sexta-feira, 31 de março de 2017

O POST TAPA-BURACO.


Eu sou o... “Ozymandias”. Sempre tento escrever sobre várias coisas, multitarefas as quais dependem de uma cada vez mais esporádica inspiração. Tenho atualmente uns vinte posts inacabados em um doc, que sabe-se quando ganharão mais linhas e imagens, porém estou sempre falando sobre algo, quando não aqui, em outros lugares por desenhos, xadrez ou até exercícios físicos. Bruce Lee tinha a contumaz alegação de sua arte marcial ir além da humilde porradaria, que essa era sua maior forma de se expressar, e ao passar sua arte adiante, estava ajudando pessoas a buscarem suas melhores formas de fazerem o mesmo. Engraçado sobre o Bruce Lee, é que vi poucos filmes seus, o que me recordo mesmo, acredito ser o filmado pouco antes de sua morte (ocorrida durante as gravações ainda), no qual ele usa uma roupa toda amarela e sai passando por salas com adversários específicos, um deles tão grande que tinha um pé equivalente ao tronco de Lee. Eu devia ter uns 13 anos, e fiquei atônito por um “herói de filmes de luta” simplesmente entrar e sair matando inimigos com as próprias mãos. Mesmo permanecendo um ignóbil conhecedor dele, gostaria de passar dois grandes ensinamentos “linkados” ao mesmo:



“Seja como a água.”



“Esperar que o mundo o trate bem por ser uma pessoa boa, é como esperar que um tigre não lhe devore por ser vegetariano.”

Já lhe contei como consegui as cicatrizes?



Daqui há alguns dias, acredito que o blog atinja meio milhão de views. Isso não me enrique, só me faz marcar um traço em mais algum objetivo, anotando uma meta de dobro. Resolvi comentar algumas “aleatoriedades” para não deixar tudo parado, e as separei por temas, assim os “chatos” podem ser pulados. Vale ressaltar disso englobar os últimos 60 dias.

XADREZ



01.Devido ao meu comportamento estressado (essa expressão existe?!), e uma gota d´agua de uma certa pessoa, relacionada ao profissional contra mim (você que é “homem” e feministazinho, quero ver manter a ideologia tendo como chefes mulheres mal crescidas que tentam subjulgar tudo que é homem e agem de espontânea incompetência consentida...) que me fez entrar em uma ira que eu não entrava em muito tempo. A ira é um veneno quando não se pode sair estilo Kratos. Lhe desfoca, trás pensamentos cruéis de vingança e em última análise, lhe tira de um caminho que custou muito para entrar bem, no meu caso o xadrez.

02.Fui jogar Damas, Trilha, buscar qualquer outra coisa. Me sentia como alguém que estava tentando se livrar de um... simbione. Quase 2 anos de treino interruptos pareciam ter colidido contra uma parede.


03.Antes disso tudo, evoluindo, conseguir entrar no ranking dos 100 melhores do meu estado, em 78º no Blitz e 79º no Rápido.

04.“Pós-queda”, disputei um torneio Blitz, sem nenhum treino, nada, tanto que fui quase desistindo. Levei um protetor auricular e quase 1 litro de café preto comigo. E apesar de não ter uma alta posição, ainda venci 5 partidas das 9 que disputei, e das que venci, digamos que “foi um serviço bem feito”, me permitindo em uma delas um verdadeiro “combo breaker” contra um recente rival que havia me vencido em Janeiro, o qual está em 36º.





GIBIS



O post doDJ sobre a morte do Bernie me fez pegar para reler os encadernados do Monstro do Pântano escrito por Moore. Havia lido o vol. 1 e 2, e parado dormido no começo do 3. Relendo, pude sentir mais, e realmente entender como o monstro se sentia... Essa é a mágica da leitura, crianças, ela sempre servirá como morfina em seus piores momentos. Sabe aquele gibi que o senhor comprou e jogou em algum canto, nem lembrando mais dele? Ele está lá, só esperando o “seu momento”. Como comentei com o DJ, não tenho o vol. 4, portanto o pulei, já estou para terminar o vol. 5 (MP trocou o verde por azul?...), e acredito estar no fim de tudo, infelizmente nos próximos dias. Malditas drogas com efeitos limitados...


Li o primeiro arco do “Homem-Animal” do Morrison, acho que até um pouco mais, devo ter lido as 5 primeiras, engraçado que ele escreveu esse título, em época igual a que Moore escrevia em simultâneo o M. Pântano / Miracleman / Watchmen (Caralho! Como um único ser humano faz isso?!), e como explicita na introdução do encadernado, quis fazer algo também “no ácido”, mas não “desconstruindo” o super-heroísmo, e sim o enaltecendo e potencializando sem temor o elemento fantasioso (fãs mais antigos que eu devem estar a parte). Gostei bastante do que li, apesar de ter uma certa similaridade com alguns... Ativismos.








Uma mistura de “Ron Jeremy” (não conhece? Sorte a sua!), “The Boys”, Wolverine, “sexta-feira 13” e Luke Cage. Foi isso que me veio a mente ao ler de uma vez as 7 primeiras edições. O engraçado é que foi um ciclo. Fui ler Monstro do P. para “fugir do xadrez”, e quando “monotonizou” na metade do vol. 3, fui pro Homem-Animal, pausando nesse, vim pra esse, que eu tinha pego há vários anos em formato digital e nunca lido. Ninguém me indicou, não sabia do que se tratava, apenas tinha salvo, com minha mania de baixar tudo e colecionar. A maioria pode ler e se cansar rapidamente da trama, que a principio não faz nenhum sentido. Se trata de um cara, que não pode ser machucado ou morto, procurado por uma moça, que diz ser sua filha, e que cuja mãe foi assassinada por um dono de um culto assassino, que ministra palestras de autoajuda, cujo líder ambiciona essa garota e suas irmãzinhas para serem suas esposas e ter filhos “puros”, supondo que esse líder seja o pai biológico da garota. Fez sentido? Some isso a cenas de tentativa de humor pesado emulando Garth Ennis que falham miseravelmente, e temos esse Dan. O que me surpreendeu, foi que após esse arco inicial, por mais absurdo que fosse, principalmente em seu desfecho, teve pontas soltas bem trabalhadas, e pela “diversão trash”, vou buscar mais desse material.

FILMES

Todos da lista, foi o que assisti nos últimos 60 dias. Todos terão (?) posts específicos. 3 à 4 linhas sobre cada.

CAPITÃO FANTÁSTICO: Comunista comunistando comunistamente seus filhos, como a maior luz contra a civilização no meu das selvas, enquanto as pessoas da cidade são todas burras e gordas.


JULIETA: Primeiro filme que assisti do Almodovar, e de primeira me veio o fascínio pela forma forte que ele escreve as mulheres em filmes. Pretendo ver seus outros trabalhos.


LOGAN: Excelente trio, desenvolvimentos até inéditos, que tropeçam em soluções fáceis e falta mais uma vez de um vilão memorável. Mangold, enfie o X-24--


JOHN WICK 2: Inferior ao primeiro, mas agora totalmente badalado, e provavelmente copiado por vários, já que vai virar a “nova moda de filme de ação”. Transformaram estilo em patente;


A QUALQUER CUSTO: Metade de projeção bem chata e “sem rumo”, e filme inesquecível na outra. Ótimas representações do “tudo que vai volta.”


UM LIMITE ENTRE NÓS: Melhor filme dessa lista, tanto que o único que assisti duas vezes. Crível de uma forma que posso atestar por ter vivido com pessoas quase idênticas ao casal principal.


BELEZA ROUBADA: Segundo filme que assisti do “Bertoitalianosósei serpolêmico”, e confesso que permaneci totalmente apático a história de “quem é meu pai, e para quem vou dar?”.












E OS TRAILERS?!


Ninguém falou sobre os trailers? Droga! Falo outro dia! Mas para não dizer que sou ruim, ai está um excelente:




Um som perfeito, para quando tudo lhe der errado:





Exemplos de como Apocalipse Now está sendo plagiado na cara de pau e ninguém fala NADA!:





Do padrão “100%” de qualidade do “Rotten Tomatoes”:


E o personagem que começarão a pagar pau após o filme. O "efeito Homem de Ferro":

Se bem que ele em cima do "Batmóvel" foi uma das coisas mais fodas que já vi!


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