Minha série animada da Mulher Maravilha (4ª temporada - Final)

 


 


Confiram também

 

Minha série animada da Mulher Maravilha (1ª temporada)

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A lenda da Mulher Maravilha - 4ª temporada

Episódio 1 A mãe da princesa



A temporada começa com uma reportagem, comentando como se faz um ano desde que Diana, a Mulher Maravilha, sacrificou sua vida para salvar Gateway City do descontrolado Tifão.

Sua falta ainda não sumiu da consciência das pessoas. A praça de Gateway City se tornou um dos pontos mais visitados pelos cidadãos, que deixam flores a estátua da princesa amazona.





A sensação de perda e vazio também é sentida pelos aliados da falecida heroína:

Steve passa grande parte do tempo em missões, deixando Etta para cuidar de Hercules e Hermes (que agora vivem em seu apartamento), Donna Troy se tornou protetora de Gateway City e rainha Hipólita adota uma atitude bem mais distante de sua guerreiras, muitas vezes saindo em eventos diplomáticos.



Quando a rainha comparece a um evento em Paris, ela testemunha a Corporação Vilania (Paula von Guther, Giganta, Doutora Veneno e o Homem Ângulo) invadindo o local para capturar uma jovem loira. Enquanto Nubia e Phillipus enfrentam as vilãs, Hipólita tira Audrey para um lugar seguro



Se escondendo dos seus perseguidores, Hipólita descobre que Audrey é herdeira ao trono de Kaznia. Ela expressa sua suspeita terem sido contratados por países inimigos para evitar que ela assume o poder, após se casar seu noivo, o barão Bedlam.

Enquanto Steve e Donna tentam descobrir quem contratou as vilãs, Hipolita se torna protetora de Audrey, vendo garantir a segurança dela como uma forma de se redimir por ter falhado em salvar Diana. Ela também nota semelhanças de Audrey com sua falecida filha, pelo fato da princesa se mostrar uma jovem rebelde, que estava querendo passar um tempo se divertindo, antes de ser forçada a se casar com Bedlam, devido ao seu reino não aceitar serem governados por uma garota solteira.



Em uma reviravolta heróis descobrem que a Corporação Vilania tinha sido contratada pelo Bedlam para convencer Audrey a adiantar seu casamento e ele poder assumir o poder.

Conseguindo exibir confissão dos vilões durante a cerimônia, eles desmascaram Bedlam, com Hipólita (usando a armadura de sua filha) derrotando o tirano salvando a princesa Audrey.



Sentindo-se transformada pela experiência, a rainha das amazonas assume o título de sua filha como a Mulher Maravilha e continuar a missão de sua filha. Essa decisão não é bem recebida por seus aliados, principalmente Nubia e as outras amazonas, que temem que essa escolha irá interferir nas responsabilidades de Hipólita para com elas.



A cena final mostraria Diana (agora usando uma armadura prateada e com estética nórdica) ajudando um grupo de guerreiros de um caranguejo gigante.

 



Episódio 2 O demônio, a feiticeira e a amazona




Seria um episódio protagonizado pela Donna Troy. Enquanto ela continua a proteger Gateway City, ela lida com insegurança sobre a decisão de Hipólita assumir o manto de Diana, fazendo a jovem acreditar que a rainha não a considera digna para continuar o legado da filha, apesar de Diana tê-la treinado.

Até os civis que Donna salva ficam comparando ela com a Mulher Maravilha, colocando pressão em lidar com essas expectativas.



Essa crise de identidade se reflete na vida civil de Donna. Com Julia Kapatelis morta, Donna tenta criar uma nova identidade para ela, a morando em um apartamento próprio e trabalhando como assistente de curadoria em um museu, com seu elenco de apoio consistindo na arqueóloga Helena Sandmark e sua filha Cassandra (ou Cassie)



Uma noite, enquanto ajudava Helena a organiza umas novas aquisições, as duas são surpreendidas por um grito de Cassie, que se assusta ao ver figuras de uma tapestria ganhando vida.



Rapidamente, Donna defende suas amigas, mas ela se vê em desvantagem contra esses monstros, mesmo recebendo a ajuda de Hercules (esse estaria tentando agir como um herói na cidade). Os monstros só são derrotados graças a intervenção de um demônio chamado Etrigan.

Ao voltarem para o museu, os heróis descobrem que um dos monstros roubou uma tabuleta azteca. Jason Blood (o alter-ego humano de Etrigan) explicaria que esses monstro foram conjurados pela feiticeira Morgana Le Fey, que queria a tabuleta para localizar uma fonte da juventude, que permitiria voltar a ser a bruxa poderosa que ela era na era medieval.



Com Jason tendo conhecimento da localização da fonte (visto que o próprio é um cavaleiro que esteve vivo desde os tempos de Camelot), Donna e Hercules viajam a região do Novo México para impedir a Morgana.

Durante essa viagem, seria mostrado Donna e Hercules tendo uma rivalidade, com a jovem amazona julgando Hercules muito impulsivo, enquanto ele acha que ela está perdendo tempo tentando imitar a Diana ao invés de pensar por si própria.



Quando chegam a uma pirâmide, os heróis confrontam Morgana, que dá vida a estátuas do templo. Enquanto   Donna e Etrigan enfrentam os guerreiros de pedra, Hercules consegue entrar na câmara da fonte e se encontra com Morgana.

Ao invés de enfrenta-lo, a feiticeira tenta seduzir Hercules, prometendo usar seu poder para torna-lo um deus completo e finalmente conquistar a aceitação de seu pai, Zeus, dizendo que, sem ela, ele nunca terá o respeito que tanto deseja.

Antes que Hercules responde-se a oferta, os outros heróis entram na câmara e Morgana consegue nocautear o semi-deus e pula na fonte.

Por um breve momento       parece que a feiticeira irá voltar a ser jovem e poderosa. Mas, de repente seu corpo começa a se deteriorar. É explicado que a fonte da Juventude é um poço de Lázaros, uma substância que só funciona com aqueles prestes a morrer.

A velhice de Morgana era um resultado de uma maldição, que a privou de sua juventude, mas também impedia ela de morrer. Quando ela entrou no poço, as duas magias se anularam. Ela morreu por causa de sua própria ambição.



Embora os heróis voltem para casa são e salvos. Hercules se sente humilhado por ter sido tentado pela oferta de Morgana. No fundo, ele sabe que a feiticeira tocou em uma verdade profunda, sobre ele querer ser aceito por Zeus e seu medo de ser uma decepção para ele.

Nesse estado inseguro, Hercules acaba sendo abordado por um homem misterioso, que diz conhece-lo e pode lhe dar um novo rumo na vida. Ao perguntar quem é, o homem sai das sombras e Hercules, chocado, diz uma palavra: “pai!”

 

Episódio 3 Ragnarok parte 1



A primeira cena seria um flashback mostrando Diana acordando, sem seus poderes, em confronto entre guerreiros. 

Em meio a confusão, um guerreiro chamado Sigfried pergunta o nome dela, mas Diana não consegue responder. Ela não se lembra quem ela é.



De repente ela é atingida por uma lança.  Sigfried jura vinga-la e diz que eles irão se ver em breve. Ele volta sua intenção para o combate, enquanto Diana fecha seus olhos.



Diana se vê em um ambiente escuro, sendo iluminada por uma figura, que a chama de Diana e diz que ela não pertence aquele lugar.



Antes que possa ter respostas, Diana desperta em um grande salão, onde vários guerreiros comem, bebem e celebram. Ela se encontra com Sigfried, que explica que ela morreu mas foi ressuscitada graças a magia de Asgard, a terra dos Aesir, guerreiros da mitológica nórdica europeia, vikings que, após a morte em combate, foram recompensados a viver neste lugar onde eles passam o tempo em um ciclo de batalhas e ressurreições.



O episódio corta para o tempo presente, onde Diana tendo se acostumado a ser uma ser uma guerreira aesir, formando uma grande amizade com Sigfried e os outros guerreiros. Ela também vem a conhecer os deuses de Asgard, como Thor (deus do trovão) e seu pai, o rei Odin.




Apesar de sentir feliz com sua vida, Diana  sente-se atraída até uma arvore no meio das neves, onde ela escuta uma voz chamando por ela. Ao se aproximar do local, ela se encontra com um esquilo falante chamado Ratatosk, que tenta avisa-la que os Aesir estão em perigo.



Diana tenta informar isso aos guerreiros, porém eles ignoram, dizendo que Ratatosk não é confiável. No entanto, as palavras do esquilo vão se comprovando após uma batalha terminar com Diana ressuscitando no Grande Salão de Vahalla, mas percebendo que Sigfried não voltou.

Ignorando as ordens de Thor e os outros aesir, Diana  decide investigar esse sumiço, descobrindo que Sigfried e outros guerreiros foram transformados em espíritos de Helheim.



Ela volta a floresta para falar com Ratatosk, que revela para Diana que a arvore que ele habita é a Yggdrasil, a arvore da vida, que sustenta e alimenta Asgard, mas que agora está se deteriorando, indicando que algo está interferindo na magia do reino. Se não for consertado, toda vida em Asgard está extinta, marcando o início de Ragnarok (o fim dos deuses).



Se lembrando que Sigfried uma vez lhe contou sobre as valquírias, guerreiras que gerenciam a magia de Asgard, ela começa a suspeitar de uma conexão delas com os eventos atuais. Decidida a ir a fortaleza das valquírias, Diana descobre, por Ratatosk, que, para poder entrar no forte, ela precisaria de uma chave, que está sendo guardado Nidhoggr, o dragão que habita as raízes de Yggdrasil.

Descendo até o lar da fera, Diana e Ratatosk descobrem que a chave está no estomago do dragão. Agora como Diana irá conseguir obte-la?



Episódio 4 Ragnarok parte 2



Se escondendo na casca de um ovo, Diana  engana o dragão a devora-la, permitindo que ela entre em seu estômago e recupere a chave.



Deixando a toca do dragão, Diana e Ratatosk saem em uma jornada até a fortaleza das valquírias, conseguindo chegar lá com a ajuda de um velho barqueiro.

Tendo sua presença percebida, Diana e seu companheiro roedor são emboscados pelas valquírias. As guerreiras revelam serem responsáveis pela quebra do ciclo de morte e ressurreição, dizendo que elas desistiram de continuar auxiliar os aesir, acusando-os de serem ingratos e perder o tempo em lutas patéticas. Para elas, é melhor deixar os guerreiros irredimíveis terem sua última luta e receberem o descanso eterno. 



Diana argumenta contra essa visão, dizendo que os aesir não são guerreiros bárbaros, tendo senso de honra respeito e buscam a ser pessoas melhores do que eram como mortais. Como exemplo ela cita Sigfried, que lhe contou sobre seu passado trágico com uma princesa, o arrependimento que ele pela forma como a relação deles terminou.

Não dando ouvidos as amazonas, as valquírias mandam prende-la nas masmorras, e se preparam para enfrentar o exército de Odin (que já perceberam que as valquírias não estão mais ressuscitando os guerreiros mortos).



Felizmente, Diana e Ratatosk são libertados por Brunhilda, que revela ser a amada que Sigfried se referia. 



Eles tentam interromper o confronto entre os aesirs e as valquírias, porém Thor acaba ferindo Ratatosk. Antes que o deus do trovão possa matar seu amigo, Diana pula em frente ao golpe para protege-lo. Nesse momento de suspense, ela recupera sua memória e nocauteia o Thor.


 

Em seguida, ela usa uma corda para desarmar Odin de sua lança Gugnir. A arma acaba caindo nas mãos do velho barqueiro. Em um piscar de olhos, ele se transformar em Odin. De acordo com rei dos deuses, ele esteve preso em seu disfarce de barqueiro por um tempo, com suas memórias tendo sido roubadas por causa do impostor.



Desmascarado, o impostor se revela sendo Ares.  Ele tem se passado por Odin e tentado provocar o ragnarok por causa de seu ódio por Asgard, vendo a forma como eles tratam combates (nas palavras de Odin, como uma forma de se conectarem e criarem uma comunidade de guerreiros com respeito) como um insulto a ele, o deus que personifica o caos e destruição.



Diana defende os aesir, dizendo que, apesar de viverem em combate e conquistas, eles possuem um propósito maior do que apenas satisfazer a si próprios tornando eles um povo com mais significado para existir do que um deus como Ares, que promove conflitos sem significado exceto alimentar sua fome por catástrofe.

Isso culmina em Diana desafiando Ares para um combate mano-a-mano. Se ela vencer Ares deixará Asgard para sempre. Senão, ele terá as almas dos guerreiros caídos, incluindo a da própria Diana.

O deus da guerra aceita o desafio e os dois rivais travam sua batalha decisiva.



Apesar de ter recuperado sua memória e ter sido treinada pelos aesir, Diana não é párea para Ares, que mata. Porém, a amazona se levanta do golpe, com seu corpo regenerado. Ares aplica outro ataque fatal, mas ela continua a ressuscitar. Agora cientes que foram enganadas, as valquírias e os aersir, cientes da farsa, fazem as pazes, permitindo que a magia volte a Asgard e reativando o ciclo de morte e ressurreição. Agora a batalha entre Diana e Ares só terá fim quando um deles se submeter.

A princípio, Ares mantém sua postura arrogante, tentando tornar as mortes de Diana mais dolorosas possíveis. Só que ela continua a se levantar, até finalmente Ares começa a se cansa daquele loop. Finalmente, o deus maligno cai de joelhos e, para escapar de seu tormento, ele se rende a princesa amazona.



Ares deixa Asgard, enquanto as valquirias ressuscitam os guerreiros mortos, principalmente Sigfried, que tem seu reencontro com Bruhilda.

Por ter salvo a vida deles, Odin dá sua gratidão a Diana e convoca um pássaro gigante que a ajudaria voltar para seu lar. Ela se despede de seus amigos, esperando um dia voltar vê-los.

Antes de sair, Sigfried questiona qual o propósito que Diana diz ter encontrado nele e nos aesir como um povo que vive em combates.

Diana responde que Asgard lhe mostrou algo além da natureza cíclica de violência entre homens. Ela viu capacidade de pessoas nesses cenários refletirem sobre esses conflitos, de terem nobreza e criarem laços de respeito com seus aliados e inimigos, inspirando cada um a evoluir e crescer.

Subindo nas costas da águia, Diana voa até o horizonte, com Diana tendo esperança de poder voltar para seus amigos e irmãs.



Tendo retornado a sua dimensão humilhado, Ares entra em seu templo e vê um guerreiro sentado em seu trono, zombando da derrota do olimpiano. Ao questionar quem ele é, o guerreiro diz ser seu substituto: Marte, o deus romano da Guerra.

Se recusando a se ajoelhar ao invasor, Ares o ataca, dando início a um combate entre os dois deuses da guerra.

 




Episódio 5 – O campeão dos deuses



O episódio seria um team-up entre Hipólita com Shazam (que nessa versão seria inspirado na fase do Mark Waid, com ele se chamando “O Capitão”).

Os dois heróis se conheceriam em um evento de caridade em Fawcett City e  a rainha das amazonas ajudaria o herói a proteger as ruas de sua vizinhança da gangue do criminoso Ibac, que diz ter o poder de 4 figuras históricas (Ivan o terrível, Cesare Bórgia, Atilla o huno, e Caligula).



No entanto, os poderes do vilão foram criados pelos cientistas da Veronica Cale e do professor Thadeus Sivana, que tem seus espiões de olho no Capitão para poder localizar seu esconderijo, que ele julga ser a Pedra da Eternidade, um lugar com vários artefatos místicos, algo que os vilões desejam obter para fazer fortuna.




Quando seus espiões revelam que o Capitão vive em uma estação de metrô, Sivana e Verônica enviam seus homens para invadir o local. Embora o herói consiga derrota-los ele que um garoto foi ferido.

Após confrontar Sivana e Verônica (que não são presos, embora a parceira deles se encerre pois Cale julga Sivana um incompetente), O Capitão se encontra com Hipólita, que percebe a tristeza que ele sente. O herói revela para a rainha das amazonas seu segredo: Ele é Billy Batson, um garoto órfão de 10 anos que se transforma no Capitão graças ao poder que recebeu do Mago Shazam.



Tendo convencido Billy a leva-la até o mago (que vive na Pedra da Eternidade), Hipólita crítica o velho feiticeiro sobre ter forçado uma criança inexperiente a essa vida perigosa de super herói. Ele explica que este era o destino de Billy, tal como foi o destino de Diana virar a Mulher Maravilha, o que Hipólita discorda, dizendo que essa foi decisão de Diana, algo que o mago tirou de Billy ao lhe conceder esse poder.

O mago reconhece a questão moral por trás de sua decisão, mas sabe que não pode mudar o destino de Billy como seu campeão. Hipolita insiste dizendo que Billy é apenas uma criança, o que o Mago concorda, perguntando a rainha o que ela acha que alguém assim precisa nesses momentos de dificuldade.



No dia seguinte, Hipólita visita Billy em seu lar e os dois dividem um lanche juntos, com ela agindo como uma figura materna que o jovem nunca conheceu.

O episódio termina com Diana se aproximando da Terra, quando uma estranha neblina cobre seu caminho. Ao tentar passar, ela se vê no meio de uma tempestade de raios e trovões, que derruba ela e a águia de Odin.

 

Episódio 6 – Dia de neve



O episódio seria protagonizado por Donna e Cassie, que passariam um dia com uma reformada Vanessa Kapatelis (a cisne prateada), quando essa estivesse tentando se reintegrar na sociedade.



O plano do trio seria interrompido quando Gateway City é envolvida por uma forte e misteriosa nevasca.

Depois de uma investigação mais a fundo, elas descobrem que a fonte dessa tempestade gelo está vindo de um laboratório abandonado. Chegando lá, elas descobrem que o responsável por essa mudança no clima foi o Ministro Nevasca, um androide feito por Boneco de Neve Azul, para ser um companheiro. No entanto, ele desenvolveu uma atitude possessiva, prendendo Byrna em seu laboratório e tentando usar um aparelho climático para destruir Gateway City, que ele acusa de terem sido responsáveis por terem rejeitado Byrna.



A dinâmica do Ministro com Byrna, age em contraste com o arco de Vanessa, que ainda carrega luto pela morte de sua mãe e Diana, culpa por suas ações como Cisne Prateada e sensação de solidão. Por isso, no começo, ela age de forma ingrata a companhia de Donna e Cassie. No entanto ela viria a reconhecer seu erro quando Donna expressa que o motivo dela ter feito companhia foi por saber que Diana nunca iria querer que Vanessa se sentisse sozinha.

Entendendo uma a outra, as duas, mais Cassie, conseguiriam desativar o aparelho do Ministro Nevasca e derrotar o vilão robótico, com Byrna sendo quem o destrói.



Apesar de ter se livrado do seu captor, Byrna chora por voltar para sua solidão, mas Vanessa lhe mostra compaixão, dizendo que existem pessoas para elas, olhando para Donna e Cassie, finalmente vendo-as como amigas.



Como trama secundária, o foco seria na Diana despertando em Tamaonash, uma dimensão criada por Shiva para os habitada pelos Komeriah, elefantes humanoides, com quatros braços e descendentes de seu filho Ganesha (deus hindu da sabedoria).



A amazona teria sobrevivido a queda graças a aguia de Odin, que a protegeu durante o impacto, sacrificando sua vida no processo, para a tristeza de Diana.

Depois de enterrar o pobre animal e explorar um pouco o lugar, Diana acabaria sendo capturada pelos Makhna, seres de aparência humanoide e pele azul, com pele azul e quatro braços, e uma atitude supremacista, achando que Tamaonash deveria pertencer apenas a eles por terem aparência próxima de sua criadora, Shiva.



No entanto, Diana se recusaria se deixar ser subjugada e, portanto, inspiraria os prisioneiros a fazerem uma rebelião.



Conseguindo fugir com sucesso, os Komeriah presenteiam Diana com um barco e ela o usaria para viajar por um rio que pode leva-la de volta ao mundo dos mortais.

 

 

Episódio 7 – O macaco e o leopardo



O episódio contaria duas tramas paralelas

A primeira envolveria Hipólita, Steve e Etta conhecendo Marcus Sun, um jovem que se torna alvo da Mulher Leopardo. 



Durante uma luta, o rapaz acaba caindo na água, se transformando em um garoto-macaco.



Se reunindo na casa de Marcus, os três descobrem que o rapaz vive com seus pais adotivos e não tem ideias sobre o que ele é. A única pista que ele tem é um amuleto que ele sempre carregou consigo. Os heróis reconhecem o kanji como um símbolo do Rei Macaco, um lendário guerreiro que desapareceu durante uma batalha no Reino dos Céus (o lar dos deuses da mitologia chinesa).



O que aconteceu com o rei macaco seria revelado na segunda trama do episódio, onde Diana chega ao Reino dos Céus e descobre que as regiões estão sendo invadidas pelas forças do demônio Nezha.  Diana tenta enfrentar o conquistador, porém, sem seus poderes, é facilmente derrotada e jogada para longe.



Acordando em uma floresta de bambu, ela se encontra com desaparecido rei macaco, que tem vivido isolado naquela floresta devido aos ferimentos que sofreu na grande guerra, com aquela floresta sendo o único lugar que preserva sua vida.



Não querendo que o rei macaco sacrifique sua vida, Diana pede que ele lhe ensine artes marciais (o que é mostrado em uma sequência de treinamento).



As duas tramas convergem com Marcus para ajudar Hipólita a derrotar a Mulher Leopardo (que agora possui uma necessidade de matar pessoas para se sustentar, e passou a perseguir o garoto por saber que ele era um deus), ao mesmo tempo em que Diana, usando uma nuvem voadora, enfrenta Nezha, combinando as técnicas que o rei macaco lhe ensinou com o estilo de luta das amazonas.



Estando livre da Mulher Leopardo, Marcus decide começar a aprender mais sobre seus poderes e sua origem (um gancho para um possível spin off do Príncipe Macaco).

Embora o povo do Reino dos Céus fique grato a Diana, nenhum deles sabe como leva-la de volta para casa ou o motivo dela ter perdido seus poderes.

Então, em uma explosão de luz, se abre um portal. Dele, sai um homem, de traje azul, sentado em uma grande cadeira flutuante. Seu nome é Metron, de Nova Genesis e ele diz que veio em busca de Diana.



 

Episódio 8 - Guerra dos deuses parte 1

A abertura do episódio mostraria o palácio de Hades e Perséfone sendo invadido por duas figuras encapuzadas. O deus dos mortos convoca seus soldados, mas a figura encapuzada demonstra ser capaz de controla-los, virando-os contra Hades e Perséfone. As figuras se revelam como Plutão e Proserpina e se declaram como novos soberanos do mundo dos mortos.



Essa tomada do submundo acontece ao mesmo tempo em que duelo entre Ares e Marte chega ao fim, com o deus romano jogando sua contraparte grega de um penhasco. Com suas missões completas e tendo controle de um exército de guerreiros, Marte e Plutão falam sobre seu sucesso para seu líder Júpiter, que diz que o próximo alvo deles será o Monte Olimpo.



Continuando o gancho do último episódio, Diana acompanha Metron até Nova Genesis, conhecendo os Novos Deuses do planeta, incluindo Órion, Lightray e o lider deles, Izaya, o Pai Celestial.






Diana fica surpresa ao se ver diante um panteão de deuses que usam tecnologia. Através da caixa materna, eles contam a Diana sua backstory: A muito tempo atrás, em um planeta cujo nome foi esquecido pela história, existia uma raça de seres poderosos conhecidos como os Velhos Deuses. Devido aos várias guerras internas, eles vieram a provocar sua própria extinção, assim como a destruição de seu mundo. Mas, dos destroços do planeta, nasceram dois mundos (Nova Genesis e Apokolips), habitados por uma nova raça, os Novos Deuses.



Mas, eles não foram os únicos deuses a nascerem da morte dos velhos deuses. A explosão do planeta liberou uma energia cósmica que se espalhou universo, dando vida a outros seres com poderes vindos da fé. Esse foi nascimento daqueles que mortais chamariam de deuses.



Normalmente, cada civilização tinha seu próprio panteão de deuses. No entanto teve uma exceção na Terra: Quando um guerreiro chamado Enéias escapou da Queda de Tróia, ele se mudou para uma região da futura Roma, onde seus descendentes passaram as lendas dos deuses gregos para os habitantes, só que com diferentes nomes.

Interessados em terem uma influência religiosa pela região, os deuses do Olimpo, sabendo que não poderiam governar dois povos diferentes, criaram cópias de si próprios para agirem como deuses dos romanos.

 


A amazona pergunta o motivo de revelarem essa informação para ela. Izaya explica que, pouco tempo atrás, ele sentiu um distúrbio na Parede da Fonte, que lhes revelou uma profecia:

“Os deuses irão a guerra com suas criações,

as amazonas irão encarar a morte

e a guerreira perdida cumprirá seu temível destino”



Embora suspeite que seja guerreira perdida que a profecia, Diana não faz ideia do que seria esse destino temível que a profecia se refere.

Sabendo que suas irmãs correm perigo, Diana tenta usar a Caixa Materna para viajar a Terra e avisar suas irmãs. No entanto, acontece uma interferência no Tubo de Explosão, que manda Diana para o Olimpo, onde os deuses romanos iniciaram seu ataque.






Enquanto isso, na Terra, Hipólita, recebe uma mensagem telepática do Mago Shazam, dizendo que Billy está em perigo e ela precisa pará-lo.

Assumindo que o Capitão precisa de ajuda, a rainha das amazonas vai ao seu encontro e o encontra em uma batalha contra Teth-Adam.



Interferindo no combate, Hipólita consegue imobilizar o Teth-Adam, que insiste em dizer que não é a ameaça. É aí que a mãe da Mulher Maravilha percebe que o Capitão fugiu durante a briga, e está indo em direção a Themyscira.

Com a ajuda de um manipulado Hercules, os deuses romanos tomaram controle da Pedra da Eternidade, prendendo o mago Shazam. Depois disso, com ajuda de Salomão, Atlas, Aquiles e Mercúrio (4 dos deuses e guerreiros que dão poderes para Billy) ele assumiram controle do campeão.



Sob a influência, o Capitão invade a ilha das amazonas, passando pelas guardas, e abre o Portão da Perdição, deixando que Marte e Plutão, liderando seu exército de mortos-vivos, invadam a Ilha Paraíso.




No Olimpo, Diana tenta impedir a guerra entre os deuses, porém acaba sendo atingida pelo relâmpago de Júpiter, desaparecendo em um flash de luz ofuscante.

O episódio termina com um dos servos de Circe informando-a sobre o início da guerra. Com um sorriso sinistro, ela ergue uma taça, para celebrar a eventual queda dos deuses do Olimpo e sua ascensão como a única deusa.

Obs: Nessa cena, seria mostrado que Circe está vestindo uma armadura semelhante a da Mulher Maravilha, porém com cores mais frias e sombrias.

 


 

Episódio 9 - Guerra dos deuses parte 2



A guerra dos deuses gregos e romanos prossegue sem trégua. Seus efeitos começam a serem percebidos pelos mortais, com várias regiões do mundo sofrendo desastres naturais, como tempestades, tsunamis e erupção de vulcões.


Se aproveitando do caos em Themyscira, Fobos e Éris (disfarçados de políticos) mostram a situação da ilha ao governo americano, convencendo-os de, se o exército dos mortos vencer, eles virão atrás dos Estados Unidos... a menos que eles eliminem o problema a todo custo.

Manipulados pelos Filhos da Guerra, o governo americano autoriza o exército a lançarem um míssil nuclear em Themyscira, vendo a morte das amazonas como uma baixa necessária para a sobrevivência da humanidade.



Enquanto a batalha no Olimpo e em Themyscira prossegue aumentando em escala, Diana acorda na Pedra da Eternidade, com o sábio Salomão (que estava apenas fingindo estar do lado dos vilões) revelando ter usado um encantamento do mago Shazam para salva-la do raio de Jupiter.

Após deixa-la a par do que está acontecendo na Terra, Salomão leva Diana para onde o mago está sendo mantido prisioneiro. Mas, para chegar até ele, os dois teriam que passar por Hercules, Aquiles, Atlas e Mercúrio.

Diana se vê em grande desvantagem contra eles, porém ela acaba sendo salva por ninguém menos que Ares. Tendo sobrevivido a queda, o deus da guerra percebeu que, em seu estado enfraquecido, ele iria precisar da ajuda da amazona. Sendo assim ele se junta a ela no combate aos guerreiros corrompidos, derrotando Atlas e Aquiles, enquanto Mercúrio é nocauteado por Hercules, reconhecendo o tolo que ele foi ao se deixar ser manipulado por Júpiter.

Com os deuses/guerreiros que o corromperam tendo sido derrotados, Billy Batson recobra sua consciência e, luta ao lado de Hipólita, Adam e as amazonas contra as forças de Marte e Plutão.




Libertado do cativeiro, o mago Shazam revela para Diana e os outros que todo esse conflito foi orquestrado por Circe. Foi ela quem enviou Diana para Asgard, no processo roubando seus poderes.

Com sua magia fortalecida, Circe começou a influenciar os deuses romanos contra os olimpianos, querendo que os dois pantões se destruam e provoquem uma “onda divina” (similar a que surgiu com a morte dos Novos Deuses) para que ela possa absorver seu poder e tornar a si própria em uma deusa.

Porém o mago Shazam revela que Circe, em sua ambição, provocou algo pior. Seu feitiço está se espalhando e influenciado os outros panteões (ex: aesirs, deuses egípcios, deuses hindus, novos deuses, etc...) a se enfrentarem. Se essa guerra continuar, todo o universo será apagado.



Para piorar as coisas, Circe foi quem conjurou uma barreira mística ao redor da Terra, impedindo Diana ou seus aliados de voltar para o planeta. Nem mesmo Ares ou o Mago  conseguem passar.

Quando a esperança parecia perdida, Diana e seus aliados são surpreendidos por Hermes, que se recuperou seu status como um deus divino (por passar esse tempo trabalhando como entregador e ajudando pessoas). Sendo um expert em rotas, o mensageiro dos deuses consegue levar os heróis de volta para Terra.



Enquanto Diana vai a Gateway City e ajuda Steve e Etta a impedirem Fobos e Éris de lançarem misseis em Themyscira, Ares e Hercules se juntam a a Hipólita e as amazonas na luta contra Plutão e Marte, com os deuses da guerra tendo sua revanche.

Quando parece que Ares seria derrotado por Marte de novo, ele revela seu trunfo: O duelo era uma distração. Seu objetivo era abrir caminho para que Hipólita pudesse fechar o Portão da Perdição, sugando todo o exército dos mortos de volta para o Hades. Com um soco poderoso, Hercules, Adam e Shazam conseguem fazer Plutão atravessar o portal, enquanto Ares agarraria Marte e os dois seriam sugados pelo portal. O deus obcecado por destruir a Ilha Paraíso acabou se sacrificando para salva-la.



O episódio teria uma sub-trama onde Donna Troy tenta proteger Gateway City, que se torna um campo de batalha entre Poseidon e Netuno. Os dois deuses e Donna se junte a um deles na batalha. Donna se sente dividida entre sua lealdade aos deuses gregos (representando sua relação com Diana e Themyscira) e aos deuses do mar (representando sua vida em Venturia).

Porém, ao ver Cassie e colegas em perigo, Donna decide rejeitar ambos deuses, protegendo as pessoas da cidade e enfrentando os deuses do mar.

Poseidon ainda diz que ela nunca será como Diana, mas a jovem responde “Eu não sou minha irmã, ou a Mulher Maravilha. Eu sou Donna Troy. Fim de papo!



No final do episódio, Themysciria e Gateway City podem ter sido salvas, com Diana se reencontrando com seus amigos. Mas ela sabe que a guerra dos deuses ainda está em andamento. Ela declara que, para encerrar esse evento e salvar toda vida, ela finalmente terá que cruzar a linha moral: Ela deve matar Circe.



Episódio 10 - Guerra dos deuses parte 3






O episódio começa com uma sequência mostrando transições entre as batalha sentre os deuses de diferentes panteões, enquanto as amazonas e aliados se preparam para atacar a ilha de Circe.



Enquanto Diana, Steve e Etta já vão na frente, para tentar se infiltrar no esconderijo da feiticeira, Hipólita lidera sua frota de navios para atacar a ilha pelo outro lado, distraindo os monstros da Circe para que Diana consiga chegar até o templo da vilã.




O confronto dos dois exércitos tem início na praia de Ea. 



Apesar de ainda terem que passar por alguns obstáculos, Diana e seus amigos chegam ao palácio de Circe, onde são atacados pela feiticeira, que zomba da amazona por não ter mais poderes.

Diana tenta avisar a Circe que o plano dela irá causar a destruição de toda existência, mas ela, arrogante e corrompida pelo poder, se recusa a dar ouvidos.

Sem ceder aos insultos, Diana enfrenta sua rival em um duelo intenso, usando todas armas ao seu dispor (incluindo o laço da verdade, que Hipólita envia para ajudar a filha).



A luta alcança um momento, onde Diana tem a chance de usar sua espada para matar Circe. Ela sabe que esse é a única forma de quebrar o feitiço dela sobre os deuses e salvar o universo.



Quando chega a hora decisiva, Diana deixa sua espada cair, permitindo que Circe lhe aplica um golpe fatal. Ela cai no chão sem vida, com todos seus aliados vendo em choque.

Por um momento breve, parece que Circe finalmente matou Diana, com a vilã declarando que agora ela está tão poderosa que não sente mais medo da profecia de que ela seria possuída por Hecate, após a matar a Mulher Maravilha, dizendo que poderá controlar o espirito de Hecate, assim como fez com os poderes da Diana.




No entanto corpo de Diana começa a flutuar. Ela abre seus olhos (sem íris) e emana uma aura brilhante e fantasmagórica. Ela chama por Circe, com uma voz imponente. Steve e Etta podem dizer que a mulher diante deles não é Diana, enquanto Circe fica ansiosa, reconhecendo quem está falando através do cadáver da amazona: É Hecate, deusa da magia e das profecias e antiga mestra de Circe.



Em uma reviravolta, é revelado que Circe interpretou a profecia de Hecate errado: Ela acreditava que, por ela e Diana terem metade da alma da deusa, a que matasse a outra serviria de hospedeira para Hecate. Mas, na realidade, o ato de matar que levaria faria a sobrevivente perder esse fragmento para a hospedeira que ela matou (como Horace Slughorn disse a Tom Riddler/Voldemort em Enigma do Principe: Matar rompe a alma).

De início, Circe diz que a volta de sua mestra não representa ameaça para ela, agora que tem os poderes da Diana. Só que a deusa da magia quebra a desilusão de grandeza, removendo facilmente os poderes de Circe. 

Ela expressa sua decepção em ver o monstro que sua aprendiz se tornou, depois do tempo que passaram juntas. Por se mostrar tão egoísta, Hecate condena Circe a viver como uma mortal sem magia. Ela ainda declara que, por maior que fosse a obsessão de Circe por poder, ela se provou como o ser mais inferior de todos da existência.



Através de seu poder, Hecate liberta os deuses do encantamento de Circe, encerrando de vez a guerra dos deuses.

Sabendo que a sobrevivência deles só aconteceu por causa do sacrifício de Diana, os deuses do olimpo convencem Hecate a deixar o corpo de Diana, chegando a oferecer de volta seu lugar no Olimpo. 

Movida pelo ato de compaixão dos deuses do Olimpo, e também da Diana em dar sua própria vida para ressucita-la ao invés de matar sua ex-aprendiz, Hecate atende ao pedido deles, deixando  o corpo da Diana para ser encontrado pelos seus amigos, que o levam a Themyscira.

Diana desperta no Olimpo, onde os deuses se curvam perante a princesa das amazonas, pedindo perdão pela forma como a relação deles foi prejudicada por causa de suas mentiras e manipulações. Eles finalmente entendem as palavras de Hermes na temporada anterior: Os deuses passaram tanto tempo no Olimpo, vendo os mortais e testando-os para ver se são dignos deles, que tinham se esquecido se eles próprios eram dignos de serem admirados. Eles ficaram mais preocupados em manter seu status como seres superiores ao invés de entender e ajuda humanidade a evoluir para uma sociedade melhor.


Sendo assim, os deuses explicam que decidiram promover Diana a Deusa da Verdade, para que ela possa agir não mais como um elo entre os deuses e os mortais.

Diana fica lisonjeada com a oferta, mas escolhe permanece com sua mãe e irmãs, dizendo que já tem alguém para assumir tal função. Ela se refere ao Hermes, que é recebido de volta no Monte Olimpo.


Diana também interagiria com Hecate, descobrindo que ela era a voz que ouviu em Asgard. A deusa da magia questiona o motivo de Diana ter se sacrificado para ressucita-la, sem assumir a possibilidade dela ser maligna como Circe.

Além do fato de Hecate ter sido quem incentivou Diana a não desistir, durante seus momentos de derrota, enquanto viajou pelos panteões, Diana explica que sabe sobre o passado trágico de Hecate, de como ela foi uma deusa com uma minoria de seguidores, mal consigo imaginar o quão doloroso deveria ter sido para ela ser traida por sua aprendiz. Diana julgou que ressucita-la seria uma forma de mostra a deusa que existem alguém que ainda nela.

Hecate chora de felicidade diante esse ato gentil da princesa amazona.




Nas praias de Themyscira, Hypolita cobre o corpo de Diana com barro e, tal como fez no passando, começa a remoldar Diana, tendo sua vida devolvida pelos deuses, Diana ressuscita, tendo seu reencontro emocionante com sua mãe e irmãs.



Os dias seguintes, o mundo se recuperou dos danos provocados pela Guerra dos Deuses, com as amazonas ajudando na reconstrução das cidades e propriedades danificadas.

Apesar de receber convite de seu pai para se juntar a eles em sua nova moradia, Hercules recusou, sabendo que ainda tem muito que evoluir como um herói até se sentir digno. Ele trabalha como assistente comunitário.

Reconhecendo sua conexão com os mortais e os conflitos internos que tiveram nos últimos anos, Hipolita se afasta do posto de rainha, com as amazonas decidem a viver sob uma democracia, com Nubia como chanceler.



Steve e Etta se casaram, com Diana sendo madrinha deles.




Finalmente, Diana retomou sua vida como embaixadora de Themyscira e arqueóloga free-lance, ajudando Donna em coletar artefatos para o museu de Helena Sandmark (o que resulta nela conhecendo a Cassie, que é sua grande fã).



A cena final mostraria Hecate e Atena observando Diana de longe. A deusa da sabedoria se demonstra curiosa sobre qual caminho sua protegida irá seguir e Hecate responde que existem várias opções, mas todas elas fazem parte dessa tapestria que é a lenda da Mulher Maravilha. O episódio encerra mostrando que a deusa da magia tem um pergaminho com uma gravura de Diana  (simbolizando que, não importa qual caminho sigam, os heróis estarão bem).



Essa foi minha série animada da Mulher Maravilha! Qual a opinião de vocês, leitores? Gostaram? Acham que deveria ter feito mais temporadas? Como vocês acham que a princesa amazona poderia ser adaptada nessa forma de mídia?