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quinta-feira, 5 de julho de 2018

EU VOS OFENDI, SITE JAMESONS?



Estava agora pouco em mais um diálogo em uma sessão de comentários, só que dessa vez no site “Jamesons”, que está ficando mais famoso, em especial por testes que fazem no estilo “Quiz”, sendo o mais famoso “35 Perguntas que vão dividir os Lombadeiros dos Marvetes".


Por mais redundante que seja dizer, estamos em um mundo onde as pessoas tem perspectivas diferentes, e os confrontos e banimentos, devem acontecer a partir do momento em que ofensas diretas são feitas ao argumentista, e não ao que ele defende. O site do Jamesons tem cerca de cinco redatores, excelentes no que fazem, com uma escrita mais experiente e fluída, levando em consideração que todos são universitários, alguns envolvidos profissionalmente com o manejo hábil das palavras. Um ponto que o site sempre toca, é sobre a intolerância do leitor, do quantos muitos atacam artistas no Twitter, perseguem proferindo absurdos e ameaças, e recorrem ao escárnio com a obra dos mesmos.


A figura do “leitor intolerante, machista, homofóbico, que avesso a mudanças e visões diferentes” é uma figura onipresente em muitos dos textos do site, geralmente reforçando acerca da repressão contra muitos títulos atuais da Marvel. O que nos trás ao engraçado fato de meus comentários terem sido apagados e eu ter sido banido da área deles. Não por ter dito qualquer frase desse cunho “intolerante”, mas por comentários sinceros sobre a maneira que a Marvel “vence quase sempre no top 10”, seguem os prints extraídos do meu e-mail:

Exemplos de comentários toletantes


Intolerância nível hard do Ozy, a ponto de ser excluída

Por mais incisivo que eu possa ter sido com os outros comentaristas (lembrando que o Pedro, já é um “velho adversário”, e no fundo ele sabe do meu carinho pela Marvel como editora), a crítica a:


A) Os fãs da Marvel enxergarem uma falsa supremacia nela, baseada no top 10 de vendas, no qual ela figura boa parte com edições #01. Qualquer um com dois neurônios observa que a “casa das ideias” está passando quase que por uma “crise de identidade”, fazendo “minis-reboots” a torto a direito, levando seus gibis a zerarem seus números numa média aproximada de a cada dois anos. Basta ver a compulsão de Marvel Now > All New Diferent > Marvel Legacy > Marvel Fresh Start. Isso de 2012 para cá, para acompanhar a concorrente que fez seu “Novos 52” em 2011 e o “Rebith” em 2016.

"Ohhhhh"


B) A DC em contrapartida, por mais que tenha conseguido “revitalizar” o Super-Homem para os fãs mais fervossos, ainda não consegue se livrar do Batman carregar boa parte da editora nas costas, não tendo a mesma, digamos que gama larga de “antigas agora nova estrelas”, tal qual a Marvel fez com o “Pantera Negra” ou “Os Guardiões da Galáxia”.

Em comparativo, a DC, embora não venda tanto quanto a concorrente, tem a estabilidade. Enquanto o lado vermelho coloca edições #01 a rodo dando a falsa impressão de ter “novidade a toda hora” que no fundo não se sustentam no ranking, o lado azul consegue ficar com o Batman entre os dez mais vendidos, fosse com Scott Snyder em todos os Novos 52, seja agora com Tom King no Rebith, e provável que antes, se conferido numa pesquisa.

Um raciocínio simples acerca do equilíbrio e diferença entre as concorrentes, seus pontos fortes e fracos sobre como trabalham seu markting, resultando numa informação para munir vários “fãs” sedentos para decretar seu time como melhor. Da mesma forma, isso é levado para bilheterias das adaptações no cinema, e sucessivamente. E é lamentável, um dos moderadores, seja lá quem for, de um site que antes de tudo diz prezar pela pluralidade de ideias, na falta de uma resposta, chegar a esse ato de censura, por de modo infantil se sentir ultrajado advinda a uma crítica acerca de uma editora. Fica o registro, que ao contrário de muitos da “patrulha de você sabem quem”, faço parte das pessoas que não obrigam os outros a ser aceitas, só das que cobram uma honestidade em agir de forma melhor acerca do que tanta crucifica. Vergonho, porém previsível.
Who let all of this riff-raff into the room?

Um comentário:

  1. Sempre, falei isso pra eles. Mas nunca me escutavam. Ótimo artigo 👏👏👏

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