É o fim da picada! Estão problematizando até as "novelas das frutas"

 



Nos últimos tempos, um fenômeno das redes sociais parou o Bananil, e esse fenômeno é nada mais nada menos que as tais “novelas de frutas”, tão comuns no Instagram e no Tik Tok. Porém, como tudo o que faz sucesso no Bananil, não poderia deixar de ser problematizado, e realmente foi.

https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/04/09/abacatudo-moranguete-novelas-de-frutas-viralizam-e-divertem-mas-acendem-alerta-de-psicologos.ghtml

https://www.metropoles.com/colunas/mirelle-pinheiro/novelas-de-frutas-podem-virar-caso-de-policia-entenda

Nas últimas semanas, começaram a ser veiculadas matérias na mídia com a opinião de “especialistas” dizendo que as novelas de frutas são nocivas, por reproduzirem preconceito e misoginia. E que podem prejudicar as crianças que têm acesso a esses vídeos.


Esse ponto das crianças é fácil de refutar, porque obviamente esse tipo de conteúdo não foi feito para elas. Além disso, criança não deveria ter acesso a redes sociais, não deveria ter acesso nem a celular, aliás. Obviamente, isso não acontece porque essa nova geração já nasceu plugada no digital. Porém, para se ter uma conta no Instagram, por exemplo, precisa ter no mínimo 13 anos. Não é uma rede social para crianças. E criticam as novelas das frutas, mas não criticam desenhos LGBT para crianças na Netflix e no Cartoon Network que pregam ideologia de gênero.


Quanto a serem misóginas, isso é um espantalho que as feministas adoraram criar para destruir tudo o que elas não gostam. Está certo que nessas novelas quem trai na maioria das vezes é a personagem feminina; porém, se for por esse pensamento, deveriam ser abolidas grandes obras de literatura que têm como tema a traição feminina, como
Madame Bovary, Anna Karenina, Dom Casmurro, O primo Basílio e muitas outras. Ou até as novelas da Globo, e a própria Globo agora critica as novelas das frutas. Então, isso faz pensar que ela está é com medo da concorrência. E acredito que as feministas com certeza tirariam das bibliotecas e livrarias todos os clássicos da literatura ocidental escritos por homens brancos. Sem contar que, quem está fazendo esses estudos criticando as novelas de frutas é a tal NetLab, departamento tomado por feministas da UFRJ que tiram os dados do cu.


E é como se o Brasil não tivesse problemas. O problema do Brasil não é a corrupção do Banco Master, que atinge o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Não são as viagens internacionais de Lula e Janja. Não é a economia, que não está bem, a despeito de dados manipulados do IBGE, que camuflam a taxa de desemprego e a inflação, que são bem maiores. Por exemplo, se você está desempregado e não está procurando emprego, eles já te tiram das estatísticas do desemprego. O problema do Brasil não é o apagão de mão de obra, porque muita gente prefere viver de bicos e Bolsa Família, em vez de trabalhar no comércio. O problema do Brasil não é a China comprando terras no Nordeste. Não é a violência e o crime organizado dominando as grandes e pequenas cidades. Nada disso é problema.


No entanto, as novelas das frutas são o problema do Brasil. Você errar um pronome é um problema. Você falar “denegrir”, verbo que vem do latim
denigrare e não tem nada de racista, é um problema. Você ler gibis do Justiceiro e do Batman, personagens considerados “fascistas”, é um problema. Você gostar mais da gostosa da Sydney Sweeney em vez da feiosa da Zendaya é um problema. Você gostar das personagens gostosas do Oda em One Piece é um problema. Sinceramente, é por isso que o Bananil não vai nunca para a frente. E, entre as novelas da Globo e as novelas das frutas, com certeza prefiro estas últimas como entretenimento.