendo de fama, royalties e participações especiais em filmes, existe apenas Liefeld!
E claro ,existe eu, pretenso enganador com esse texto, escolhendo entre traçar um raciocínio rápido acerca de limitações confortáveis dos culpados à ter de traçar vinte linhas relatando “Arkham War” como a leitura mais estúpida, monótona e desproposital de todo o meu ano. Lembra das cinco separações do primeiro parágrafo e das palavras peri—

...

"Há um novo inimigo lá fora..."

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