Parte VII
Estarei
sempre olhando você
Sempre com você
Tenho nada melhor
Para fazer
Sempre com você
Tenho nada melhor
Para fazer
- Eu estava contando pra ele sobre as
câmeras - atualiza o cientista.
- O que que tem as câmeras? - pergunta Noberto voltando pro seu canto e cruzando os braços. - Câmeras que deixaram pra me vigiar aqui na minha "casa"? - Ele ironiza um pouco ao dizer "casa", pois já passou a enxergá-la mais como uma armadilha do que um lar.
- Sim, eu estava explicando o projeto D-42. - Sin diz com um ar de importância - Onde parei?
- Você falou quase nada, só disse que era um tipo de equipe free-lance. - Relembra o escritor.
- Bem, então; o governo me avisou que havia encontrado um dinossauro congelado e queriam me colocar na liderança de uma equipe de estudo. A parte frustrante, que nos levou a reanimá-lo, é que não conseguimos te abrir. Usando raio-x conseguimos ver o seu interior, mas não era muito diferente do que já era suposto com os fósseis que haviam sido encontrados no passado. Se ao menos tivéssemos conseguido abrir para olhá-los de perto...
- Vocês não conseguiram cortar a pele dele?
- Não deu, de forma alguma. Era uma textura inédita para a biologia moderna.
- Nada é mais duro que a minha pele. - Afirma Noberto com confiança e convencimento. Ao ver a curiosidade do jornalista ele diz - sempre foi assim, sempre será. Nada a corta, nada a queima.
nomeocultado vai fazendo
anotações enquanto o cientista continua - É... Em contraste, o processo de
reanimação foi um sucesso. Tínhamos o único dinossauro vivo em milhões de anos
no nosso departamento. E tudo em solo americano. Mais uma vez a América
mostraria sua superioridade evolucionária sobre o resto do mundo. Mas aquilo
era uma equipe de ciência, não pesquisas sociais. Com certeza eles gostariam de
apresentar D-42 em circos ou alguma coisa do tipo. Eu é que não ia me envolver
com isso. Enquanto o resto da equipe se entretinha falando com aquele dinossauro
eu telefonava para a Casa Branca pra descobrir qual curso deveria ser tomado.
Tinha umas pessoas muito jovens na equipe, não que os mais velhos fossem menos
imaturos, mas aí acabaram chamando o projeto de "Noberto".
- O quê?! "Noberto" é seu apelido?! Qual é o seu nome?!
- Eu era da família T-Bloide. - O kaiju responde pacientemente. - E assim me chamavam.
- Você não tinha nome? - se surpreende o pesquisador.
- Então, nos chamávamos apenas pelas famílias, era assim que nos diferenciávamos, não havia esse tipo de... definição individual que você pergunta.
- Hum, não imaginava - e vai anotando.
- É, as coisas mudaram...
- De qualquer forma, - interrompe Genio Sin com desprezo - A descrição oficial dele é D-42, e não "Noberto". Eu, como chefe de toda a equipe científica responsável pela pesquisa e reanimação de D-42, não tenho qualquer relação com esse termo que foi colocado sem qualquer responsabilidade.
- Tanto faz, até o presidente me chama assim.
- Ghh, não importa! - ele geme com raiva. - Ele também está errado... mesmo sendo o presidente...
- E depois disso, você foi culpado pela fuga dele de alguma forma?
- Claro que não, o que eu poderia ter feito? A polícia e os seguranças do laboratório tentaram pará-lo, mas como eu previa, não conseguiram penetrar o couro de D-42.
- E quando veio parar aqui?
- Então, toda a mansão é na verdade, como eu já falei, uma espécie de reality show privado, uma casa feita para espioná-lo e estudá-lo sem que sequer percebesse.
- E que nome recebeu esse plano?
- É a... - ele hesita - ... "Casa do Noberto".
- Achei que--
- EU TIVE NADA HÁ VER COM ESSE TRABALHO!!! O MEU SE CHAMA D-42!!! Eu fui o primeiro e único que falou que não queria se encarregar dessa missão! Mesmo assim eles me mandaram, mas não tive envolvimento nisso. Humpft. Foi uma ideia toda da CIA. Uma que eu não deveria nem estar dizendo porque--
- Eu sei, é secreto. Calma, calma, procure se acalmar. - Ele diz tentando esconder que está achando graça. - E como foi que vocês se conheceram mesmo?
- Bem, D-42 me encontrou ontem à noite no escuro, enquanto assistia televisão.
- Ele ficava mexendo nos cabinhos desativando a minha internet! - adiciona Noberto.
- Hum, acho que não preciso colocar isso--
- Claro que não! - exclama Sin. - Você pode terminar o seu texto com a seguinte frase: "Apesar do seu estado atual ser um mistério e um desafio, o maior cientista de sua época, Genio Sin, ainda tem mais descobertas guardadas para o futuro da Humanidade." Seria uma ótima forma de terminar sua matéria se quer saber, ou seja lá o que você vai escrever.
- Claro... - relevanomeocultado,
que já estava acostumado com entrevistados querendo lhe dizer como deixar seu
texto. Ele se interrompe um pouco e enfia a cabeça no grande monte de papel
higiênico. Foi fazendo isso de tempo em tempo.
- Então Noberto, posso resumir que sua vida no Pólo Norte é meio, am... solitária e... você não gosta disso, certo? Não poderíamos dizer que você é feliz? - ele fala com cautela.
- Não.
- Você realmente só saiu em 16 de agosto de 1977 e 25 de junho de 2009, certo? Absolutamente todos os outros dias dos últimos anos desde quando foi descongelado você passou aqui? Sem exceção?
- Sim.
- Mais uma pergunta... Você sabia que nos dias que foi visto em público foram os mesmos que dois ícones da música morreram?
- ...Não tinha notado.
- Obrigado por ter respondido as minhas perguntas, Sr. Noberto Dinossauro...
- Não tem de quê--
- Ah, mais uma coisa. O governo mantém todo o necessário para a sua sobrevivência--
- O que que tem as câmeras? - pergunta Noberto voltando pro seu canto e cruzando os braços. - Câmeras que deixaram pra me vigiar aqui na minha "casa"? - Ele ironiza um pouco ao dizer "casa", pois já passou a enxergá-la mais como uma armadilha do que um lar.
- Sim, eu estava explicando o projeto D-42. - Sin diz com um ar de importância - Onde parei?
- Você falou quase nada, só disse que era um tipo de equipe free-lance. - Relembra o escritor.
- Bem, então; o governo me avisou que havia encontrado um dinossauro congelado e queriam me colocar na liderança de uma equipe de estudo. A parte frustrante, que nos levou a reanimá-lo, é que não conseguimos te abrir. Usando raio-x conseguimos ver o seu interior, mas não era muito diferente do que já era suposto com os fósseis que haviam sido encontrados no passado. Se ao menos tivéssemos conseguido abrir para olhá-los de perto...
- Vocês não conseguiram cortar a pele dele?
- Não deu, de forma alguma. Era uma textura inédita para a biologia moderna.
- Nada é mais duro que a minha pele. - Afirma Noberto com confiança e convencimento. Ao ver a curiosidade do jornalista ele diz - sempre foi assim, sempre será. Nada a corta, nada a queima.
- O quê?! "Noberto" é seu apelido?! Qual é o seu nome?!
- Eu era da família T-Bloide. - O kaiju responde pacientemente. - E assim me chamavam.
- Você não tinha nome? - se surpreende o pesquisador.
- Então, nos chamávamos apenas pelas famílias, era assim que nos diferenciávamos, não havia esse tipo de... definição individual que você pergunta.
- Hum, não imaginava - e vai anotando.
- É, as coisas mudaram...
- De qualquer forma, - interrompe Genio Sin com desprezo - A descrição oficial dele é D-42, e não "Noberto". Eu, como chefe de toda a equipe científica responsável pela pesquisa e reanimação de D-42, não tenho qualquer relação com esse termo que foi colocado sem qualquer responsabilidade.
- Tanto faz, até o presidente me chama assim.
- Ghh, não importa! - ele geme com raiva. - Ele também está errado... mesmo sendo o presidente...
- E depois disso, você foi culpado pela fuga dele de alguma forma?
- Claro que não, o que eu poderia ter feito? A polícia e os seguranças do laboratório tentaram pará-lo, mas como eu previa, não conseguiram penetrar o couro de D-42.
- E quando veio parar aqui?
- Então, toda a mansão é na verdade, como eu já falei, uma espécie de reality show privado, uma casa feita para espioná-lo e estudá-lo sem que sequer percebesse.
- E que nome recebeu esse plano?
- É a... - ele hesita - ... "Casa do Noberto".
- Achei que--
- EU TIVE NADA HÁ VER COM ESSE TRABALHO!!! O MEU SE CHAMA D-42!!! Eu fui o primeiro e único que falou que não queria se encarregar dessa missão! Mesmo assim eles me mandaram, mas não tive envolvimento nisso. Humpft. Foi uma ideia toda da CIA. Uma que eu não deveria nem estar dizendo porque--
- Eu sei, é secreto. Calma, calma, procure se acalmar. - Ele diz tentando esconder que está achando graça. - E como foi que vocês se conheceram mesmo?
- Bem, D-42 me encontrou ontem à noite no escuro, enquanto assistia televisão.
- Ele ficava mexendo nos cabinhos desativando a minha internet! - adiciona Noberto.
- Hum, acho que não preciso colocar isso--
- Claro que não! - exclama Sin. - Você pode terminar o seu texto com a seguinte frase: "Apesar do seu estado atual ser um mistério e um desafio, o maior cientista de sua época, Genio Sin, ainda tem mais descobertas guardadas para o futuro da Humanidade." Seria uma ótima forma de terminar sua matéria se quer saber, ou seja lá o que você vai escrever.
- Claro... - releva
- Então Noberto, posso resumir que sua vida no Pólo Norte é meio, am... solitária e... você não gosta disso, certo? Não poderíamos dizer que você é feliz? - ele fala com cautela.
- Não.
- Você realmente só saiu em 16 de agosto de 1977 e 25 de junho de 2009, certo? Absolutamente todos os outros dias dos últimos anos desde quando foi descongelado você passou aqui? Sem exceção?
- Sim.
- Mais uma pergunta... Você sabia que nos dias que foi visto em público foram os mesmos que dois ícones da música morreram?
- ...Não tinha notado.
- Obrigado por ter respondido as minhas perguntas, Sr. Noberto Dinossauro...
- Não tem de quê--
- Ah, mais uma coisa. O governo mantém todo o necessário para a sua sobrevivência--
- Ei, ei! Com licença! - uma voz meio
insegura os interrompe de repente! Era o garoto que havia ido cuidar do
problema na internet. Ele vem andando da porta onde estava, se aproximando
deles na cozinha.
- Eu tô vendo lá o problema do seu computador, seu Dinossauro, - ele explica - mas é meio grande eu tenho que escalar... aí eu tava ouvindo a conversa de vocês... tem problema se eu me juntar pra ficar ouvindo também? Tá mó conversa interessante... cara! Depois eu termino lá o que eu tava fazendo. Tudo bem...?
- Eu tô vendo lá o problema do seu computador, seu Dinossauro, - ele explica - mas é meio grande eu tenho que escalar... aí eu tava ouvindo a conversa de vocês... tem problema se eu me juntar pra ficar ouvindo também? Tá mó conversa interessante... cara! Depois eu termino lá o que eu tava fazendo. Tudo bem...?
Ninguém responde nada. Mal fazem
contato visual na verdade. O rapaz chega com um ar de "irado!" e
senta em perna de índio do lado do cientista, onde fica olhando pra cima
encarando Noberto. Parece ainda tão impressionado quanto quando entrou na casa.
Todos ficam quietos e parados. Parecem estar esperando alguma coisa acontecer. O mais jovem então fica decepcionado e diz
- Poxa! Voltem pro que vocês estavam falando! Das câmeras, o governo e os dinossauros! Por que vocês pararam?!
- Am... - murmura o jornalista.
- Não existem mais dinossauros, baixinho - responde Noberto com pessimismo e morbidez. - Eles foram extintos. Só sobrou eu que você pode ver aqui. E não é grande coisa, como pode notar.
- O quê? Mas como foi que isso começou?! - Pergunta o técnico.
- Não vá falar tudo de novo! Misericórdia! - reclama Sin - Se prepare para ouvir o segundo maior segredo dos Estados Unidos, garoto! - ele já debocha. - Nós descongelamos D-42 há décadas atrás, provavelmente antes de você nascer, o governo tinha grandes planos, quem sabe ele fosse clonado, mas como apareceram algumas dificuldades, todos perderam o interesse e o projeto morreu.
- "Clonado"? Como assim clonado?! - pergunta o dinossauro confuso!
- Ai... eu já não falei disso? - pergunta Sin.
- NÃO! - ele rosna.
- Calma, pelo visto nada aconteceu--
- Mas isso é importante! - Exclamanomeocultado voltando a escrever rapidamente. - Você não pode
ignorar esse detalhe! Quando clonaram o Noberto?!
- Oh droga, calma! Eles não clonaram! - explica Genio Sin. - Depois de descongela-lo e dar animação a ele, o que conseguimos, eles me explicaram pelo telefone que o plano era aprender a domar o animal, o observando e aprendendo tudo sobre o próprio em seu novo lar, assim podendo multiplicá-lo várias vezes e fazer um exército da feroz criatura. Seria superioridade militar certa. Consegue pensar em um elemento surpresa melhor do que um exército de dinossauros?
- Um exército de dinossauros...? - murmura Noberto com a mente meio alta.
- Mas isso vai ficar para filmes de ficção científica. Estou aqui há um tempo mas o projeto foi engavetado, ou saberíamos caso tivesse sido colocado em ação.
- NÃO! - rosna Noberto pisando no chão. Todos são jogados uns cinco metros no ar com o impacto. Sin resmunga, o jornalista começa a implorar misericórdia para a sinusite e o garoto exclama "Looooooooooooco!". Após recobrar o fôlego e se ajeitar, o ainda amarrado cientista reclama
- O QUE FOI, DINOSSAURO?!
- Vocês iam criar um exército... PARA GUERRA?!
- Seria um exército meio grande pra um jogo de xadrez... - ironiza Sin, o técnico da internet dá uma risada forçada. O jornalista ainda tentava se recobrar da dor na cabeça pra voltar a anotar o que estava sendo dito.
- Não acredito. Não podem! Temos-- Tenho que ter certeza que eles não podem fazer isso. - Noberto diz parecendo preocupado. A voz chega a soar um pouco fraca. - Não podem...
- Mas por quê?! - pergunta Genio Sin - Por que você se importa?
Noberto parecia confuso, pensando em milhares de coisas. Ele havia ficado indiferente a maior parte do tempo, era esquisito. Então ele diz: Acho que é melhor eu responder a pergunta do garoto abobado com espinhas.
- Hum...? Qual? - pergunta o garoto com espinhas como abobado - Fiz tantas perguntas... não lembro.
- Hora de explicar minha origem.
- JÁ FIZEMOS ISSO 500 VEZES! - reclama Sin.
- Não, vocês disseram o que vocês sabiam. Agora vou contar o que rolou há milhões e milhões de anos atrás. Muito antes de todos vocês ou até mesmo suas células ancestrais. Voltar pra quando eu realmente era "um"... e não "o" dinossauro.
Todos ficam quietos e parados. Parecem estar esperando alguma coisa acontecer. O mais jovem então fica decepcionado e diz
- Poxa! Voltem pro que vocês estavam falando! Das câmeras, o governo e os dinossauros! Por que vocês pararam?!
- Am... - murmura o jornalista.
- Não existem mais dinossauros, baixinho - responde Noberto com pessimismo e morbidez. - Eles foram extintos. Só sobrou eu que você pode ver aqui. E não é grande coisa, como pode notar.
- O quê? Mas como foi que isso começou?! - Pergunta o técnico.
- Não vá falar tudo de novo! Misericórdia! - reclama Sin - Se prepare para ouvir o segundo maior segredo dos Estados Unidos, garoto! - ele já debocha. - Nós descongelamos D-42 há décadas atrás, provavelmente antes de você nascer, o governo tinha grandes planos, quem sabe ele fosse clonado, mas como apareceram algumas dificuldades, todos perderam o interesse e o projeto morreu.
- "Clonado"? Como assim clonado?! - pergunta o dinossauro confuso!
- Ai... eu já não falei disso? - pergunta Sin.
- NÃO! - ele rosna.
- Calma, pelo visto nada aconteceu--
- Mas isso é importante! - Exclama
- Oh droga, calma! Eles não clonaram! - explica Genio Sin. - Depois de descongela-lo e dar animação a ele, o que conseguimos, eles me explicaram pelo telefone que o plano era aprender a domar o animal, o observando e aprendendo tudo sobre o próprio em seu novo lar, assim podendo multiplicá-lo várias vezes e fazer um exército da feroz criatura. Seria superioridade militar certa. Consegue pensar em um elemento surpresa melhor do que um exército de dinossauros?
- Um exército de dinossauros...? - murmura Noberto com a mente meio alta.
- Mas isso vai ficar para filmes de ficção científica. Estou aqui há um tempo mas o projeto foi engavetado, ou saberíamos caso tivesse sido colocado em ação.
- NÃO! - rosna Noberto pisando no chão. Todos são jogados uns cinco metros no ar com o impacto. Sin resmunga, o jornalista começa a implorar misericórdia para a sinusite e o garoto exclama "Looooooooooooco!". Após recobrar o fôlego e se ajeitar, o ainda amarrado cientista reclama
- O QUE FOI, DINOSSAURO?!
- Vocês iam criar um exército... PARA GUERRA?!
- Seria um exército meio grande pra um jogo de xadrez... - ironiza Sin, o técnico da internet dá uma risada forçada. O jornalista ainda tentava se recobrar da dor na cabeça pra voltar a anotar o que estava sendo dito.
- Não acredito. Não podem! Temos-- Tenho que ter certeza que eles não podem fazer isso. - Noberto diz parecendo preocupado. A voz chega a soar um pouco fraca. - Não podem...
- Mas por quê?! - pergunta Genio Sin - Por que você se importa?
Noberto parecia confuso, pensando em milhares de coisas. Ele havia ficado indiferente a maior parte do tempo, era esquisito. Então ele diz: Acho que é melhor eu responder a pergunta do garoto abobado com espinhas.
- Hum...? Qual? - pergunta o garoto com espinhas como abobado - Fiz tantas perguntas... não lembro.
- Hora de explicar minha origem.
- JÁ FIZEMOS ISSO 500 VEZES! - reclama Sin.
- Não, vocês disseram o que vocês sabiam. Agora vou contar o que rolou há milhões e milhões de anos atrás. Muito antes de todos vocês ou até mesmo suas células ancestrais. Voltar pra quando eu realmente era "um"... e não "o" dinossauro.
Todos prestam atenção.






















