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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Review: Capitão Britânia e o MI-13 (Marvel Comics)


Review sobre a série mensal Capitão Britânia e o MI-13, lançada nos EUA em julho de 2008 pela Marvel Comics. Escrito por Paul Cornell e desenhos de Leonard Kirk e Mike Collins, reúne as edições #1-15 e o Anual #1. Série completa.



Edição #1: A Invasão Secreta dos skrulls começou, e a Inglaterra também se torna um alvo em potencial quando um exército skrull se dirige para o local onde se abrem as portas para Avalon, e uma equipe formada pelo Capitão Britânia, Pete Wisdom, John Lennon (skrull) e Spitfire são enviados para impedir os invasores. Em Londres, o Cavaleiro Negro faz o que pode, mas não consegue impedir a morte da Dra. Faiza Hussaim.

Edição #2: Faiza Hussaim não morreu, pelo contrário, recebeu super poderes que ainda não conhece plenamente. O Capitão Britânia se sacrifica, mas falha ao impedir que Avalon seja invadida pelos skrulls. Cabe a Pete, Spitfire e John tentam retirar a espada Excalibur encravada em uma pedra numa das cavernas de Avalon.

Edição #3: Os skrulls se apoderaram de vários itens que serviam como fonte de magia de Avalon e agora partem rumo à Londres. A voz dentro da cabeça de Pete finalmente se revela – Merlin está de volta para mudar os rumos da batalha, e sua primeira ação é trazer de volta um símbolo de esperança para a Bretanha.

Edição #4: O Capitão Britânia está de volta e portando a espada Excalibur. Um confronto final com o super skrull que possui a magia de Avalon. Enquanto Faiza Hussain tenta de todas as formas salvar o Cavaleiro Negro, que está entre a vida e a morte. A conclusão da participação do Capitão Britânia e o MI-13 na saga Invasão Secreta.


Edição #5: O fim da Invasão Secreta trouxe consequências para a Inglaterra. O mal foi libertado, uma equipe de super-heróis surgiu e Faiza Hussain é a nova portadora da Excalibur. O MI-13 está à procura de reforços para combater as forças monstruosas que ameaçam a Inglaterra. Blade, o Caçador de Vampiros viaja até Londres e junta-se ao time.

Edição #6: Quando saiam para resgatar Sid Ridley, Spitfire se encontra com sua equipe, mas é atacada por Blade. Chegando no Edifício Cloverfield para ajudar Sid, o Capitão Midlands, descobre que o responsável é um ser chamado Plotka, capaz de satisfazer os desejos mais íntimos de quem estiver disposto a se entregar para ele.

Edição #7: Plotka oferece ao Capitão Britânia, sua falecida esposa Megan. Ele aceita a proposta sem pensar nas consequências. Enquanto isso, seus aliados entram no edifício em chamas. Spitfire e Blade enfrentam uma horda de Seres Inconscientes. O Cavaleiro Negro é submetido ao teste de sua espada e perde o controle.

Edição #8: Quando estava prestes a matar Faiza, o Cavaleiro Negro fica sabendo que não está portando a verdadeira Espada de Ébano. Brian Braddock percebe que a volta de sua esposa não passou de uma perigosa alucinação, mas ainda não sabe como escapar do Corredor dos Sonhos onde está preso. Blade descobre a verdade por trás de Plokta


Edição #9: Para garantir o retorno de sua falecida esposa, o Capitão Midlands traiu a equipe e agora eles também estão presos no Corredor dos Sonhos. Como escapar dessa dimensão espiritual e deter um duque do inferno? É o confronto definitivo entre os heróis do MI-13 contra Plokta.


Edição #10: Um pacto sombrio entre o Doutor Destino e Conde Drácula coloca toda a Bretanha em perigo. Cavaleiro Negro recupera sua verdadeira Espada de Ébano que estava sendo protegida em Wakanda. Quando retornava para casa com Faiza, são atacados. O mesmo acontece com Brian Braddock e Peter Wisdom. Kenneth, o filho vampiro de Spitfire faz uma visita inesperada e o pai de Faiza Hussain é atacado em casa pelo próprio Conde Drácula.

Edição #11: Após a primeira onde de ataques para atrapalhar o foco, o MI-13 continua sua procura pelo pai de Faiza, que demonstrou uma incrível habilidade ao salvar a si e o Cavaleiro Negro de uma queda de avião. Blade tenta entender os motivos desse ataque. Quando Spitfire segue seu filho Kenneth, acaba caindo sob o domínio de Drácula.

Edição #12: Até mesmo dentro das fileiras do MI-13, havia vampiros infiltrados. Blade e o MI-13 voam rapidamente atrás do crânio de Quincy Harker, antigo caçador de vampiros, que guarda um feitiço capaz de impedir uma invasão em massa, mas são detectados pelos agentes de Drácula. A próxima fase de seu plano está prestes a se iniciar.



Edição #13: A Grã-Bretanha está isolada do resto do mundo por um campo de força místico e invisível. Finalmente a natureza vampiresca de Spitfire se rende ao Conde Drácula, que empreende um ataque feroz, ceifando as vidas de Faiza, Peter Wisdom e Cavaleiro Negro. O Capitão Britânia acabou isolado de seu próprio país.

Edição #14: Drácula consegue se livrar da magia de Plokta antes de alcançar a Inglaterra. Mesmo assim, um plano em andamento libertou Spitfire que foi levada de volta até o QG do MI-13. Infelizmente, o pai de Faiza não conseguiu escapar.

Edição #15: Sem esperar por isso, Drácula é surpreendido pelo ataque do Capitão Britânia em sua nave, que transportava sua esposa, Megan. Sem a magia do crânio de Harker, os vampiros são pegos pela luz do sol. E a batalha final entre Drácula e a portadora da espada Excalibur, Faiza Hussain.

Anual #1: Edição que mostra como Megan, esposa do Capitão Britânia foi resgatada do inferno pelo Doutor Destino e acabou sendo uma peça fundamental para que o MI-13 pudesse derrotar o Conde Drácula.


Análise final:
Série mensal do Capitão Britânia e o MI-13 que durou quinze edições, e que começou como um tie-in da saga Invasão Secreta. Especialmente as primeiras histórias foram bem interessantes, pois mostrava várias referências ao lado místico da Grã-Bretanha, que sempre foi marcante. Cada personagem principal foi bem desenvolvido sem receber muito mais destaque do que outros. O surgimento de uma nova heroína, a muçulmana Faiza Hussain é uma prova de que a Marvel sabe sim criar novos personagens de origem étnica diferente, com personalidade própria e interessante. Os desenhos, em sua maior parte, feitos por Leonard Kirk combinaram bem com o clima mágico das aventuras do grupo e o bom e velho cinismo britânico não poderia faltar. No geral, um bom trabalho. Leitura satisfatória.

Por Roger



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