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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Resenha: BRIGHTBURN – FILHO DAS TREVAS


Um casal de fazendeiros, no interior do Kansas, visualiza a queda de um objeto e, dentro deste, está uma criança que eles criam como se fosse dele. Quando o jovem completa 12 anos, descobre que possui poderes incríveis como poder de voo, visão de calor, super-força e invulnerabilidade. Então, com isso, ele descobre a nave que chegou à Terra e descobre seu principal objetivo: A dominação do mundo!



O começo lembra muito o maior dos clássicos de super-heróis, mas tudo muda nesse filme escrito pelos irmãos de James Gunn – que, por sinal, ele produz. O casal, Tori Breyer (Elizabeth Bannks) e Kyle Breyer (David Denman), vive em Brightburn, no interior do Kansas. Eles criam o menino Brandon Breyer (Jackson A. Dunn) da melhor forma possível, mas o destino do garoto já está determinado e será totalmente definido no desenrolar do filme.
Eu fiquei vendo esse filme e pensando: “é algo como: Como seria se Zod tivesse mandado seu filho para a Terra?”, e você percebe que seria algo totalmente sinistro e macabro. “Brightburn – Filho das Trevas” – essa extensão ao título é bem significativa – nos mostra uma versão bem aterrorizante de como seria se tudo fosse destinado a outro caminho.


Tá, eu sei que soltei alguns spoilers com minha narração, mas o filme precisa ser visto de qualquer forma, pois somente assim para entender todo o caminho que Brandon tomará e todas as tentativas de sua mãe, sempre fiel ao seu filho, para que ele tome um caminho inverso.



O título faz uma ligação direta ao símbolo constantemente usado pelo jovem Brandon. Mas, na verdade, vem do nome dele: Brandon Breyer. E, se pensarmos bem – na tradução do título, que significa “queimadura” (em uma tradução livre) – percebe-se que o título e o nome da cidade têm muito a ver com o enredo em si.



Que os Gunn gostam de uma ficção científica, isso é claro. Principalmente James Gunn, que já desenvolveu “Super”, dois filmes de “Os Guardiões da Galáxia” e está trabalhando com o segundo filme “Esquadrão Suicida”. A linha do “super-herói” é uma abordagem normal para eles, mas esse thriller é algo bem novo. A taxa de gore do filme é alta e o torna ainda mais atemorizante e aterrorizante. Fica o destaque para o jovem Jackson A. Dunn, que interpreta Brandon Breyer. Ele está muito bem no papel do jovem de superpoderes.



“Brightburn – Filho das Trevas” surpreende e mostra como as coisas poderiam ser diferentes caso o clássico fosse um terror massacrante.

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