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quinta-feira, 28 de junho de 2018

junho 28, 2018

Review - Jurassic World: Reino Ameaçado


Em todos esses anos em que escrevi, a maior dificuldade que encontrei foi a falta do que escrever. Ver um filme, ou série, e não conseguir formar uma opinião, e só conseguir pensar no "né, foi legal", faz qualquer um desanimar na hora de bolar uma resenha. Desde 2015, muitos filmes me causaram esse problema, como X-MEN: Apocalipse, Mulher-Maravilha, Guardiões da Galáxia vol. 2 e Jurassic World. Esse último, pelo menos me trouxe sentimentos opostos em sua sequência, que por pouco não deixei passar desapercebido, mas consegui assistir e falar sobre o que achei.

Reino Ameaçado - Uma nova extinção


A história se passa 3 anos após o primeiro filme (avá). Agora, Claire (Bryce Dallas Howard) faz parte de um grupo que procura salvar os dinossauros da extinção, já que um vulcão na ilha Nublar está prestes a entrar em erupção e matar os bichos. Um dia, ela recebe um telefonema do gerente da mesma empresa que começou o Jurassic Park, lá em 1993, propondo um novo projeto de achar um lugar seguro para os dinossauros. Ela, então, recruta Owen (Chriss Pratt), para eles voltarem para a ilha, mas o que parecia ser uma missão nobre, se mostra uma atitude muito mais ambiciosa do que todos pensavam.

Dinos, Dinos em todo lugar


Se comparar com o primeiro filme, achei Reino Ameaçado bem mais frenético. Desde o começo é ação, humor, drama,  e terror. Antes mesmo dos créditos iniciais, o cenário já é completamente tenso, mostrando um ambiente muito escuro, e essa tensão se espalha por quase cada minuto de filme. A história consegue ser bem mais dramática do que antes, tanto em tramas pessoais, como em algumas cenas, tendo uma específica, da morte de um brontossauro, que conseguiu me deixar tão sensibilizado quanto a morte do Ash no primeiro filme de Pokémon.

Claro, também tenho algumas coisas para reclamar, como uma certa personagem, que me deixou a impressão de ter sido jogada na trama. Mesmo que isso não estrague o filme, a falta de relevância no arco dela me incomodou um pouco. Da mesma maneira, a impressão de que essa nova trilogia, e isso incluí o primeiro filme, tem a mesma estrutura do Jurassic park clássico. O primeiro foi sobre um Park de dinossauros que escapam e causam um alvoroço. O segundo é sobre os humanos que querem transportar os animais da ilha, mas estes acabam causando outro alvoroço, só que na civilização. O filme é bom, mas parece ter sempre mais do mesmo.

Vale a pena?


Como eu disse no começo do texto, Jurassic World: Reino ameaçado traz o que a franquia sempre teve de melhor, e mesmo repetindo alguns clichês, continua sendo um filmaço, claro, com erros, mas nada que estrague o filme inteiro. Na verdade, a única coisa que me arrependo foi de não ter ficado para ver a cena pós-créditos (mesmo tendo ouvido que era uma merda). 

Fonte: Blog Nerd & Cult

quarta-feira, 27 de junho de 2018

junho 27, 2018

REED RICHARDS, SUA BARBA, E SUA FAMÍLIA FINALMENTE VÃO VOLTAR EM AGOSTO



 No ano em que a DC comemora abertamente com vários lançamentos o aniversário do seu pilar, que é o homem de aço, a Marvel finalmente toma vergonha e para de renegar o real Super-Homem delas que é o Quarteto Fantástico. Vi agora pouco 4 imagens do grupo mostrando seus novos visuais, não tão novos assim, -embora uniformes tão icônicos quanto o deles não precisem de atualização – mas com leves alterações para abraçar a ideia de revitalização. A dupla responsável será... 

Dan Slott

 e 

Sara Pichelli. 

"Insira seu ódio aqui".

   Slott não é mais desconhecido de quase ninguém, o escritor está saindo de uma... Extensa... fase do título Amazing Spider-Man, que começou na ASM #546 e está terminando esse mês na ASM #801 (!), além de ter assumido o novo título do Homem de Ferro. Discordâncias minhas a parte, realmente lerei o título torcendo por ele, e até vou comprar quando sair no Brasil. Já os desenhos da Sara são bem competentes, lembro dos trabalhos dela em Ultimate Spider-Man, embora superior ao “desenhador de cabeção que nem lembro o nome”, ficava a desejar quando comparada aos anteriores Mark Bargley e Stuart Immonen. Conta ao favor dela cumprir com os prazos e desenhar por longas temporadas sem cair o nível. Só torço para que o gordão escritor tenha humildade de se retirar em coisa de 5 anos, sem monopolizar a mensal. Segurem ai as quatro imagens:






junho 27, 2018

Jessica Jones: Afastada - Uma breve opinião


Jéssica Jones presa? Luke cage caçando a ex?  Uma mulher misteriosa que quer a ajuda de Jéssica  para caçar os super-heróis? Um caso para lá de estranho? Isso, e muito mais, permeia os dois arcos de Jéssica Jones, que nunca havia sido a minha personagem favorita, na verdade, nunca esteve entre as que eu pretendia ler, porém, nada disso impediu de ser uma das melhores HQs que eu já li.


Jéssica Jones - Afastada


Nesse arco, temos 3 tramas acontecendo simultaneamente, uma começa com a protagonista saindo da cadeia. Tentando voltar a normalidade, ela aceita um caso, onde uma mulher pede que siga o seu marido, que diz ter vindo de outra realidade. 

Como a vida de Jéssica nunca foi uma das mais tranquilas, seu ex-marido, Luke Cage, quer saber aonde sua filha está escondida, e as coisas com ele acabam saindo do controle.

Mas não para por aí, uma mulher misteriosa, que diz não ter alguma ligação com as organizações terroristas do universo Marvel, quer a ajuda de Jéssica para aniquilar a comunidade de super-heróis, oferecendo em troca de uma nova vida para a protagonista e sua filha. A grande pegada é como essas tramas irão se entrelaçar

Super, mas nem tanto assim

via nemicind
Uma vez eu vi um vídeo que mostra  que gostamos tanto de anti-heróis, porque conseguimos nos identificar mais com a vida ferrada que muitos deles levam, ou as atitudes erradas que eles tomam.  E tudo isso resume Jéssica Jones. Faz tempo que não leio uma HQ que trava o meu cérebro dessa maneira. Cada situação complementa a outra de alguma forma, enquanto a resolução surpreende. 

Além disso, ver uma personagem humana, nos mostrando esse mundo fantástico pelos olhos de uma mortal é que torna mais interessante. Ela é contrastada por personagens como Capitã Marvel, Luke Cage e os Vingadores, mostrando como as pessoas podem ser tão frágeis, que ficam prestes a enlouquecer com todos os problemas que as rodeiam.

Enfim, Jéssica Jones merece um tempo de sua leitura, principalmente se estiver acostumado com playboys de armadura, ou seres extrapoderosos. De todas as personagens que nunca me interessaram, eu nunca pensei que mudaria de opinião sobre Jéssica Jones.

terça-feira, 26 de junho de 2018

junho 26, 2018

Ultraman Neos no clipe da banda Mayday

Ultraman Mayday Life Of Planet

Chegamos do Café com Pipoca para uma parceria e essa postagem é pra quem curte música, cidades devastadas em lutas colossais e Ultraman. A banda Tailandesa Mayday, trouxe na música Life Of Planet. um dos maiores ícones da Cultura Pop japonesa: Ultraman.

Mais especificamente o Ultraman Neos.

O clipe faz referências diretas ao tokusatsu da Tsuburaya, até a vinheta da série é lembrada. A música, bsatante melódica (lembra muitas bandas já conhecidas) é uma declaração de Amor ao universo de Ultraman, onde observamos tudo sob a perspectiva de um garoto, acompanha pela TV uma luta entre Ultraman Neos e um dos alienígenas mais famosos da franquia: o Alien Baltan.

Para quem não conhece, Ultraman Neos é a 17ª série da franquia Ultra. Já a banda Mayday, é formada desde o final dos anos 90 e tem 12 albuns, além de shows por toda a Ásia e também já deu as caras pela América. O clipe, até agora, possuí mais de 300 mil visualizações no Youtube.

sábado, 23 de junho de 2018

junho 23, 2018

BEN REILLY – O ARANHA ESCARLATE #16 – DANAÇÃO


Créditos da edição #15:


Escritor: Peter David
Desenhista e arte-finalista: Will Sliney
Colorista: Rachelle Rosenberg
Capa: Khary Randolph & Emilio Lopez
Tradução e diagramação: Ozymandias_Realista
Revisão: Donnie
Finalização: Raito

UMA PARCERIA:

SPIDER TEAM & OZYMANDIAS_REALISTA




“Oh, por favor, não me insulte! Não sou seu inimigo. Mas, até ai, nem você sabia disso, certo?”

Uma edição bem corrida onde basicamente Ben é designado como "guarda costas" do perímetro enquanto tem que lidar com essa breve Las Vegas onde nem tudo é o que parece, ao menos, mais ainda do que para os padrões normais da cidade. Confesso que ri bastante enquanto traduzia essa, embora eu saiba que o meu senso de humor não é do mais comum. Novamente, por ser um "derivado", a narrativa fica mais comprometida com essa trama paralela do Nick Spancer (que comecei a ler, e é ótima) do que com o que vinha sendo estabelecido, o jeito é ser encarado mais como uma breve temporada de férias de 3 edições da história que vale, embora ainda fiquem sutis conexões colocadas na próxima aventura.
O coração disso tudo, é o breve diálogo entre Mefisto e Ben Reilly, propositalmente suscitando algumas "mágoas" que a maioria dos fãs do Aranha do JMS tem (e que não me incluo entre eles nessa). Além de aprendermos da pior forma sobre uma certa doença que se pode ter nos olhos... Nota: 6,6




quarta-feira, 20 de junho de 2018

junho 20, 2018

PRIMEIRO TRAILER DE CREED II!!!



Há os que teorizem na quantidade de “remakes” ou continuações de clássicos de décadas passadas como forma de assinalar que nada mais tão revolucionário – em questão de franquias cinematográficas, ao menos – é uma forma de encobrir uma crise criativa e blá blá blá, na minha época era melhor. Nunca compactuei de forma radical com isso, embora perceba o quanto a medida vem sendo cada vez mais usada, e claro que não estou reclamando, afinal, estamos falando de Rocky, mesmo que no papel de tutor.


Rocky foi um dos meus primeiros temas em um post aqui no blog, quatro anos atrás, e desde lá revi várias vezes todos os seus filmes, inclusive os mostrando a várias pessoas, muitas mais novas que eu “de outra geração”, e é incrível que seja um idoso ou uma criança, a mensagem dos filmes, em boa parte consegue tocar as pessoas ainda, inclusive uma das minhas maiores falhas como “pretenso redator de blog usando letrinhas de datilográfica” foi de não ter feito um mega post ainda sobre a saga, ao mesmo uma trilogia aos moldes do que o Douglas Joker fez com Hellboy.
Quando fui ver o “Creed – Nascido para Lutar” nos cinemas, tinha expectativa de ser um excelente filme, mas não tão bom quanto o insuperável “Rocky Balboa (2006)”, filme realizado com ainda mais coração que o primeiro, que não só enriquecia a mitologia do boxeador, como ia além do mito, dando choques de realidade até hoje repetido pelas pessoas na --nada fácil de ouvir-- frase “ninguém vai te bater tanto quanto a vida”.
Michael B. Jordan retorna de uma excelente fase com sua “roubada de cena” de Pantera Negra, apesar do seu parceiro e diretor Ryan Coogler infelizmente não estar nesse projeto, cabendo ao distintamente hábil Stalonne (responsável por escrever todos, e dirigir o II, III, IV e VI) voltar a cadeira de direção, embora pelo trailer, tenha habilmente somando a visão de Coogler com a sua largamente estabelecida. Os dilemas enfrentados pelo Adonis são quase exatos aos de Rocky IV e V, e é justamente em apostar nos “clichês da saga” para o público de longa data que o filme parece se concentrar, e acredite: empolga e funciona! O filme estreia em 22 de novembro...

Draaaaaaaggggggooooooooooooooooooooooooo!!!!!

terça-feira, 19 de junho de 2018

junho 19, 2018

BEN REILLY – O ARANHA ESCARLATE #15 – DANAÇÃO




Créditos da edição #15:

Escritor: Peter David
Desenhista e arte-finalista: Will Sliney
Colorista: Rachelle Rosenberg
Capa: Khary Randolph & Emilio Lopez
Tradução e diagramação: Ozymandias_Realista
Revisão: Donnie
Finalização: Raito

UMA PARCERIA:

SPIDER TEAM & OZYMANDIAS_REALISTA






“Guria, cê tá pirada? Eu escalo paredes e disparo teias. Reis demônios tão bem acima do que eu ganho!”

Ben interrompe parcialmente sua saga para dar um –literal- pulinho no mini-evento atual da Marvel: Danação. Ainda não li a mesma, mas não é necessária para o entendimento desse derivado. Basicamente o Doutor Estranho (supostamente) usou seus dons para reconstruir Las Vegas e o inferno foi solto. Logicamente sabemos como termina essa história de algum herói usar o que tem a mão como forma de desfazer tragédias em cidade, Hal Jordan nos anos 90 que o diga...

   O Aranha é chamado por um grupo misterioso possuidor de um oráculo que apontou que Ben como peça chave sobre qual lado venceria no embate. Como tal, o lado logo citará ele com uma contra proposta, caberá ao Aranha pesar ambas e claro, se conciliar com as que se alinham as suas necessidades pessoais, pondo o heroísmo e sacrifício de lado. A edição usa o humor como forma de zombar do quanto absurda é a situação, - com direito a um grande hotel castelo from hell surgindo na cidade bem ao estilo Devil May Cry 3 – e consegue conciliar algo tão esquivo com a trama que estava sendo estabelecida, em algo que se encaixa com o dilema principal de Ben, no caso, sua alma incurável e a garotinha que pretende tirar da morte certa. Além de ser a primeira interação maior dele com uma boa parcela do universo Marvel: Os filhos da meia-noite. Nome de banda ruim.
Nota: 7,5

segunda-feira, 18 de junho de 2018

junho 18, 2018

BEN REILLY – O ARANHA ESCARLATE #01 - #14 – O marginal com mais apelo que o titular ATUAL


"Como vai, Mandy? Já tem meus cinquenta dólares?"
Arthur Shopenhauer, em “A Arte de Escrever, entre um insulto e outro, profere o obvio – porém atemporal – fato de que um bom escritor é aquele que consegue tornar interessante o conceito mais árido, tal qual um bom cozinheiro consegue fazer um bom caldo com paupérrimos ingredientes, e essa definição sempre vem a minha mente quando penso hoje em dia em Peter David, conforme vou lendo ARANHA ESCARLATE e suas outras obras ainda melhores.

Um belo dia, enquanto eu fazia alguma das edições dos extintos Defensores, o Raito, do Spider Team, me convidou para traduzir essa série. Quando bati o olho, senti aquela repulsa “Porra, esse Reilly ainda existe?!”, mas peguei para fazer como uma forma de me ocupar. Nem me dei ao trabalho de ler o que veio antes, assumindo da #08, tentando traduzir mesmo sem saber de nada que veio antes. Em boa parte, por eu ter ignorado quase tudo do Aranha do Slott nos últimos anos (ainda mais uma Saga do Clone parte 2?!), e em outra, por ter um certo desprezo particular por Ben, sempre o achando um sujeito unidimensional, metido a ser um certinho, que não convencia tanto quanto Peter Parker: era um clone da forma mais exagerada e caricata possível, uma sombra, melhor dizendo. E inserido daquela forma que sabemos que quase nunca dá certo, ao desprezar tudo o que havia sido estabelecido, em pró de uma modernidade desesperada para ser aceita. Semelhante a Capitã Marvel no próximo filme dos Vingadores, embora isso seja assunto pra outro post...
Tá com saudades disso?!
Ao terminar a edição #10, percebi que estava começando a mudar minha perspectiva sobre o mesmo. E ao terminar a #11, notei que tinha virado minha mensal favorita do Aranha, como há anos eu não tinha desde da saída de JMS de Amazing Spider-Man #545 e da morte do Peter Parker em Ultimate Spider-Man #160. E tudo com a sua identidade própria, ao ponto de não ter mais uma dependência com quase nada de seu “original”, além de referências, e claro, engraçadas e propositais subversões. Só ao terminar de trabalhar na #14, resolvi ler as primeiras sete, e tudo ganhou uma nova imersão, a ponto de parar e escrever esse post, ao invés de jogá-las por aqui, perigando serem ignoradas.
Me descobri como um fã do Peter David, ao ponto de sair buscando ler suas outras obras, como sua passagem no Hulk (que estou na #345, em uma fase que começa na #331) e o Aquaman dos anos 90, que parei na #10. Sem falar do seu X-Factor, que está na lista. Tudo isso atraído por Ben Reilly. Nada mal, para um clone de um clone de um clone, certo?

Passagens longas e marcantes por títulos "série B" que foram revolucionados.

Na trama, Ben está fazendo de Las Vegas o seu lar, ao tempo que foge de Kaine (outra cópia cruel, pretenso a herói), enquanto faz “amizade” com a dona de um cassino ricaça, sob a pena de curar sua filha, que morre com câncer, em um caso entrelaçado as ações recentes do Escarlate. Lá, ele constrói de forma debochada “seus novos Tio Ben, Tia May, MJ”, enquanto claro, molda Vegas em sua Nova York particular, onde a primeira vista não será interrompido por outros supers. Há uma obvia “reciclagem” de “PAD” com seus escritos (produzidos em massa, vale frisar) dos últimos 30 anos, o que não tira seu mérito em trazer camadas a títulos que quase ninguém leria se não fosse sua escrita perspicaz, dada quase a “ruindade predestinada” cujas mensais assume, a começar por seus conceitos iniciais, a exemplo do X-Factor, antes dele, só mais um das dezenas de caça-níqueis tirando proveito da franquia dos mutantes.

Ben, por mais engraçado e sem noção que seja em suas atitudes, ainda consegue carregar a falha aura de um humano imperfeito lutando contra a maré em busca de melhorar o pouco que seja, sem ter os ares de “redentor” ou algo que o valha. Peter (David) constrói devagar essas nuances, mantendo o principal trunfo sua imprevisibilidade. O leitor nunca sabe quando Ben “tocará o foda-se” ou terá uma rara atitude nobre. Como uma pessoa comum, ele oscilará tal qual uma pessoa comum, algo que sua versão antiga não tinha - ao ficar sempre no modelo bonzinho didático.- O comportamento desse Aranha, lembra bastante o de John Constantine na Vertigo -ao menos em suas primeiras 200 edições-, tendo em similar com o mago, a alma condenada, independente do que se realize, e sua adição em problemas além de seu alcance, que pendem em adversários “insolúveis”.


O núcleo de demais coadjuvantes, ora antagonista, ora uma família de forma distorcida não decepciona, participando de forma tão interessante quanto o protagonista. Kaine tem sua vida autônoma, em um lar de veteranos, Cassandra Mercury seus inimigos paralelos, etc. A sacada de David, é que por mais diferentes que seja, quase todos são marginalizados, de uma forma natural como sempre fez, longe de “lacrar”, representados de forma natural, não fazendo disso um “olhem para mim”, porém simples inserções do nosso mundo moderno, Em desenhos, é mais que agradável ter Mark Bagley de volta, embora que por apenas cinco edições. Quem mais se aproxima na velocidade e dinamicidade de suas cenas, é a do português André Lima Araujó. Perto deles, o artista Will Sliney, embora muito competente, parece estático, mesmo que com o passar das páginas, fique adaptável a parte satírica do enredo.

Nota: 8.6

 #01 - #07

#08 - #14

junho 18, 2018

Um convite especial

     Olá caros leitores, faço este post com um intuito especial de convida-los a assistir o teaser de uma web-serie que estou desenvolvendo em conjunto com alguns amigos, faço questão de frisar que se trata de uma obra independente.
     Quem acompanha minhas publicações já deve ter percebido que falo muito nesse tema, de cinema(e inclusive já publiquei um curta metragem, embora muito amador,eu reconheço hehe) e sempre me mostrei um cinéfilo apaixonado uma vez que é a pretensão que tenho para o restante de minha vida.


    Por isso sempre tentei desenvolver algo, escrevia meus roteiros e ficava quieto no meu canto, me faltava alguém que me desse um empurrão e me ajudasse nessa empreitada, eis que surge meu amigo Murilo que me trouxe uma história incrivelmente interessante e estava disposto a ir fundo nessa aventura, junte meu outro amigo Guilherme nessa equação e já tínhamos alguma coisa,passamos a nos chamar então de JMG produções.
    Esperamos contar a história em 5 episódios de 10 minutos que serão lançados no Youtube, o primeiro episódio deve sair em 15 de julho e inclusive já tentamos gravar mas o resultado não saiu como previsto e em breve iremos regravar, umas vez que prezo pela alta qualidade de meus projetos, se eu não gosto de filmes ruins por que iria produzir um? E além disso devemos algo significativo  para aqueles que confiarem em nós e assistirem a serie, uma vez que estamos massivamente tentando divulgar o projeto na internet(além desse texto, saiu uma matéria bem legal no Retalho Club). 
    Eis aqui o teaser

     Sinopse: Lisarb é um jovem comum que um dia acaba passando por um fenômeno sobrenatural, acreditando estar morto ele embarca em uma jornada para encontrar informações para desvendar o seu assassinato ao mesmo tempo em que começa a compreender o valor da vida.

      Lisarb é interpretado por Guilherme Almeida
    A história é de autoria de Murilo Souto que escreve o roteiro com João Pedro Vicentim(eu) que dirige os episódios
     Deixo também o link do canal para quem quiser se inscrever

     Aproveito também para agradecer o Ozymandias Realista não apenas por me deixar divulgar o projeto aqui mas também por me convidar a escrever no blog a alguns meses atras, sou leitor do blog a 4 anos, enfim Muito Obrigado!

João Pedro Vicentim


junho 18, 2018

O ADEUS DO AUTOR DA MENSAL DE LUKE CAGE...




A filha do Luke Cage com Jessica Jones começou a ser gerada, ainda na série PULSE por Brian M. Bendis, e teve sua gestação no meio da bagunça que era viver nos Novos Vingadores, também escritos por Bendis, que em seu primeiro (e melhor) volume, com 60 e poucas edições, entre divisões do grupo, e caçadas que sofriam. Na série, Luke Cage talvez tenha sido o protagonista, e, portanto o mais desenvolvido dela, embora não pareça ter tanta sorte em histórias solos, visto que seu título –vergonhosamente- foi cancelado na #170, que tive o prazer de diagramar junto a #169, e de onde extraio a despida do autor, onde ele fala um pouco sobre como se inspirou em dizer tudo o que queria, em seu último conto. Vale lembrar que o Cage tem sua segunda temporada do seriado da Netflix liberada próxima sexta-feira. Já escrevi sobre a primeira AQUI. Os gibis estarão para download no blog parceiro tudo família de scans Cozinha do Inferno, e por sequencia, no Ozymandias, com uma resenha, e pack.

(Tradução e letras: Ozymandias_Realista)

   Me deixe falar sobre essa criança. O nome dela é Astrid, ela tem quatros anos e é o ser humano mais sensacional que já conheci. Ela é esperta, engraçada, a cobra favorita dela é uma Mamba Negra além dela amar super-heróis. Pergunte para ela sobre qualquer super-herói, e ela vaio contar quem ele é e sua história de origem, mas não vai parar, porque Astrid adora fazer suas próprias histórias. Ela vai começar te dizendo "Me conta uma história", porém em um minuto antes ela pega toda a narrativa moldando em algo brilhante. Ela é o que a maioria do que os escritores de quadrinhos começam sendo, e que trabalham tão duro para continuarem sendo.
   Essa edição de LUKE CAGE - última edição - começou a ser desenvolvida desde que comecei a escrever LUKE CAGE E PUNHO DE FERRO. Desde que comecei, queria escrever uma edição inteiramente dedica ao Luke sendo pai e passando um tempo com sua filha Danielle. Em toda trajetória de Luke Cage (que conta com mais de 40 anos), não há nada mais interessante ou convincente que ele ter se tornando um pai. Infelizmente, por várias razões, nunca pude construir um relacionamento entre Luke e Danielle do jeito que eu gostaria, e para mim, minha fase em LUKE CAGE E PUNHO DE FERRO e LUKE CAGE sempre ficaria a desejar se eu não tivesse chance de explorar o que realmente faz do Luke um dos melhores personagens do Universo Marvel - o amor e dedicação dele pela filha.
   Quando veio a notícia de que LUKE CAGE estava no fim, eu sabia que só teria uma história pra resolver entre Luke e Danielle. Inspirada por uma edição clássica de FABULOSOS X-MEN e no filme A Princesa Prometida, decidi embarcar em um simples conto de um pai contando uma história de ninar para sua filha. Parecia fácil a principio, mas se provou um desafio maior do que eu antecipara. O problema é que Danielle não era um personagem da história, estava mais para adereço - Luke contando uma história para ela, e ela sentada e escutando. Não funcionaria. E foi assim que Astrid surgiu.
Ela é o senso de realidade e autêncidade nessa edição, devido a eu estar inspirado pela fina arte com que Astrid narra, fazendo uma coisa sua, e tornando bem melhor do que quando começou. O que poderia ser facilmente uma triste ou cínica edição, para mim acabou se tornando algo divertido que não tinha em anos, devido a imaginação de uma menina de quatros anos ser tão brilhante que trás luz a todos ao redor dela.
   Gostaria de agradecer a todos que apoiaram LUKE CAGE, especialmente ao meu time editorial, da mesma forma aos artistas que fizeram cada edição ganhar vida. Dedico essa última edição a minha querida amiga Astrid. Não apenas por ela me inspirar, mas me lembrar o por quê amamos super-heróis e gibis. Astrid, essa é para você. Te amo, garota.

David F. Walker


domingo, 17 de junho de 2018

junho 17, 2018

Universo Wildstorm 1x00: Dominando O mundo

Resultado de imagem para authority versus planetary
Em 2009 o Planetary finalmente cumpriu sua missão, desvendando os segredos e tecnologia dos Quatro, nessa ocasião Elijah Snow lider da organização jurou que iria liberar a Terra todos os seus dominadores, isso então concluiu que fosse o Authority que comanda o mundo com mãos de ferro, porem nada foi feito diretamente contra eles, até agora...

Dias atuais
Um portal é aberto em algum local do ártico, um grupo de pessoas está reunida lá,  entre eles estão: John Lynch (membro fundador do Team 7) e atual secretario de segurança dos EUA, John Stone agente secreta fundador da Storm (antecessora do Stormwatch) e atual chefe da organização Stormwatch, bem como Elijah Snow líder do Planetary.

Lynch – Aqui é realmente seguro?
Elijah Snow- não se preocupe, aqui era uma das bases favoritas dos Quatro, que o Authority nunca descobriu se quer a existência deles, sem falar que o Baterista pode impedir qualquer um deles de nos observar aqui.
Lynch – Ah sim, o tal de baterista, a sua arma secreta, pelo que me contou ele pode controlar qualquer tipo de tecnologia ou computador.
Elijah – Ele faz mais do que isso, ele conversa com as maquinas e pode dominar elas, ele pode aniquilar quase todos os membros do Authority que possuem tecnologia de implantes, isso inclui a Maquinista, o Meia noite e aquele tal que fala com as cidades, com a ajuda dos outros podemos deter todos os membros com exceção do Doutor.
Stone – Sim, mas e o Doutor como poderemos deter um ser tão poderoso assim? O Authority já foi o grupo de elite do Stormwatch antes de virarem os ditadores globais, eles não vão ser fáceis de ter.
Elijah - Eu derrotei os Quatro e com a ajuda de todos eu vou deter eles. 

Das sombras surge um homem careca usando sobretudo e tatuagens, ele surpreende a todos.

Snow – Lhes apresento Jack Carter, assim como o Doutor ele é um mago.
Stone – Ele pode até ser um mago, mas o Doutor não é o mestre supremo da magia?
Jack Carter – Apesar desse fato, ele tem todas as limitações humanas, como por exemplo arrogância, já estou preparado para cuidar dele, no momento que prendermos o resto da equipe ele não será mais uma ameaça.
Lynch – Acredita mesmo nisso, eu já vi eles matarem algo semelhante a um deus.
Snow – Era apenas um anjo caído, mas eu possui poderes muito maiores, como sabem eu sou uma das chamadas crianças do século, seres que param de envelhecer por um tempo e vivem cerca de 100 anos, sendo assim deveria morrer em 2000, mas como cumpri minha missão de proteger a Terra voltei a envelhecer normalmente, mas ainda estou vivo, passei o meu tempo desvendando a tecnologia dos Quatro que secretamente comandavam a humanidade e assim também o Authority, eles tinham contra medidas para deter o grupo caso fosse uma ameaça maior, mas eu prefiro fazer as coisas da minha maneira, todos juntos deteremos eles e libertaremos a humanidade novamente, vamos prender todos e deixar o julgamento para uma corte mundial, tenho o apoio de todos os grupos super humanos e governos, todos deixaram suas diferenças de lado para libertar o mundo de nossos bondosos ditadores.
Lynch – Espero que esteja certo..

A Balsa é uma enorme nave maior que Cuba que percorre a sangra e é a base do Authority, ela possui a tecnologia de uma raça extinta e está viva, acreditando que o Authority são uma força positiva ela os serve.

Maquinista – Aqui é a Maquinista, algo está errado, parece que Jack Hawksmoor também está percebendo diferenças.
Jack Hawksmoor – há algo de errado com meus implantes...

Um grupo liderado de Majestic e diversos super humanos terrestres surge atrás deles.

Maquinista – Majestic? Pensei que tínhamos um acordo de qualquer forma irei acabar com você.

Majestic – Eu acho que não, eu tenho poderes muito maiores que um de minha raça querubin e sou um super homem, já você não tem nada.

Os nano robôs da Maquinista começam a se dissolver, assim como os implantes de Jack Hawksmoor.
Jack Hawksmoor – O que está acontecendo?
Majestic – Peguem eles, eu cuido de Apollo e do resto.

Majestic voa em alta velocidade encontra com Apollo e Meia Noite

Majestic – acredito que já sabem o que aconteceu...
Meia Noite – Você invadiu a base, mas como?
Majestic – Seus implantes foram desligados para sempre, você não é mais uma ameaça Meia Noite.
Apollo – Mas eu sou!
Majestic – Você nunca foi uma verdadeira ameaça para mim, vocês e seus ditadores estão sendo depostos!
Apollo – Você é muito arrogante, acha mesmo que pode conosco? Nos só queríamos mudar o mundo para melhor, sem nos o que acha que vai acontecer? Tudo vai voltar a mesma mesquinhes e disputas de poder politico de sempre, os governos vão voltar a mandar no mundo!
Majestic – Ninguém elegeu ou escolheu vocês, a humanidade se uniu contra vocês, eles preferem isso do que um mundo governado por um grupo de ditadores globais.

Com um movimento Majestic derruba meia noite e o deixa inconsciente, isso deixa Apollo enfurecido, mas é facilmente espancado por Majestic.
Majestic – já prenderam o resto?
Comunicador – Agora só falta o Doutor.

O Doutor não pressentiu o ataque a sua equipe, porem usando magia soube que todos eles estavam aprisionados por uma invasão, ele é o mago supremo, herdou o titulo através de uma linhagem escolhida pela própria magia ao longo dos séculos, a magia é algo vivo cujo aquele que suporta seu poder como Doutor deve obedecer o seu destino.

Doutor – Não importa quem seja, eu posso derrotar ou destruir você

Um homem aparece fumando um cigarro para a surpresa do Doutor que está pronto para ativar seus ataques mágicos.

Jack Carter – Se importa de bater um papinho antes de nos matarmos?
Doutor – Acredito que você é quem vai morrer, diga então as suas ultimas palavras.
Jack Carter – Você acredita que é isso que a Magia queria de você ao transformar em Doutor? Ser um ditador global? Porque é isso que seus amigos são, ditadores.
Doutor – Nos somos a única linha de defesa da Terra fizemos coisas para mudar a humanidade que demoraria séculos e vocês querem destruir tudo isso?
Jack Carter – A Humanidade não vai ficar de joelhos e se render, nem muito menos fazer um boquete para o ego de vocês, ao contrario de você eu iria trazer a magia de volta para a humanidade, para que ela fosse novamente cultuada, para assim outros acreditarem nela e não me confundissem com um meta humano qualquer.
Doutor – Pouco me importa o que você acha, você vai morrer agora!
Jack Carter – Eu já morri diversas vezes, mas eu vivo porque eu já provei que sou digno para a Magia, já você nunca fez isso, então Magia o que vai ser eu ou ele?
Doutor – Seu idiota acha mesmo que a Magia se importa com...

Jack Carter desfere um murro na cara do Doutor que cai no chão sangrando

Doutor – Isso é impossível, minha magia sumiu!
Jack Carter- Ela é minha agora! Antes de virmos aqui eu conversei com o seu chefe, você acha que o poder que possui é mais um poder qualquer, mas você foi escolhido pela Magia como o campeão dela, mas o que você fez? Matou pessoas e se juntou a um grupinho de ditadores tentando melhorar o mundo, quando na verdade deveria ter ensinado a magia a outros, trazendo de volta a era da magia, mas assim como seu antecessor que morreu de overdose você é um merda!
Doutor – Seu desgraçado, eu vou matar você!
Jack Carter – A Magia me escolheu seu babaca, agora eu vou acabar com você com meus próprios punhos e provar de vez que você é um banana!

Jack Carter começa a espancar o Doutor sem dó ou piedade, até que o rosto do Doutor fica desfigurado, ele então chuta ele de lado.

Jack Carter – Eu sou o novo Doutor agora seu babaca!
Comunicador – Carter, você conseguiu?
Carter – Sim, vou levar ele junto com os outros...

Tempo Depois, todos os membros do Authority estão presos em uma prisão que antes servia aos Quatro, mas agora é propriedade do Planetary, de frente as celas deles Elijah Snow conversa com Jenny Sparks  uma das crianças do século.

Elijah Snow – você é muito jovem, até pensei que poderia reabilitar você, mas pelo seu comportamento acho que vai merecer apodrecer aqui.
Jenny Sparks – Quem você pensa que é? Você deveria estar morto! Você prendeu meus pais e quando eu sair...
Elijah Snow – Você não vai sair daqui, sabe por que estou ainda vivo garota? Porque existe algo acima de nos que criou e deu poderes a todos os seres deste planeta e de outros, mas nos crianças do século foram criados para proteger esse planeta, todos antes de mim desperdiçaram esse dom, mas eu cumpri com o meu destino e por isso estou vivo.
Sparks – Está falando de Deus? Meus pais o mataram! Não me impressiona em nada e eu vou matar você um dia!
Snow – Eles mataram uma fraca imitação do que existe lá fora, os Quatro manipularam vocês, os controlavam sem saber, eu destruí eles e vi a monstruosidade que seu regime era para a humanidade, agora ela está livre!
Sparks – Livre para o que? Para voltar a ser governada por aqueles idiotas? Políticos prepotentes e a elite? Nos salvamos vidas! Nos mudamos o mundo!
Snow – O mundo não mudou com vocês, continuou a mesma merda de sempre, mas vocês mantinham a humanidade sob o medo, quando podia ter ajudado ela a crescer, podiam ter usado seu conhecimento e tecnologia para melhorar a humanidade e não ser meros ditadores, quando eu venci os Quatro compartilhei o que descobri deles para o mundo, hoje a humanidade tem uma expectativa de vida de 200 anos, tratamentos contra o câncer e em breve criaremos um governo global, enquanto vocês e seus amigos psicopatas vão apodrecer na cadeia.
Longe dali, sede do Planetary na Lua
Jakita – O mundo todo está comemorando o fim do Authority, pela primeira vez em anos agora novas eleições serão feitas, os representantes dos governos aceitaram até mesmo dar a Balsa para a nossa organização, o Baterista vai ficar louco com isso.
Elijah – Quanto aos nossos amigos super humanos?
Jakita – Ao saber da queda do Authority quase todos os super humanos se alistaram com os Wildcats ou com o Stormwatch que vai virar uma policia global vinculada a Onu.
Elijah Snow – E a nossa proposta?
John Stone – Eles estão mais do que felizes em aceitar a criação da Aliança Unida da Terra, bem como a criação do conselho global, a humanidade está mais unida do que nunca.

Elijah – É um estranho mundo novo e vamos manter ele assim.