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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

janeiro 30, 2019

Hoje é Dia de Sala Especial, Baby


Seus olhos brilharão em festiva nostalgia, caro leitor das antigas do Marreta, você que já está na faixa etária dos 45 anos para mais, quando eu revelar o tema desta postagem.
Sua memória, tal e qual a minha, uma fita Basf de ferro já desgastada e desmagnetizada pela vida e pela lida se acenderá em leds a sinalizar as estradas vicinais do passado. Você que não se lembra nem do que comeu ontem (ou quando foi a última vez que comeu alguém) terá reativadas as mais recônditas de suas memórias : a memória afetiva e, sobretudo, a memória punhetiva.
O assunto, hoje, é, rufem os tambores : a Sala Especial.
Lembrou dela, né? Claro que lembrou. Com seus dois cérebros; com sua massa encefálica e com sua massa fálica. Se não ficou em riste, ao menos uma meia-bomba, tenho certeza, a lembrança lhe provocou.
Aos mais novos, cabe aqui um breve esclarecimento histórico.
A Sala Especial era um dos principais - se não o principal - carros-chefe da programação da TV Record dos fins da década de 1970 a meados da de 1980. Era a atração semanal da TV mais aguardada pelos punheteiros deste Brasil dantes mais varonil. Um respiro de luxúria em uma época em que a necessária e terapêutica pornografia era artigo escasso. Época em que, só a lhes dar uma ideia, revistas como a Playboy não podiam exibir a genitália nem os bicos das tetas das gostosas.
A Sala Especial exibia a nata, o suprassumo da vasta produção da pornochanchada brasileira sempre às sextas-feiras no horário das 23:30 h (embora sempre começasse depois da meia-noite) e, geralmente, após a Sessão Faixa Preta, dedicada a filmes de kung fu, gênero de filme então muito em voga. Que é disso que o macho das antigas gosta, de pancadaria e de buceta.
A Sala Especial era o horário nobre da TV Record. O Fantástico dos punheteiros.
Porém, nem tudo eram flores. Quando o filme começava a esquentar, quando, finalmente, parecia que veríamos uns peitinhos, uma bucetinha, ou uns amassos mais ousados, a cena era cortada. Ou entravam os comerciais, ou a cena era dirigida para uma tomada externa, o calçadão de Copacabana, o centro de São Paulo, uma bucólica fazenda etc.
Esta era a grande sacanagem da Sala Especial : não mostrar a sacanagem. 
E não era só isso. Não era só esperar chegar a sexta-feira, ligar a TV e pronto. Nada disso. Assistir à Sala Especial não era atividade simples e tranquila. Envolvia toda uma preparação, uma estratégia quase que de guerra e estávamos sempre sob grande estresse.
Éramos adolescentes, morávamos com os pais, e a putaria não era aceita e liberada como é hoje. Para assistir à Sala Especial tínhamos que estar sempre atentos para burlar a vigilância e a censura materna - muito piores que as do Geisel e as do Figueiredo.
Primeiro, chegado o grande dia, tínhamos de esperar (e torcer muito para) que os pais fossem dormir, o que nem sempre acontecia. Depois, uma vez os genitores em seus justos e merecidos sonos, não podíamos deixar que o som da TV - um gemido mais gozoso de uma atriz - os acordasse e os alertasse do que estávamos a assistir. Fechávamos, pois, a porta que dava para o corredor e que separava a sala dos quartos e dos banheiros. Mais : pais dormindo, porta da sala fechada, havia ainda o risco de um dos queridos genitores se levantar para ir ao banheiro, ou acordar com algum barulho na rua e aproveitar para dar uma fiscalizada na sala. Assim, assistíamos à Sala Especial grudados ao aparelho de TV, para que, ao menor ruído no corredor, trocássemos rapidamente de canal; é, meus caros, na época, controle remoto era item de ficção científica, o negócio era no dedo mesmo, nos botões analógicos e barulhentos da TV, a cada troca de canal era um clec, clec, clec desgraçado. Desenvolvi, inclusive, uma elaborada técnica para trocar de canal sem produzir barulho nas teclas.
E tudo isso, para quê? Para quase vermos um peitinho? Uma sombra de peito, um mamilo eriçado visto na contraluz, feito em um teatro de sombras, já nos dava inspiração para a punheta da semana inteira. Apesar de todo o risco e da pouca recompensa, não desistíamos : na sexta-feira seguinte, estávamos todos lá de novo, a postos.
E todos aqueles peitinhos e aquelas bucetinhas que nos foram negados ao longo dos anos? Para onde iam depois que a cena era cortada? Onde ficavam? Por onde andarão todos eles?
Então, ontem, ao ligar a TV no canal Netflix, surgiu a sugestão de um filme recém-colocado no catálogo do canal : "Histórias que nosso cinema (não) contava.
Li a sinopse e meus olhos marejaram. Ali, bem à minha frente e ao toque do meu controle remoto. Ali estavam todos eles, os peitinhos e as bucetinhas não nos mostrados na Sala Especial.
O filme-documentário foi engenhosamente montado apenas com cenas de vários filmes de pornochanchada das décadas de 1970 e 1980, cenas que foram cortadas não apenas da Sala Especial, mas também dos cinemas em que tiveram suas exibições. Cenas estirpadas das películas pelo departamento de censura da época, por motivos moral e/ou político.
Costuradas em ordem cronológica, as cenas não apresentam apenas os peitinhos e as bucetinhas há tanto escondidos de nós. Embora este seja o fio condutor do filme - os peitinhos e as bucetinhas -, ele pretende também montar um painel social e político do Brasil do "milagre econômico".
Tanto que, caro leitor, você terá de resgatar aquela velha paciência do passado, aquela paciência de atirador de elite em campana à espera do alvo, a paciência de quando assistia à Sala Especial, para passar pela primeira meia hora de filme, a partir do quê, peitinhos, bundinhas e bucetinhas começarão a balouçar e a pulular pela sua tela. 
Peitos das antigas. Sem silicone. Cada um de um formato. Cada um de um tamanho. Uns mais em pé, outros menos. Uns mais caídos, outros menos. Uns mais rosados, outros mais morenos. Todos apetitosos. Destaques para Vera Fischer e Sandra Bréa no auge de suas gostosuras
Além das gostosas, outra tônica do filme são algumas falas dos atores. Falas que fariam arrepiar os pelos das pernas e dos suvacos das feministas. A exemplos : dois amigos olhando para uma cuzuda na praia, comentam : com um rabo desses, eu vivia de renda, diz o primeiro; e ficaria rico, conclui o segundo; dois outros amigos estão a apreciar o derrière de uma mulata e um deles fala : se bunda pagasse imposto, essa mulata tava falida; e, a melhor de todas, dita pelo depois galã global Rubens de Falco, o Leôncio de A Escrava Isaura : "vocês, mulheres, é que são felizes, já nascem com um talão de cheques entre as pernas".
Pããããããããta que o pariu!!!!! Perto disso, o que hoje é considerado politicamente incorreto é um escoteirinho bem comportado.
O filme foi montado com cenas de alguns dos clássicos da pornochanchada nacional : A Super Fêmea, As aventuras amorosas de um padeiro, Amadas e Violentadas, Cada um dá o que tem, o Corpo Devasso, o Enterro da Cafetina, Histórias que Nossas Babás não Contavam, Os Mansos, Palácio de Vênus, A Ilha das Cangaceiras Virgens, Elas São do Baralho etc.
Abaixo, cenas de dois dos grandes campeões de audiência e de punhetagem da Sala Especial.
 A Super Fêmea; com Vera Fischer
As Histórias que Nossas Babás Não Contavam; com Adele de Fátima, ex-mulata do Sargentelli, no papel de Clara de Neves, com direito a sete anões bem-dotados e tudo. Pããããta que o pariu!!! Repito, perto disto, o que hoje chamamos de politicamente incorreto  é nada mais que um tímido e pudico coroinha.

Devo confessar, no entanto, que apesar de muito ter apreciado os peitinhos e as bundinhas censurados, alguma coisa pareceu faltar. Algumas coisas. Primeiro, faltaram os meus 14 anos. Depois, faltou a espera pela sexta-feira, a expectativa, faltaram a tensão e a orelha sempre em pé para não ser flagrado. Faltou até a TV Telefunken, em preto-e-branco, à válvula e com suas teclas barulhentas. 
Enfim, faltaram todas as coisas que o despotismo do tempo nos cortou, todas as coisas as quais a ditadura do tempo censurou.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

janeiro 29, 2019

RUNNIN - DESERT TRAINING SONG (CREED II)




Amen, Amen, Amen
You might find me by the water
Waiting for the sovereign call
Oh you see me like a stranger
Well I've been waiting for the sun
Singing Amen, Amen, Amen

A$AP Rocky:

Breaking out the cage, tell them
lock the chains
(Chains, chains, chains, chains, chains, chains)
Adrenaline and rage, I may never change
(Change, change, change, change, change)
Runnin' through my heart, dilute my pain
(Pain, pain, pain, pain, pain)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

janeiro 28, 2019

KILLMONGER #01



Escritor: Bryan Hill
Desenhista e
arte-finalista: Juan Ferreira
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Tradução e diagramação:
Ozymandias_Realista
Capa: Raito
Equipes: Ozymandias_Realista,
Cozinha do Inferno e Só Quadrinhos!


A
no passado a maioria das pessoas foram positivamente surpreendidas pelo filme “Pantera Negra” (AGORA concorrendo,ao Oscar de Melhor Filme de 2018). Até eu, que tinha uma noção básica do herói nos quadrinhos, o vendo agir ao lado do Quarteto Fantástico, Vingadores, ou casando com a Tempestade, não estava pronto para a força maior do filme, que pelos trailers só aparentava ser mais do mesmo, além de enganar com o Garra Sônica como principal ameaça. Mas ai veio o trunfo chamado Eric Killmonger. Com sua parte nos quadrinhos não muito conhecida como a maioria dos vilões que vemos nos longas, além de nenhuma adaptação anterior em outra mídia, o vilão tornou difícil ignorar algumas questões levantadas por ele, desde discussões acerca de “colonizadores e colonizados”, à mais obvia sobre até que ponto um chefe de Estado deve agir “pelos seus”.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

janeiro 25, 2019

Rihanna vs Presidente Jair Bolsonaro


A luta entre os dois não pode ser feita por meio de debates, argumentos inteligentes ou tiroteios, visto o quanto o presidente do Brasil foge de ambos, sempre superando as mais altas apostas de covardia e mi mi mi. Portanto, a batalha tem que ocorrer por meio de memes, maior força e especialidade do presidente, inclusive sendo a forma que ele conseguiu conquistar seu alto cargo atual. A disputa pode ser considerada justa, visto que nenhum dos dois é especialista em política.










Menção honrosa:

Rihanna é gostosa pra caralho, 
Bolsonaro é fã do Olavo de Carvalho.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

janeiro 23, 2019

[TIME PARADOX] CONTRATEXTO: O mal de se sentir inteligente lendo Harry Potter e Guerra dos Tronos


Eu vi esse texto sendo compartilhado nas redes sociais umas duas vezes, e fiquei com um monte de coisa na cabeça. Resolvi que valia escrever um texto em "resposta". Se trata de "O mal de se sentir inteligente lendo Harry Potter e Guerra dos Tronos", por Ademir Luiz no site Revista Bula. Você pode conferi-lo no link abaixo:

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

janeiro 22, 2019

MEGA POST: MAIS DE 100 GIGAS DE HQS DA MARVEL NO GOOGLE DRIVE!



O
 visitante do blog, Lucas Jandre, se manifestou nos comentários do post “85 GIGABITES DE HQS DA MARVEL” que havia upado em seus Google drive não só o material do post, mas outras partes de sua própria coleção digital. Mais uma vez, vale mencionar que nenhuma dessas HQs foi feita por mim, ou alguém da equipe do blog. Todos os créditos dos tradutores, diagramadores, revisores, e selos dos grupos estão mantidos. Se gostou do material, dê uma moral pros caras, que são os verdadeiros heróis. Aqui em baixo tem uma lista do que tem em cada pasta. Se gostou do material, compartilhe a postagemà
janeiro 22, 2019

PANTERA NEGRA CONCORRENDO A MELHOR FILME NO OSCAR? E O RESTANTE DA LISTA...




T
ire suas próprias conclusões sobre algumas... Indicações... E deixe nos comentários. É melhor do que eu começar a “encucar” aqui, desperdiçando energia que vai ser usada em mais dois posts hoje. Se o que eu digo valer alguma coisa, por mim, “Aranhaverso” para melhor animação, e “Guerra Infinita” para melhores efeitos especiais. Embora ainda considere uma puta injustiça o Aquaman não competir nessa categoria. “Pantera Negra” e “Infiltrado na Klan” são filmes nota 8, e não nota 10. “Pantera” precisa comer mais feijão com arroz para ser um “Gladiador” (2000), bem como Infiltrado o mesmo, para ser algo do nível de “Os Infiltrados” (2006). Mas isso é só minha visão comparativa com os filmes que geralmente são premiados mesmo--

sábado, 19 de janeiro de 2019

janeiro 19, 2019

Harry - Morbid, But Not Blue


Era o ano de 1988. O Brock 80 (como era chamado o Rock Nacional nos Anos 80) estava no seu ápice com bandas como Legião Urbana, Titãs e Paralamas do Sucesso. Prova disso foi a primeira edição do Hollywood Rock em janeiro.


Eu e mais dois colegas estávamos passeando em algumas galerias perto da Praça da República, no centro de São Paulo, para conhecer outras lojas de LPs (ou vinil). Acabamos entrando em uma loja, que também era uma gravadora independente chamada Wop Bop. Conversando com o dono da loja sobre algumas bandas e músicas “alternativas”, ele nos apresentou um EP – do mesmo tamanho de um LP, mas com poucas músicas, e que rodava numa velocidade de 45rpm, sendo que o normal era 33rpm – de uma de suas bandas chamada Harry, oriundos do litoral paulista.

De início minha mente explodiu. Um som totalmente diferente de tudo que eu havia escutando até então. Uma mistura de música eletrônica, punk, industrial, com guitarras cortantes em meio a uma parafernália eletrônica e vozes distorcidas e sombrias. Comprei o EP com 4 músicas chamado “Caos” que foi lançado em 1987 e também o recém-lançado álbum “Fairy Tales” de 1988 com 10 músicas todas cantadas em inglês.

Já em casa, ao ouvir mais atentamente, pude perceber que, não somente o som em si, mas as letras começaram a me chamar atenção – medo, angústia, paranoia, guerras, solidão – permeavam o “noise rock” promovido pelo Harry. Selecionei algumas de minhas faixas preferidas e citações que chamaram minha atenção. 

Ouça no volume máximo e resguarde sua sanidade.

1. Caos


“Agora a chave de abrir esse som caiu da sua mão”.
Uma das poucas cantadas em português, com a bela voz de Denise Tesluki mesclado a um agonizante refrão quase inaudível, um verdadeiro “caos” tecnopop.

2. Adeptos


Outra rara canção em português, com uma guitarra distorcida e nervosa, ilustrando a verdade por trás de suas letras – “O grande cenário está à parte da tua angústia e da minha dor, mas cada um no seu papel”. Uma música “veloz e furiosa”.

3. Genebra


“We touched the stars without moving our hands”.
A letra remete à bebida Genebra e seus efeitos, e não à cidade. A sequência de bateria eletrônica dá o tom diferenciado dessa, que eu considero a música mais “comercial” deles.

4. Lycanthropia


Arranjo vocal distorcido e angustiante em meio à sintetizadores alucinantes. Pelo que pesquisei, “licantropia” é um distúrbio que leva uma pessoa a pensar que se transformou em algum animal. Um título apropriado, afinal, como diz a letra - “Radio waves are driving me insane”.

5. The Beast Inside


Essa música foi composta numa casa onde alguém havia cometido suicídio, e criou o clima perfeito para esse som barulhento, uma das poucas canções com solo de guitarra, onde o mais importante eram as letras sombrias e a voz assustadora do vocalista Hansen.
“If you know some cure for me, don’t let my soul erase and fade”.

Por Roger


quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

janeiro 17, 2019

Primeval: Portais & Britânicos (E estragos)



As vezes é refrescante variar um pouco e sair de uma determinada "zona" que você pode está. Por exemplo: que tal eu assistir um filme do diretor tal ao invés desse? Que tal eu jogar aquilo,e não aquilo lá? E que tal..eu assistir série tal ao invés dessa? Bom,as vezes você pode acabar se deparando com algum exemplar ehh...ou bom.

E um desses casos meus foi há alguns anos,com uma série em especifico que eu acabei gostando: Primeval. Não era um espetáculo,mas era divertida (e bem desconhecida quase sempre). Então,eu decidi comentar um pouco sobre a mesma,e porque não,fazer uma "análise" bem rápida. Então,vamos nessa...

Do que se trata?
  
Bom,vamos começar pelo básico: o que é a série? De forma direta,na trama há várias anomalias não explicadas que estão abrindo passagens no tempo (em formato de portais) permitindo assim que criaturas pré-históricas,e até mesmo de um futuro "provável",atravessem e cheguem ao presente para criar confusão em plena Inglaterra.

Enquanto isso (se referindo ao começo da primeira temporada) o professor Nick Cutter (Douglas Henshall),seu assistente Stephen Hart (James Murray) e o estudante/metido a hipster nerd Connor Temple (Andrew-Lee Potts) falam sobre uma possível criatura perambulando pela Floresta de Dean,fora de Londres. Mais o interesse de Cutter é mais do que simplesmente profissional,visto que sua esposa desapareceu naqueles bosques oito anos atrás.

Eles então saem para investigar esperando nada mais do que uma brincadeira de mal gosto de alguém,mas logo descobrem seu primeiro portal,do qual duas criaturas pré-históricas já saíram: um deles é um Coelurosauravus
(resumidamente um pequeno réptil voador inofensivo),mas o outro é um...

Gorgonopsid,uma grande besta faminta por sangue.

A descoberta então faz o trio entrar em contato com a herpetóloga Abbie Maitland (Hannah Spearritt) e Claudia Brown (Lucy Brown),uma misteriosa agente do escritório do governo. Juntos,eles devem trabalhar para conter e devolver os animais ao seu devido tempo (ou se necessário matá-los) ao mesmo tempo em que precisam manter o que está acontecendo escondido do grande público. Mas ao longo que as coisas vão se desenvolvendo,as dúvidas aos poucos nascem:

* Por que as anomalias estão aparecendo? É possível prever seu comportamento ou influenciá-las?

* O que ocorreu com a supostamente desaparecida esposa do Prof. Cutter?
Thumbnail

* Se só seres pré-históricos deveriam estar vindo,porque criaturas do futuro estão vindo também?

*E o que acontece se o homem atravessar a anomalia e mudar alguma coisa?

Mas fora essas questões,o divertido é justamente ver o trabalho do grupo na prática,onde em (quase) todo episódio eles tem de lidar com dinossauros,pássaros Dodôs,vermes gigantes,enxames de insetos e outras ameaças. Aliás,isso é a palavra-chave de Primeval: como um "show de monstro da semana",o seriado decide levar esse "rótulo" não como um problema,mas como um pró.

Isso porque uma vez que os portais são baseados em tempo,toda a zoologia as vezes é aplicada "corretamente" quando é possível,onde como ele trabalha para frente e para trás no tempo,se abre espaço para criaturas criptozoológicas, híbridos e até criações originais,onde o traço comum entre eles é que todos parecem fantásticos na tela. O que não chega a ser uma surpresa se você conhece mais a fundo os envolvidos na produção (mais especificamente) os criadores Tim Haines e Adrian Hodges,que já mostraram saber "manjar" de seres primitivos com a série "Walking With" do início dos anos 90 e 2000,que foi ao ar com grande aclamação na BBC.

Assim,os efeitos especiais (para padrões de TV) são bem satisfatórios,onde o episódio 6 da 1T apresenta dois destaques especialmente legais na forma de como eles são bem usados...nem sempre na verdade,mas nada que incomode.

E apesar do enredo simples,o seriado tem uma continuidade e um mistério a resolver decentes,mas sem ser uma série fechada como Lost por exemplo (em que você tem que assistir todos os episódios de todas as temporadas para tentar ter uma idéia do que talvez esteja acontecendo) visto que cada episódio pode ser curtido separadamente,sem pretensão. E as temporadas são curtas ainda,evitando enrolação,onde foram 6 episódios na 1ª temporada,7 na segunda,10 na terceira,7 na quarta e,por fim,6 episódios na quinta e última.


Falando dos personagens (ao menos dos principais) o elenco é bem equilibrado na parte variedade de personalidade dos personagens: Hannah passa charme e inteligência,Henshall um bom equilíbrio entre o estoico e o divertido,enquanto Murray é o mais próximo que o programa tem de um "protótipo de herói de ação". Já Potts faz um bom trabalho,apesar de seu personagem alternar entre divertido e irritante com certa frequência. A personagem de Julie Brown por fim faz um trabalho ok mostrando seus interesses profissionais.

No fim,Primeval (ou Invasores Primitivos no Brasil...e sim isso passou no Brasil) é uma série que dá pra entreter,com algumas boas intrigas e principalmente com seus efeitos (e uma loi..ahh esquece). Enfim,não é perfeito,longe disso,mas é um bom entretenimento mais descompromissado.

Obs: Por fim,vale destacar que a série ainda ganhou um spin-off chamado de "Primeval: New World",que...não tem o mesmo apelo da série original (tanto que foi cancelada após apenas 1 temporada).

Mas pow,alguém faça um reboot disso! Tem potencial!


Texto escrito por: RiptorBR
Originalmente publicado em:https://disqus.com/home/channel/familiamarvel/discussion/channel-familiamarvel/primeval_portais_britanicos_e_estragos/

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

janeiro 16, 2019

HOMEM-ARANHA: ARANHAVERSO – TRILHA SONORA



P
ostagem rápida e eficaz, assim como a trilha. Apesar de não ter feito uma resenha sobre ainda, assisti ao filme nessa segunda-feira, e fui mais do que positivamente surpreendido, apesar de ter ido ver sem a mínima expectativa. O visual é tão “poluído” e o ritmo frenético, que só em determinados pontos de virada na trama se consegue “sentir” algumas canções, que apesar de serem de artistas recentes, conseguem casar bastante com todo o visual da parada. São 13 músicas, divididas nessa lista abaixo:


I
I
I
I
I
V


janeiro 16, 2019

Mega Post: SJA - Sociedade da Justiça da América - Parte 1 (Leitura Pré-Crise Infinita)


Mega Post com os comentários sobre SJA #1-55, série lançada em 1999.

[NOTA DO OZY: Todos os scans da postagem vem dos grupos:


* BAÚ DA DC

* DARKSEID CLUB

*COMICS BR

*OS IMPOSSÍVEIS BR

* GIBI HQ

Todos os créditos reservados as equipes de tradução. O blog Ozymandias_Realista apenas reupou em um pack. Visite os respectivos grupos, e se tiver tempo livre, tente ajudá-los de alguma forma, traduzindo ou diagramando. Não seja um parasita.
Força e honra]




Li Sociedade da Justiça #1-5, do encadernado JSA: Justice Be Done, com roteiro de James Robinson e David Goyer e desenhos de Stephen Sadowski, e farei breves comentários das edições.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

janeiro 15, 2019

O HOMEM DE FERRO JUNIOR GANHOU UM TEASER...



V
amos começar com o bom: finalmente parecem ter tirado o Stark da parada, e colocaram o Nick Fury, o que fez muito mais sentido, como ensinou o universo Ultimate. Além de que “o Aranha” aparentemente tá com um traje normal, e não uma superarmadura que mais parece troféu liberado em um game. E agora o ruim? Todo o resto. Aquele elenco intragável de coadjuvantes que não servem para PN, e um enredo que aparentemente consiste no Mystério criando ameaças para sair como herói, para futuramente ser desmascarado e virar o antagonista. Que foi? Esperava mais?

domingo, 13 de janeiro de 2019

janeiro 13, 2019

CRÍTICAS CONSTRUTIVAS



Procuro compreender o que leva alguém a adotar comportamento tão radical e fanático. Falo dos minions, aqueles que defendem o novo presidente com lealdade canina e jamais encontram motivo para criticá-lo: ele está sempre com a razão!
Parte é explicada pela personalidade mesmo, pela necessidade que alguns têm de escolher gurus, ídolos e mitos no papel de pai infalível. Outra parte vem como reação natural e até legítima aos excessos praticados pelos adversários.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

janeiro 10, 2019

TRAILER DA 2º TEMPORADA DO JUSTICEIRO – E adivinhem só, estréia em menos de 10 dias...



A
lguém aqui tem uma sogra que é ruim pra cacete? Por sorte eu não tenho. Mas para quem tem, sabe como é fazer um favor pra ela? Aquela coisa na má vontade que se colar colou e foda-se? É bem assim que to vendo o serviço de propaganda da Netflix com as séries da Marvel depois das metralhadas de cancelamentos. Acredito que só vão soltar essas últimas do Justiceiro e da Jessica Jones, para não desperdiçar a grana botada. Uma série que vai estréia dia 19 de janeiro, começa a ter um teaser, que parece mais dum filme erótico do que de qualquer coisa, já em Janeiro:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

janeiro 09, 2019

BIRD BOX - UM LUGAR CEGO



Não é novidade que a Netflix vem torrando rios de dinheiro para encher o seu catálogo o mais rápido que puder, até por saber que a concorrência irá aumentar muito nos próximos anos. Mas convenhamos que isso não vem significando que os assinantes vem saindo no lucro "com muito conteúdo para ver"...mas isso não é o assunto foco daqui.
E assim, no meio de um monte de coisa sendo lançada em curto espaço de tempo, veio uma das apostas principais da plataforma para o final do ano passado: Bird Box (inspirado no livro de Josh Malerman de mesmo nome) que causou um aue bem considerável por parte do público, com uns adorando o filme e outros...nem tanto. Então, decidi (algo que vinha sendo planejando a um tempo) falar um pouco sobre esse novo "divisor de águas" do momento. Sem mais delongas,vamos nessa:
janeiro 09, 2019

Santos e Heróis


O artista italiano Igor Scalisi Palminteri, sem ideias próprias e originais, resolvou fundir duas de suas paixões : santos e super-heróis.

E, claro, já está causando a maior celeuma entre os grupos ligados à igreja católica, que o acusam de desrespeito e blasfêmia.
A verdade é que tudo é mitologia, Osíris, Superman, Zeus, Homem Aranha, Odin, Freud, X-Men, Cristo, Batman, Buda, Capitão América, Platão, Virgem Maria etc.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

janeiro 08, 2019

O MELHOR DO FACEBOOK #12 - BOLSOMINIONS? O QUE SÃO? ONDE VIVEM?


Extraído do dicionário pretenciosus Ozymandiasss 2019:

[Bolsominion]:

1. Um petista com o sinal invertido.
2. Um indivíduo que não ligue que fale de sua mãe, mas não admita nenhuma crítica ao Bolsonaro.
3. Aquele que não vê nenhuma falha, nem mesmo mínima em qualquer decisão do atual Presidente ou algum dos seus associados. 4. Que não consiga discutir qualquer uma dessas críticas sem questionar “E o Lula” e similares.
5. Que classifique qualquer discordante de imbecil completo, comunista ou petista. (embora em muitos casos, o discordante possa ser).
6. Que tem sonhos eróticos com o ex-capitão.

7. Aquele que finge não saber da pendência do Queiroz.