GOD OF WAR 2018 – SOUNDTRACK - OZYMANDIAS_REALISTA...

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quarta-feira, 25 de abril de 2018

GOD OF WAR 2018 – SOUNDTRACK



Estou para fazer uma longa viagem, e até mesmo assistir “Guerra Infinita” em algumas horas, mas pensei em compartilhar aqui algo que chamou muito a minha atenção diariamente --nos últimos 15 dias-- que é a nova trilha sonora de God of War. Não tenho PS4, e nem cheguei a jogar, mas fiquei deslumbrado com partes que assisti por horas no You Tube, de ultrapassar com facilidade qualquer obra cinematográfica adaptando mitologias gregas e nórdicas nos últimos 30 anos. O mais impressionante, porém, foi a capacidade da franquia se reinventar, sem se deturpar.



O capítulo anterior, “Ascension”, foi um game que começa instigante (e explorando uma das poucas bestas mitológicas gregas que restaram do catálogo), como os antecessores da trilogia principal, mas que se tornou chato ao ponto de eu desistir antes da metade. O fim estabelecido após a destruição do Monte Olimpo (e consequentemente, toda humanidade?!) era um ponto final mais que definitivo, um “prólogo” para o que havia sido o ápice da franquia, não tinha muito a acrescentar em enredo ou jogabilidade.



Só que estou aqui para falar da trilha, algo que me disse muito, talvez até mais do que textos e filmes diriam (ou pelo menos, andam dizendo esse ano). A icônica faixa, aparentemente insubstituível é trocada por um hino fúnebre, frio, e ainda mais indutor de uma nova batalha estar próxima. Em vez de um crescendo quase um heavy metal, como em GoW III, onde a cada faixa dava para se sentir uma chama de ódio de vingança, as composições de Bear McCreary torneiam de forma irretocável uma jornada de arrependimentos e reflexões, advinda de Kratos, não mais apenas uma fera fora da jaula e “unidimensional” (?), mas agora mais “humano” e crível emocionalmente, sendo entregue sonoridade mais “de ação porradeira” apenas em poucos tracks como “The Dragon”, “Magni and Modi” e “Deliverance”.



O verdadeiro chamativo do álbum é manter a trilha “espartana” de “300 em diante”, junto a sua raiz grega, ao tempo em que amplia para todo esse novo universo nórdico, gélido, assustador e desconhecido. Numa sonoramente, levar as cinzas de uma ex-mulher ao topo mais alto foi tão instigante.



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