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domingo, 1 de janeiro de 2017

Maratona Novos 52 - Universo Liga da Justiça Parte 1

Análise de Liga da Justiça #1-6, do encadernado Justice League: Origin, com roteiro de Geoff Johns e desenhos de Jim Lee, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Cinco anos atrás, antes da Liga da Justiça ser formada, Batman está atrás de uma criatura alienígena e com a ajuda do Lanterna Verde, conseguem algumas pistas que levam os dois até Metrópolis. Eles acham que o Superman, que também veio de outro planeta, pode saber ou estar relacionado de alguma forma com essa estranha aparição extraterrestre.

Edição #2: Após um confronto de praxe entre os heróis, incluindo a participação dos Flash, Batman começa a perceber uma ligação entre os acontecimentos e o artefato em comum entre eles – a Caixa Materna. Em Detroit, nos Laboratórios STAR, uma dessas caixas explode abrindo um portal para um exército de criaturas monstruosas, e Victor Stone é pego nessa explosão. O mesmo acontece em Metrópolis, com Superman, Batman, Flash e Lanterna Verde à mercê dos monstros voadores.

Edição #3: Em Washington, onde estão Steve Trevor e a Mulher Maravilha, outra caixa abre um portal para os monstros. Ela persegue as criaturas até o local onde se encontram os outros heróis. Em Detroit, para salvar a vida de seu filho, Silas Stone submete Victor a um de seus experimentos para substituir os tecidos danificados, mas a explosão originada pela Caixa Materna cria uma conexão com o jovem. Batman percebe que as criaturas estão apenas sequestrando as pessoas e não as matando.

Edição #4: A presença dos monstros nas águas chama a atenção de Aquaman. Ao enfrentar um desses monstros, Victor entende qual o objetivo do ataque – eles devem capturar e processar material orgânico para... Darkseid.

Edição #5: Superman é capturado e Batman deixa-se capturar para resgatar o Homem de Aço. O restante dos heróis precisa tentar deter Darkseid, ou pelos menos, ganhar algum tempo para que o Cavaleiro das Trevas possa colocar em prática o seu plano.

Edição #6: Darkseid veio à Terra procurando por sua filha, e a única maneira de impedi-lo de destruir nosso mundo é enviando-o de volta à Apokólips. David Graves, um escritor que foi salvo durante a batalha, escreve seu famoso livro – Liga da Justiça: Deuses Entre Nós.

A estreia da Liga da Justiça, título que deveria ser o carro-chefe da iniciativa Novos 52 da DC. Muita ação nos primeiros dias desse novo universo, e algumas sementes plantadas para o futuro com relação à Darkseid. Geoff Johns foge um pouco de seu estilo de escrita, enfatizando mais a ação e humor, talvez em busca de novos leitores que provavelmente não conseguiu. Leitura satisfatória.

Análise de The Flash #1-8, do encadernado The Flash: Move Forward, com roteiro e desenhos de Francis Manapul e Brian Buccellato, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Um simpósio de tecnologia é atacado por alguns homens tentando roubar um dispositivo genético. Flash consegue impedir o roubo, mas no processo, um velho amigo de infância, Manuel Lago morre sendo identificado como um dos ladrões. No dia seguinte, Manuel aparece vivo e em fuga, e pede ajuda à Barry.

Edição #2: Manuel Lago começou a trabalhar na CIA em um projeto experimental de clonagem que não deu certo, e foi capturado pelos seus clones, que estão se degenerando. Em outra tentativa de cura, um pulso eletromagnético provoca um blecaute nas cidades gêmeas – Keystone e Central City.

Edição #3: Um apagão geral, e Flash, em uma demonstração incrível de seu poder, consegue fazer um avião pousar sem causar danos. Barry e Patty descobrem o esconderijo dos clones de Manuel, mas são encurralados.

Edição #4: Os clones precisam de um novo cientista para dar continuidade a seu processo de cura, e pegam o Dr. Darwin Elias. Manuel tenta fugir, mas é pego, achando que Barry está morto. Na penitenciária Iron Heights, Leonard Snart, o Capitão Frio escapa se aproveitando do blecaute.

Edição #5: O plano de tentar consertar as deficiências genéticas que estão matando os clones de Manuel são frustradas pelo Flash. O Dr. Elias faz uma surpreendente descoberta sobre a Força de Aceleração – cada vez que ela é acionada, o Flash cria vórtices causando fendas temporais.

Edição #6: Lisa, a irmã do Capitão Frio está em estado crítico devido a um tumor no cérebro, e por causa do blecaute, que todos acreditam ser responsabilidade do Flash, torna-se impossível realizar a cirurgia que ela necessita. A vingança do Capitão Frio será avassaladora. Porém, se o Flash usar mais de 80% de sua energia, acaba criando outro buraco de minhoca.

Edição #7: Atingindo mais uma vez velocidade máxima para deter o Capitão Frio, Flash cria outra fenda que acaba sugando o navio onde Íris West estava. Para resgata-la, o maior homem vivo cria outro buraco para resgatar sua amiga e todos os demais que foram sugados. Patty pensa que Barry foi morto durante o confronto com Frio e culpa o Flash pelo blecaute.

Edição #8: Preso dentro da Força de Aceleração, Barry descobre mais sobre a origem de seus poderes, mas não consegue salvar Íris, e acaba parando na Cidade Gorila.

Excelente estreia do Flash na iniciativa Novos 52, com uma equipe criativa que procurou ampliar a mitologia do herói desenvolvendo seus poderes, além, de uma arte sublime e compatível com as tramas. Leitura recomendada.

Análise de Arqueiro Verde #1-6, do encadernado Green Arrow: The Midas Touch, com roteiro de J.T. Krul e Keith Giffen e desenhos de Dan Jurgens e Ignácio Calero, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Ao invés de passar seu tempo cuidando dos assuntos de sua empresa, a Q-Core, Oliver Queen prefere ir atrás de vilões como o Arqueiro Verde, e não está sozinho. Conta com a ajuda tecnológica de Naomi e dos armamentos criados por Jax.

Edição #2: Rush, um super poderoso e obcecado com a fama online reúne um bando de vilões desconhecidos, mas poderosos para matar o Arqueiro Verde ao vivo.

Edição #3: Para conseguir uma vitória significativa, o Arqueiro Verde precisa derrotar Rush e seus aliados sendo filmado e assistido por milhares.

Edição #4: Enquanto tenta conciliar suas duas vidas, o Arqueiro tem uma surpresa, a aparição de Rosa Sangrenta, que deseja matar Oliver Queen. O problema é que Ollie nunca a viu antes.

Edição #5: Tentando proteger sua amada, Midas, um ser enorme composto de lixo tóxico vai atrás de Oliver Queen, mas acaba enfrentando o Arqueiro Verde.

Edição #6: O confronto final entre o Arqueiro Verde contra Midas e Rosa Sangrenta, e a verdade por trás de suas motivações.

Estreia do Arqueiro Verde nos Novos 52, com dois arcos curtos, com bastante ação, humor, mas pouco desenvolvimento. Uma versão bem diferente de seu período pré-Ponto de Ignição e que, de fato, não agradou. Leitura insatisfatória.

Análise de Aquaman #1-6, do encadernado Aquaman: The Trench, com roteiro de Geoff Johns e desenhos de Ivan Reis, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Arthur Curry, o Aquaman decide abdicar de seu trono na Atlântida e viver junto com Mera na Baía da Anistia. Porém, um grande perigo vem das profundezas.

Edição #2: Arthur e Mera conversam sobre como será suas vidas na superfície, quando são interrompidos e chamados para ajudar a descobrir o que aconteceu na cidade costeira de Beachrock. Lá chegando são atacados pelas criaturas abissais.

Edição #3: As criaturas fogem, mas Aquaman consegue levar o corpo de uma das criaturas até o biólogo Stephen Shin. Ele então descobre que se trata de criaturas que vivem no Fosso e devem estar à procura de alimento. Arthur e Mera se dirigem para lá a fim de saber se ainda existem sobreviventes.

Edição #4: Aquaman e Mera chegam ao Fosso e descobrem que há vários sobreviventes envoltos em casulo, embora sem saber exatamente o motivo. Ao descobrir a verdade dramática, Arthur se vê obrigado a tomar uma atitude com relação às criaturas abissais.

Edição #5: Um dos casulos que Aquaman trouxe do Fosso continha um artefato antigo atlante. Os laboratórios onde encontraram a peça foi invadido e Aquaman foi em seu encalço, mas acabou caindo no deserto. Agora, precisa sobreviver sem água ao seu redor.

Edição #6: Mera vai à cidade para comprar ração para seu cachorro, mas, vítima de assédio sexual, acaba encontrando problemas com a polícia local.

Aquaman sob a direção da dupla Geoff Johns e Ivan Reis, só poderia resultar em um roteiro eletrizante, divertido e com ótimos desenhos, além da promessa de uma expansão em sua mitologia aproveitando o reboot. Leitura altamente recomendada.

Análise de Mulher-Maravilha #1-6, do encadernado Wonder Woman: Blood, com roteiro de Brian Azzarello e desenhos de Cliff Chiang, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Hermes vem à Terra para salvar a vida de Zola e seu bebê, filho de Zeus, que está desaparecido. E ele não teria conseguido se não fosse pela intervenção da Mulher-Maravilha.

Edição #2: Os planos iniciais da Rainha Hera em matar Zola são frustrados. Diana vai à Ilha Paraíso para tratar dos ferimentos de Hermes e abrigar Zola, enquanto pede conselhos à sua mãe a Rainha Hipólita. À noite, as amazonas recebem a inesperada visita da deusa Discórdia que revela que Diana é, na verdade, filha de Zeus também.

Edição #3: A descoberta de que Diana é filha de Zeus e não nascida do barro, deixa as amazonas divididas. Decepcionada por levar uma vida de mentiras até hoje, Diana decide deixar Themyscira em definitivo.

Edição #4: A traição da Rainha Hipólita não passa despercebida por Hera que vai até a Ilha Paraíso exigir uma compensação. Apolo continua sua busca por Zeus e se encontra com Ares. E Diana está arrependida de ter deixado Themyscira, mas pode ser muito tarde.

Edição #5: Enquanto Diana, Hermes e Zola planejam ir ao Olimpo encarar Hera, o misterioso Lennox aparece e revela que, com o desaparecimento de Zeus, uma luta pelo poder entre os deuses é inevitável.

Edição #6: Lennox tem um plano, mas para isso, eles precisam convocar a presença dos outros dois deuses restantes – Poseidon e Hades – e engana-los. Mas a vitória é temporária, já que Hades captura Zola.

Uma visão única e marcante de Brian Azzarello sobre a Mulher-Maravilha e os deuses do Olimpo. E para provar que o autor não estava para brincadeira, ele até mudou radicalmente a origem da guerreira amazona. Leitura altamente recomendada.

Por Roger

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