domingo, 5 de junho de 2016

Review: Frequência Global Volume 1 (Editora Panini)

Frequência Global Volume 1 é uma publicação da Panini, formato 17 x 26 cm, 152 páginas, lombada quadrada, capa dura, papel couché, R$ 39,90. Leia o review do Planeta Marvel/DC desse encadernado, só aqui com exclusividade no Ozymandias Realista. 


Sinopse:
Em menos de uma hora, um buraco negro surgirá em algum lugar no meio de São Francisco. Uma variedade muito letal do vírus Ebola vai contaminar o centro de Londres. Cem lunáticos detonarão um andar inteiro de um prédio de escritório matando a si mesmos e seus reféns. A menos que Miranda Zero possa fazer algo a respeito.
A Frequência Global é uma organização mundial de resgate que oferece uma última chance de esperança quando todas as demais alternativas falharam. Composta por 1001 agentes, a Frequência tem especialistas dos mais diversos campos, desde bioengenheiros a atletas de Le Parkour. Cada um deles mantém um celular especial sempre à mão, que os deixa em contato com Aleph, o ponto central de toda a rede, escolhida pessoalmente por Miranda Zero, a enigmática líder da Frequência Global.
Criada por Warren Ellis, a série é desenhada por seis colaboradores – Steve Dillon, Glenn Fabry, Garry Leach, David Lloyd, Roy A. Martinez e Jon J Muth – e cada um deles imprime seu talento a um capítulo. Este volume reúne as edições 1 a 6 de Global Frequency.

Review:
Um cientista russo que está espalhando radiação e pode acabar abrindo um buraco negro em plena cidade. Um projeto da Força Aérea que fracassou em produzir soldados artificialmente aprimorados. Um vírus que infectou um bairro inteiro e deixou seus habitantes debaixo de controle mental. Na Austrália, um grupo radical faz reféns em um prédio de escritórios. E em Londres, uma bomba fabricada para espalhar um derivado poderoso do vírus Ebola em forma de spray. São apenas alguns dos casos que a Frequência Global, uma rede mundial de operações de salvamento formado por civis.

Uma narrativa frenética, situações inusitadas e surpreendentes e desfechos inesperados e diretos. Marcas registradas de Warren Ellis, que me lembrou, de certa forma, o Authority. Porém, a diferença da Frequência Global é que nem sempre os problemas são resolvidos na base da força, mas dependendo da situação, uma equipe diferente formada por diferentes profissionais são convocados. É interessante que cada história é feita por um desenhista diferente, o que dá uma característica própria para cada missão. Achei uma leitura bastante ágil e inteligente. Valeu a pena e pretendo continuar. Leitura altamente recomendada.


Por Roger

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