sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Maratona Novos 52 - Universo Batman Parte 1

Análise de Batman #1-7, do encadernado Detective Comics: Faces of Death, com roteiro e desenhos de Tony Daniel, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Com mais de uma centena de mortes em seu currículo, o Coringa está marcado pelo Batman. O Palhaço do Crime não passará impune dessa noite. Mas, ao ser levado ao Asilo Arkham, o Coringa ainda continua a surpreender. O desenhista Tony Daniel faz algumas referências em seus traços, emulando Frank Miller na minissérie Cavaleiro das Trevas de 1986.

Edição #2: O Coringa é libertado de sua cela no Arkham e Batman começa sua caçada. Uma chamada policial leva o Homem-Morcego e o Comissário Gordon até um armazém abandonado, uma armadilha preparada pelo Criador de Bonecas.

Edição #3: Batman escapa da armadilha do Criador de Bonecas e continua a procurar pelo paradeiro de Gordon, que está cativo dentro de um hospital abandonado. Bruce descobre a identidade e o passado traumático do vilão lunático. Mais uma vez, seguindo suas pistas, Batman se dirige ao hospital para ser cercado novamente pelos capangas do Criador de Bonecas.

Edição #4: O clímax da aterradora história em que o Batman tenta deter o Criador de Bonecas e resgatar James Gordon com vida. Literalmente explosivo. Enquanto Gordon se recupera, o Prefeito Hady ordena que o “rosto” do Coringa seja removido da delegacia.

Edição #5: Depois de lidar com o Criador de Bonecas, Batman ainda continua sua busca pelo Coringa. E a repórter Charlotte Rivers decide se infiltrar no Cassino Iceberg do Pinguim, mas não faz ideia de que já foi detectada.

Edição #6: Charlotte está investigando um provável caso de vendas de armas e se depara com sua irmã Jill Chase, que tinha um grande com relação ao Cassino Iceberg junto com seu parceiro, o Pele de Cobra. As investigações do Batman o levam ao caminho correto, mas talvez tarde demais.

Edição #7: O que Jill pretende fazer no Cassino Iceberg? Qual a sua relação com o Pinguim e com o Pele de Cobra? E quem vem deixando um rastro de corpos desde o início desse arco? O maior detetive da DC pode descobrir.

História que surpreendeu no final de sua primeira edição mostrando o destino do Coringa. E as habilidades detetivescas do Batman são postas à prova. O desenvolvimento da história me parece ter ficado aquém da ousadia pretendida. Leitura razoável.


Análise de Batman #1-7, do encadernado Batman: The Court of Owls, com roteiro de Scott Snyder e desenhos de Greg Capullo, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Desejoso de fazer mais por Gotham, Bruce Wayne inicia um ambicioso projeto de reformulação e reconstrução da cidade. Ao investigar um brutal assassinato, cuja próxima vítima em potencial pode ser o próprio Bruce Wayne, Batman descobre vestígios que ligam Dick Grayson ao assassinato.

Edição #2: Enquanto colhe informações sobre o brutal assassinato que incrimina Dick Grayson, Bruce Wayne, que conversava com o investidor e candidato à Prefeito Lincoln March, é atacado por uma monstruosa e destrutível criatura que diz representar a Corte das Corujas. O problema é que o Batman afirma que a Corte é apenas uma lenda.

Edição #3: Depois de sobreviver ao ataque do Garra, Bruce começa a investigar, embora ainda cético sobre a existência da Corte das Corujas. Porém, depois de visitar Lincoln March que estava hospitalizado após também ser atacado pelo Garra, Batman passa a desconfiar e acaba fazendo algumas descobertas reveladoras.

Edição #4: Bruce conta à Dick que não acredita na existência de uma organização secreta como a Corte das Corujas, porque, logo após a morte de seus pais, inconformado em aceitar uma morte ao acaso, mas acreditando em uma conspiração, Bruce realizou sua primeira investigação que não deu o resultado esperado. Porém, ao continuar suas investigações, Batman é pego de surpresa por um Garra.

Edição #5: Já faz mais de uma semana que Batman desapareceu. Ele está preso dentro do enorme labirinto da Corte das Corujas. Atormentado e envenenado, o Cavaleiro das Trevas está sendo torturado física e mentalmente.

Edição #6: Além de seus limites, Batman tenta empreender uma fuga impossível do labirinto da Corte em uma história de tirar o fôlego.

Edição #7: Se recuperando de seus ferimentos na Batcaverna, Bruce examina o corpor do Garra que tentou matá-lo e descobre que se trata de William Cobb, um ancestral de Dick Grayson, e que o próprio Grayson deveria ter sido recrutado como um Garra, se seus pais não tivessem morrido e Bruce cuidade dele.


Estreia sensacional de Scott Snyder no título principal do Homem Morcego pelos Novos 52. Suspense, conspirações e uma revisão no passado dos Wayne. Leitura altamente recomendada.

Análise de Batman – Cavaleiro das Trevas #1-8, do encadernado Batman – The Dark Knight: Knight Terrors, com roteiro de Paul Jenkins, David Finch e Joe Harris e desenhos de David Finch e Ed Bennes, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Bruce está participando de uma festa beneficente a fim de angariar fundos para seu projeto de reconstrução de Gotham, quando recebe a chamada de uma fuga em massa do Asilo Arkham. No local, Batman procura pelo Duas-Caras, mas se depara com algo mais “gigantesco”.

Edição #2: Além do Duas-Caras, mais de uma centena de internos do Arkham foram injetados com uma droga parecida com a toxina do medo do Espantalho, fazendo com que seus corpos fiquem gigantescos e fortes. Todos os Vigilantes de Gotham foram mobilizados para conter as ameaças. Ao perseguir a provável responsável por isso, Batman se depara com o Coringa infectado.

Edição #3: As investigações do Batman sobre o veneno o levam até Hera Venenosa. Acompanhado pelo Flash, que machuca seu dedo em uma das plantas envenenadas, Batman diz para o velocista correr sem parar para eliminar a toxina em seu organismo. Outro problema surge quando o Homem-Morcego encontra o laboratório de Hera completamente destruído.

Edição #4: As suspeitas de Batman não se confirmaram e Hera está desaparecida, deixando uma pista de seu paradeiro, que leva o Cavaleiro das Trevas até a Ilha Harmon. A caminho, é atacado pelo Exterminador, também infectado pela toxina. Ao cair em terra firme, se depara com o Espantalho.

Edição #5: Batman é atacado com a mesma toxina do medo que os outros internos do Arkham. Quando o Superman aparece para ajudá-lo já é tarde demais e encontra um descontrolado Batman.

Edição #6: O confronto com o Superman ajuda a eliminar a toxina do organismo do Batman, que pede ao Homem de Aço ir ao encalço do Flash para ajudá-lo também. Perseguindo a Coelha Branca, o Cavaleiro das Trevas se depara com Bane.

Edição #7: O confronto brutal e definitivo com Bane. Assim que Flash consegue se desintoxicar, “corre” em auxílio do Batman. E ainda, a identidade da misteriosa Coelha Branca é revelada.

Edição #8: O Chapeleiro Louco está de volta com seus planos de controle mental sobre a cidade de Gotham. Sob pressão do Ten. Forbes, Jim Gordon começa uma sessão de tratamento psicológico.

O “medo” é o tema principal nesse arco de estreia de Cavaleiro das Trevas, um título mais pesado e sombrio, tanto em sentido psicológico quando físico, mas nesse primeiro arco, achei que alguns pontos importantes foram desperdiçados, como por exemplo, a participação do Flash e a motivação do Bane. Leitura insatisfatória.

Análise de Batman e Robin #1-8, do encadernado Batman and Robin: Born to Kill, com roteiro de Peter J. Tomasi e desenhos de Patrick Gleason, e tecerei breves comentários sobre as edições.


Edição #1: Bruce e Damian combatem o crime em Gotham, mas tem sérios problemas de relacionamento pai-filho. Damian reclama que seu pai não confia nele, e Bruce retruca dizendo que seu filho ainda precisa fazer por merecer essa confiança. E a ameaça do Ninguém está chegando à Gotham.

Edição #2: Enquanto Bruce se esforça para acertar as coisas com Damian, Ninguém chega à Gotham como um fantasma do passado de Bruce que ele pensava estar enterrado.

Edição #3: Preocupado com a presença de Morgan Ducard, o Ninguém na cidade, Batman dobra sua vigilância, porém, contrariando uma ordem direta, Damian sai em patrulha e os dois são pegos pelo assassino.

Edição #4: Com a ajuda de Alfred, Batman e Robin conseguem escapar da armadilha mortal preparada por Morgan. Porém, na caverna, a discussão entre pai e filho sobre questões de confiança ainda persistem.

Edição #5: Cansado da maneira como é tratado, Damian resolve se unir à Morgan em sua cruzada deturpada. Em sua primeira missão juntos, Damian deve provar sua lealdade à Morgan matando um embaixador inescrupuloso. Enquanto Batman procura por seu filho, relembra como e porque conheceu Henri e Morgan Ducard.

Edição #6: Finalmente é revelado porque Morgan veio atrás do Batman, conseqüências de acontecimentos passados quando Bruce era treinado por Henri Ducard. A vida de Damian corre perigo quando Ninguém descobre que estava sendo enganado. Batman conseguirá chegar a tempo de salvar a vida de seu filho?

Edição #7: Batman em um de seus confrontos mais brutais contra o Ninguém, uma luta pela sobrevivência e pela vida de seu filho.

Edição #8: É hora de tratar das feridas tanto físicas quanto emocionais do confronto definitivo contra Morgan Ducard.

Peter Tomasi escreve uma das melhores séries do Batman em Os Novos 52, sem dúvida. Desenvolve com maestria a complexa relação pai-filho entre Bruce e Damian dentro de uma trama bem apropriada. Leitura altamente recomendada.

Por Roger






Um comentário:

  1. Com o tanto de leituras atrasadas que eu tinha, só comecei a ler alguns dos primeiros arcos dos novos 52 há poucos meses - só uns vários anos de atraso. Li os 4 primeiros TPs americanos do Aquaman e 5 do Flash e adorei as leituras. Agora vou partir pra alguma coisa do Batman e fiquei feliz pela recomendação de Corte das Corujas como uma boa história. Depois vou atrás de Batman e Robin. Abraço!

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